Metadados
- titulo
- Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho
- tribunal
- TST
- tipo
- Regimento interno
- data
- 2017-11-20
- revogada
- false
- versao_texto
- Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026.
- fonte
- https://juslaboris.tst.jus.br/bitstream/handle/20.500.12178/116169/2017_ra1937_ri_tst_livro_vigente.pdf?sequence=22&isAllowed=y
- baixado_em
- 2026-10-15
Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO
Regimento INTERNO
Regimento Aprovado pela Resolução Administrativa nº 1937, de 20 de Novembro de 2017 Capa: Secretaria de Comunicação Social
Índice: Coordenadoria de Documentação
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
B823r Brasil. Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho: aprovado pela Resolução Administrativa nº 1.937, de 20 de novembro de 2017. -- Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 2017.
- Tribunal Superior do Trabalho – Regimento – Brasil. I. Título.
CDU 347.998.4(81)(094.8)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
SUMÁRIO
RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 1937, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2017 ................ 9 LIVRO I......................................................................................................................... 10 DO TRIBUNAL .................................................................................................................... 10 TÍTULO I ...................................................................................................................... 10 DO TRIBUNAL, DA SUA COMPOSIÇÃO, DOS SEUS MINISTROS................................... 10 CAPÍTULO I.................................................................................................................. 10 DO TRIBUNAL .................................................................................................................... 10 CAPÍTULO II ................................................................................................................ 10 DA COMPOSIÇÃO E DA INVESTIDURA ............................................................................ 10 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 12 DOS MINISTROS ................................................................................................................ 12 Seção I ................................................................................................................................... 12 Da Posse e das Prerrogativas ......................................................................................... 12 Seção II .................................................................................................................................. 13 Das Férias, das Licenças, das Substituições e das Convocações................................ 13 Seção III ................................................................................................................................. 15 Da Convocação Extraordinária ...................................................................................... 15 Seção IV ................................................................................................................................. 16 Da Aposentadoria ............................................................................................................ 16 Seção V .................................................................................................................................. 17 Da Disponibilidade e da Aposentadoria por Interesse Público.................................. 17 TÍTULO II ..................................................................................................................... 17 DA DIREÇÃO ...................................................................................................................... 17 CAPÍTULO I.................................................................................................................. 17 DOS CARGOS DE DIREÇÃO, DA ELEIÇÃO, DA POSSE E DA VACÂNCIA ........................ 17 CAPÍTULO II ................................................................................................................ 19 DA PRESIDÊNCIA E DA VICE-PRESIDÊNCIA .................................................................... 19 Seção I ................................................................................................................................... 19 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 19 Seção II .................................................................................................................................. 19 Do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes - NUGEP ............................................. 19 Seção III ................................................................................................................................. 20 Das Atribuições do Presidente ........................................................................................ 20 Seção IV ................................................................................................................................. 24 Da Vice-Presidência.......................................................................................................... 24 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 24
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DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA DO TRABALHO ............................................. 24 Seção I ................................................................................................................................... 24 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 24 Seção II .................................................................................................................................. 25 Das Atribuições do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho ................................... 25 CAPÍTULO IV ............................................................................................................... 25 DA POLÍCIA DO TRIBUNAL ............................................................................................... 25 CAPÍTULO V ................................................................................................................ 26 DA REPRESENTAÇÃO POR DESOBEDIÊNCIA OU DESACATO ...................................... 26 CAPÍTULO VI ............................................................................................................... 26 DA ORDEM DO MÉRITO JUDICIÁRIO DO TRABALHO.................................................... 26 CAPÍTULO VII .............................................................................................................. 26 DAS COMISSÕES ............................................................................................................... 26 Seção I ................................................................................................................................... 26 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 26 Seção II .................................................................................................................................. 28 Da Comissão de Regimento Interno .............................................................................. 28 Seção III ................................................................................................................................. 28 Da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos ................................. 28 Seção IV ................................................................................................................................. 29 Da Comissão de Documentação e Memória ................................................................ 29 Seção V .................................................................................................................................. 30 Da Comissão de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão ............................................. 30 Seção VI ................................................................................................................................. 31 Da Comissão Gestora de Precedentes .............................................................................. 31 TÍTULO III .................................................................................................................... 32 DA ORGANIZAÇÃO E DA COMPETÊNCIA........................................................................ 32 CAPÍTULO I.................................................................................................................. 32 DA ORGANIZAÇÃO............................................................................................................ 32 CAPÍTULO II ................................................................................................................ 35 DA COMPETÊNCIA ............................................................................................................ 35 Seção I ................................................................................................................................... 35 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 35 Seção II .................................................................................................................................. 35 Da Competência do Tribunal Pleno ............................................................................... 35 Seção III ................................................................................................................................. 37 Da Competência do Órgão Especial .............................................................................. 37 Seção IV ................................................................................................................................. 38 Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC).................... 38
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Seção V .................................................................................................................................. 39 Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Individuais .......................... 39 Seção VI ................................................................................................................................. 41 Da Competência das Turmas ......................................................................................... 41 Seção VII ................................................................................................................................ 41 Da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho
- ENAMAT ........................................................................................................................... 41 Seção VIII ............................................................................................................................... 42 Do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do TST - CEFAST ............................................................................................................................... 42 Seção IX ................................................................................................................................. 42 Do Conselho Superior da Justiça do Trabalho CSJT ..................................................... 42 Seção X .................................................................................................................................. 42 Da Ouvidoria .................................................................................................................... 42 Seção XI ................................................................................................................................. 43 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 43 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 44 DA PRESIDÊNCIA DOS ÓRGÃOS DO TRIBUNAL ............................................................ 44 Seção I ................................................................................................................................... 44 Da Presidência do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções Especializadas44 Seção II .................................................................................................................................. 44 Da Presidência das Turmas ............................................................................................ 44 Seção III ................................................................................................................................. 45 Das Atribuições do Presidente de Turma ...................................................................... 45 TÍTULO IV .................................................................................................................... 45 DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ..................................................................... 45 LIVRO II ....................................................................................................................... 47 DOS PROCESSOS, DA JURISPRUDÊNCIA E DOS PRECEDENTES .................................. 47 TÍTULO I ...................................................................................................................... 47 DOS PROCESSOS .............................................................................................................. 47 CAPÍTULO I.................................................................................................................. 47 DO REGISTRO E DA CLASSIFICAÇÃO............................................................................... 47 CAPÍTULO II ................................................................................................................ 48 DA DISTRIBUIÇÃO ............................................................................................................. 48 Seção I ................................................................................................................................... 48 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 48 Seção II .................................................................................................................................. 51 Das Disposições Especiais ............................................................................................... 51 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 52
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DO RELATOR...................................................................................................................... 52 CAPÍTULO IV ............................................................................................................... 53 DAS PAUTAS ...................................................................................................................... 53 CAPÍTULO V................................................................................................................. 55 DAS SESSÕES ..................................................................................................................... 55 Seção I ................................................................................................................................... 55 Do Funcionamento dos Órgãos...................................................................................... 55 Seção II .................................................................................................................................. 56 Do Plenário Eletrônico ..................................................................................................... 56 Seção III ................................................................................................................................. 63 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 63 Seção IV ................................................................................................................................. 70 Da Participação dos Advogados .................................................................................... 70 Seção V .................................................................................................................................. 72 Das Disposições Especiais ............................................................................................... 72 Seção VI ................................................................................................................................. 73 Das Sessões Solenes ......................................................................................................... 73 Seção VII ................................................................................................................................ 73 Das Decisões e Da Sua Publicação ................................................................................ 73 TÍTULO II ..................................................................................................................... 74 DA JURISPRUDÊNCIA E DOS PRECEDENTES .................................................................. 74 CAPÍTULO I.................................................................................................................. 74 DA UNIFORMIZAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA .................................................................. 74 CAPÍTULO II................................................................................................................. 76 DAS SÚMULAS ................................................................................................................... 76 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 79 DOS PRECEDENTES NORMATIVOS ................................................................................. 79 CAPÍTULO IV ............................................................................................................... 79 DA DIVULGAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL ................................................ 79 TÍTULO III .................................................................................................................... 80 DOS ATOS PROCESSUAIS ................................................................................................. 80 CAPÍTULO I.................................................................................................................. 80 DOS ATOS E FORMALIDADES .......................................................................................... 80 Seção I ................................................................................................................................... 80 Das Disposições Gerais.................................................................................................... 80 Seção II .................................................................................................................................. 80 Das Notificações e dos Editais ........................................................................................ 80
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CAPÍTULO II................................................................................................................. 81 DOS PRAZOS...................................................................................................................... 81 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 82 DOS DADOS ESTATÍSTICOS ............................................................................................. 82 CAPÍTULO IV ............................................................................................................... 82 DAS AUDIÊNCIAS .............................................................................................................. 82 TÍTULO IV .................................................................................................................... 84 DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE ......................................................................................... 84 CAPÍTULO I.................................................................................................................. 84 DOS PROCESSOS SOBRE COMPETÊNCIA ...................................................................... 84 Dos Conflitos de Competência e de Atribuições .............................................................. 84 CAPÍTULO II ................................................................................................................ 85 DAS AÇÕES ORIGINÁRIAS ................................................................................................ 85 Seção I ................................................................................................................................... 85 Da Reclamação................................................................................................................. 85 Seção II .................................................................................................................................. 87 Do Habeas Corpus ........................................................................................................... 87 Seção III ................................................................................................................................. 88 Do Mandado de Segurança ............................................................................................ 88 Seção IV ................................................................................................................................. 91 Do Mandado de Injunção e do Habeas Data ............................................................... 91 Seção V .................................................................................................................................. 91 Da Ação Rescisória ........................................................................................................... 91 Seção VI ................................................................................................................................. 93 Dos Dissídios Coletivos .................................................................................................... 93 CAPÍTULO III ............................................................................................................... 95 DOS RECURSOS................................................................................................................. 95 Seção I ................................................................................................................................... 95 Do Recurso Ordinário ...................................................................................................... 95 Seção II .................................................................................................................................. 95 Da Transcendência .......................................................................................................... 95 Seção III ................................................................................................................................. 96 Do Recurso de Revista ..................................................................................................... 96 Seção IV ................................................................................................................................. 97 Do Agravo de Instrumento .............................................................................................. 97 CAPÍTULO IV ............................................................................................................... 99 DOS RECURSOS DAS DECISÕES PROFERIDAS NO TRIBUNAL ..................................... 99 Seção I ................................................................................................................................... 99 Dos Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais99
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Seção II ................................................................................................................................ 101 Dos Embargos Infringentes ........................................................................................... 101 Seção III ............................................................................................................................... 101 Do Agravo Interno .......................................................................................................... 101 Seção IV ............................................................................................................................... 103 Do Pedido de Concessão de Efeito Suspensivo .......................................................... 103 Seção V ................................................................................................................................ 103 Dos Embargos de Declaração ...................................................................................... 103 TÍTULO V ................................................................................................................... 104 DAS OUTRAS ESPÉCIES DE PROCESSOS....................................................................... 104 CAPÍTULO I................................................................................................................ 104 DO INCIDENTE DE ARGUIÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI OU DE ATO NORMATIVO DO PODER PÚBLICO ............................................................................... 104 CAPÍTULO II .............................................................................................................. 106 DO INCIDENTE DE RECURSOS REPETITIVOS ............................................................... 106 CAPÍTULO III ............................................................................................................. 113 DO INCIDENTE DE ASSUNÇÃO DE COMPETÊNCIA ..................................................... 113 CAPÍTULO IV ............................................................................................................. 113 DO INCIDENTE DE SUPERAÇÃO E REVISÃO DOS PRECEDENTES FIRMADOS EM JULGAMENTO DE RECURSOS REPETITIVOS, DE ASSUNÇÃO DE COMPETÊNCIA E DE DEMANDAS REPETITIVAS ............................................................................................... 113 CAPÍTULO V .............................................................................................................. 115 DO INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS REPETITIVAS ................................. 115 CAPÍTULO VI ............................................................................................................. 117 DOS DEMAIS PROCESSOS INCIDENTES ....................................................................... 117 Seção I ................................................................................................................................. 117 Da Suspensão de Segurança ........................................................................................ 117 Seção II ................................................................................................................................ 118 Da Suspensão de Liminar e de Tutela Provisória ...................................................... 118 Seção III ............................................................................................................................... 118 Da Tutela Provisória ...................................................................................................... 118 Seção IV ............................................................................................................................... 119 Da Habilitação Incidente ............................................................................................... 119 Seção V ................................................................................................................................ 120 Dos Impedimentos e Das Suspeições .......................................................................... 120 CAPÍTULO VII ............................................................................................................ 121 DOS RECURSOS PARA O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL .......................................... 121 Seção I ................................................................................................................................. 121 Do Recurso Extraordinário ........................................................................................... 121
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Seção II ................................................................................................................................ 122 Do Agravo em Recurso Extraordinário ........................................................................ 122 CAPÍTULO VIII ........................................................................................................... 123 DA RESTAURAÇÃO DOS AUTOS .................................................................................... 123 CAPÍTULO IX ............................................................................................................. 123 DA EXECUÇÃO ................................................................................................................. 123 Seção I ................................................................................................................................. 123 Das Disposições Gerais.................................................................................................. 123 Seção II ................................................................................................................................ 124 Da Execução contra a Fazenda Pública ...................................................................... 124 LIVRO III .................................................................................................................... 125 DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DAS DISPOSIÇÕES FINAIS .............................. 125 TÍTULO I .................................................................................................................... 125 DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS .............................................................................. 125 CAPÍTULO I................................................................................................................ 125 DA SECRETARIA DO TRIBUNAL...................................................................................... 125 CAPÍTULO II .............................................................................................................. 126 DO GABINETE DO PRESIDENTE..................................................................................... 126 CAPÍTULO III ............................................................................................................. 126 DO GABINETE DOS MINISTROS .................................................................................... 126 TÍTULO II ................................................................................................................... 127 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS .............................................................................................. 127 CAPÍTULO I................................................................................................................ 127 DAS EMENDAS AO REGIMENTO.................................................................................... 127 CAPÍTULO II .............................................................................................................. 127 DAS RESOLUÇÕES DO TRIBUNAL ................................................................................. 127 CAPÍTULO III ............................................................................................................. 127 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS ................................................................ 127 ÍNDICE ....................................................................................................................... 130
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TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO TRIBUNAL PLENO
RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 1937, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2017
Aprova o Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho.
O EGRÉGIO PLENO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO, em sessão ordinária hoje realizada, sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, Presidente do Tribunal, presentes os Excelentíssimos Senhores Ministros Emmanoel Pereira, Vice-Presidente do Tribunal, Renato de Lacerda Paiva, Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, João Batista Brito Pereira, Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, Aloysio Corrêa da Veiga, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira, Maria de Assis Calsing, Dora Maria da Costa, Fernando Eizo Ono, Guilherme Augusto Caputo Bastos, Márcio Eurico Vitral Amaro, Walmir Oliveira da Costa, Maurício Godinho Delgado, Kátia Magalhães Arruda, Augusto César Leite de Carvalho, José Roberto Freire Pimenta, Delaíde Alves Miranda Arantes, Hugo Carlos Scheuermann, Alexandre de Souza Agra Belmonte, Cláudio Mascarenhas Brandão, Douglas Alencar Rodrigues, Maria Helena Mallmann, Breno Medeiros e o Excelentíssimo Vice-Procurador-Geral do Trabalho, Dr. Luiz Eduardo Guimarães,
RESOLVE
Aprovar o novo texto do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho, nos termos a seguir transcritos:
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
LIVRO I DO TRIBUNAL
TÍTULO I DO TRIBUNAL, DA SUA COMPOSIÇÃO, DOS SEUS MINISTROS
CAPÍTULO I DO TRIBUNAL
Art. 1º O Tribunal Superior do Trabalho tem sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional.
Art. 2º A bandeira do Tribunal, instituída pela Portaria n.º 291, de 16 de outubro de 1981, publicada no Diário da Justiça de 3 de novembro de 1981, simboliza a Justiça do Trabalho como órgão do Poder Judiciário, sua jurisdição e a importância social do exercício jurisdicional, trazendo o dístico Opus Justitiae Pax.
CAPÍTULO II DA COMPOSIÇÃO E DA INVESTIDURA
Art. 3º O Tribunal compõe-se de 27 (vinte e sete) Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de 35 (trinta e cinco) e menos de 70 (setenta) anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º A indicação, pelo Tribunal Superior do Trabalho, de Desembargadores do Trabalho, membros do Ministério Público do Trabalho e advogados, para comporem o Tribunal, far-se-á em lista tríplice.
§ 2º O ofício de encaminhamento da lista ao Poder Executivo conterá informação acerca do número de votos obtidos pelos candidatos e será instruído com cópia da ata da sessão extraordinária em que se realizou a escolha dos indicados.
Art. 4º Para provimento de vaga de Ministro, destinada aos Desembargadores do Trabalho da carreira da Magistratura do Trabalho, o Presidente do Tribunal convocará o Tribunal Pleno para, em sessão pública, escolher, pelo voto secreto e em escrutínios sucessivos, dentre os Desembargadores do Trabalho da carreira integrantes dos Tribunais Regionais do Trabalho, os nomes para a formação da lista tríplice a ser encaminhada ao Presidente da República.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 1º Para fim de elaboração da lista tríplice a que se refere o caput deste artigo, o Presidente do Tribunal fará publicar edital no sítio deste Tribunal na rede mundial de computadores no qual fixará prazo de 15 (quinze) dias para inscrição dos Desembargadores do Trabalho interessados, findo o qual será publicada a relação com os nomes dos inscritos.
§ 2º Na hipótese de haver mais de uma vaga a ser provida, a lista conterá o número de Magistrados igual ao de vagas mais 2 (dois).
§ 3º Na votação para escolha dos nomes dos Desembargadores do Trabalho que integrarão a lista, serão observados os seguintes critérios: I - os nomes serão escolhidos em voto secreto e em escrutínios sucessivos, para o primeiro, o segundo, o terceiro e, eventualmente, o quarto nome integrante da lista, e, assim, sucessivamente, sendo escolhido em cada escrutínio aquele que obtiver votos da maioria absoluta; II - a maioria absoluta necessária para a escolha do nome corresponde ao número inteiro imediatamente superior à metade do total de Ministros integrantes do Tribunal no momento da votação; III - não alcançada, no primeiro escrutínio, a maioria absoluta, proceder-se-á à nova votação, na qual concorrerão os 2 (dois) Desembargadores do Trabalho mais votados: a) em caso de empate, será realizada nova votação. A persistir o resultado, o desempate dar-se-á pelo tempo de investidura no Tribunal Regional do Trabalho e, sucessivamente, pelo tempo de investidura na Magistratura do Trabalho; b) se houver empate entre 2 (dois) Desembargadores que tenham obtido, individualmente, número de votos inferior ao alcançado por outro Desembargador, far-se-á, primeiramente, a votação para o desempate e, a seguir, para a escolha do nome que integrará a lista. IV - escolhido um nome, fica excluído dos escrutínios subsequentes Desembargador da mesma Região.
§ 4º Faculta-se ao Ministro impossibilitado de comparecer à sessão em que será confeccionada a lista tríplice o envio de carta ao Presidente do Tribunal, acompanhada dos votos para o primeiro escrutínio de cada vaga, em invólucros lacrados e rubricados, individualizados por vaga, para posterior depósito na urna na presença dos demais Ministros do Tribunal. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 5º O Presidente do Tribunal, ocorrendo vaga destinada a membro do Ministério Público do Trabalho e a advogado, dará imediata ciência à Procuradoria-Geral do Trabalho e ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, respectivamente, para formação e encaminhamento de lista sêxtupla ao Tribunal, que escolherá, dentre os nomes que a compõem, os que integrarão a lista tríplice a ser encaminhada ao Presidente da República.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 6º O Tribunal Pleno, para o provimento das vagas aludidas no artigo anterior, em sessão pública, pelo voto secreto da maioria absoluta de seus membros, escolherá, em escrutínios secretos e sucessivos, os nomes que integrarão a lista tríplice a ser encaminhada ao Presidente da República.
§ 1º Quando houver mais de uma vaga a ser provida por membro do Ministério Público do Trabalho ou por advogado, para cada lista sêxtupla recebida será elaborada uma lista tríplice.
§ 2º Se, para o provimento das vagas destinadas ao quinto constitucional, o Tribunal receber lista única, formará uma só lista com o número de candidatos igual ao de vagas mais 2 (dois).
§ 3º Aplica-se à votação para escolha dos integrantes da lista tríplice o estabelecido nos §§ 3º e 4º do art. 4º, à exceção da parte final da alínea “a” do inciso III do § 3º, e se adotará como critérios de desempate: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) a) em relação ao Ministério Público do Trabalho, a antiguidade na carreira; (Incluída pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) b) em relação à advocacia, o tempo de inscrição na OAB como advogado e, sucessivamente, a idade, tendo preferência o mais idoso. (Incluída pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO III DOS MINISTROS
Seção I Da Posse e das Prerrogativas
Art. 7º O Ministro tomará posse no prazo de 30 (trinta) dias a contar da nomeação, preferencialmente em sessão solene do Tribunal Pleno. No caso de posse perante o Presidente do Tribunal, o ato deverá ser ratificado pelo Pleno do Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 1º No ato da posse, o Ministro prestará compromisso de bem desempenhar os deveres do cargo e de bem cumprir e fazer cumprir a Constituição da República e as Leis do País.
§ 2º O Secretário-Geral Judiciário lavrará, em livro especial, o termo de compromisso e posse, que será assinado pelo Presidente e pelo Ministro empossado.
§ 3º Somente tomará posse o Ministro que comprovar:
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
I - ser brasileiro;
II - contar mais de 35 (trinta e cinco) e menos de 70 (setenta) anos de idade; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
III - os demais requisitos previstos em lei. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 8º Os Ministros têm jurisdição em todo o território nacional e domicílio no Distrito Federal.
Art. 9º A antiguidade dos Ministros, para efeitos legais e regimentais, é regulada: I - pela posse; II - pela nomeação; III - pelo tempo de investidura na Magistratura da Justiça do Trabalho; IV - pelo tempo de serviço público federal; V - pela idade, quando houver empate pelos demais critérios.
Art. 10. Os Ministros do Tribunal receberão o tratamento de Excelência e usarão nas sessões as vestes correspondentes ao modelo aprovado.
Parágrafo único. Após a concessão da aposentadoria, o Tribunal velará pela preservação dos direitos, interesses e prerrogativas que os Ministros conservarão, em relação ao título e às honras correspondentes ao cargo, salvo no exercício de atividade profissional.
Seção II Das Férias, das Licenças, das Substituições e das Convocações
Art. 11. Os Ministros gozarão férias nos meses de janeiro e julho, na forma da lei.
Parágrafo único. Os Ministros informarão à Presidência seu endereço, para eventual convocação durante as férias e feriados.
Art. 12. O Presidente, o Vice-Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, se a necessidade do serviço judiciário lhes exigir a contínua presença no Tribunal, poderão acumular férias para fruição oportuna, facultado o fracionamento dos períodos.
Parágrafo único. A acumulação de férias somente ocorrerá mediante prévia autorização do Órgão Especial e deverá ser registrada nos
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
assentamentos funcionais do Ministro, para que lhe seja reconhecido o direito de posterior fruição.
Art. 13. A licença é requerida pelo Ministro com a indicação do prazo e do dia do início.
§ 1º Salvo contra indicação médica, o Ministro licenciado poderá proferir decisões em processos de que, antes da licença, haja pedido vista, ou que tenham recebido o seu visto como relator. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025)
§ 2º O Ministro licenciado pode reassumir o cargo, entendendo-se que desistiu do restante do prazo, mediante prévia comunicação formal ao Presidente do Tribunal.
§ 3º Se a licença for para tratamento da própria saúde, o Ministro somente poderá reassumir o cargo, antes do término do prazo, se não houver contraindicação médica.
Art. 14. A critério do Órgão Especial, poderá ser concedido afastamento ao Ministro, sem prejuízo de seus direitos, vencimentos e vantagens, para: I - frequência a cursos ou seminários de aperfeiçoamento e estudos, pelo prazo máximo de 2 (dois) anos; II - realização de missão ou serviços relevantes à administração da justiça.
Art. 15. Nas ausências ou impedimentos eventuais ou temporários, a substituição no Tribunal far-se-á da seguinte maneira: I - o Presidente do Tribunal, pelo Vice-Presidente, seguindo-se, na ausência de ambos, pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e pelos demais Ministros, em ordem decrescente de antiguidade; II - o Vice-Presidente, pelo Presidente, ou, na ausência deste, pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, e, em sequência, pelos demais Ministros, em ordem decrescente de antiguidade; III - o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, pelo Vice-Presidente, ou, na ausência deste, pelo Presidente, e, em sequência, pelos demais Ministros, em ordem decrescente de antiguidade; IV - o Presidente da Turma, pelo Ministro mais antigo presente na sessão; V - o Presidente da Comissão, preferencialmente pelo mais antigo dentre os seus membros; VI - qualquer dos membros das Comissões, pelo respectivo suplente. VII - o Ministro Ouvidor pelo Ministro Ouvidor-Substituto e, na ausência deste, em sequência, pelo Presidente, pelo Vice-Presidente ou pelo
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Ministro mais antigo presente no Tribunal. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 16. O relator é substituído nas hipóteses e formas previstas na Seção I do Capítulo II do Título I do Livro II, deste Regimento.
Art. 17. Nas ausências temporárias, por período superior a 30 (trinta) dias, e nos afastamentos definitivos, os Ministros serão substituídos por Desembargador do Trabalho, escolhido pelo Órgão Especial, por consenso ou mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus membros. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. O Desembargador do Trabalho convocado atuará nos órgãos fracionários nos que tiver assento o Ministro afastado temporária ou definitivamente, à exceção do Tribunal Pleno e do Órgão Especial. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 18. O Presidente do Tribunal poderá, em caso de urgência, e quando inviável a imediata reunião do Órgão Especial, ad referendum deste, convocar Desembargador do Trabalho, para a substituição de Ministro afastado.
Art. 19. Excepcionalmente, poderá o Tribunal Superior do Trabalho convocar Desembargadores do Trabalho para atuarem, temporariamente, em suas Turmas e Juízes do Trabalho para auxiliarem, no curso dos respectivos mandatos, a Presidência e a Vice-Presidência do Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. A convocação será limitada ao número de 2 (dois) Juízes do Trabalho para auxílio em cada um dos referidos órgãos e atenderá as determinações previstas nos atos normativos do Conselho Nacional de Justiça. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 20. Na sessão do Órgão Especial que decidir a convocação, os Ministros deverão ter cópias das nominatas dos Desembargadores que compõem os Tribunais Regionais do Trabalho, para se orientarem na escolha.
Seção III Da Convocação Extraordinária
Art. 21. Durante o período de férias, o Presidente do Tribunal, ou seu substituto, poderá convocar, com antecedência de 48 (quarenta e oito) horas, sessão extraordinária para julgamento de dissídio coletivo, mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve e que requeiram apreciação urgente.
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Seção IV Da Aposentadoria
Art. 22. O processo administrativo de aposentadoria compulsória de Ministro da Corte deverá ser iniciado 30 (trinta) dias antes que complete os 75 (setenta e cinco) anos, para que a publicação possa ocorrer na data da jubilação.
Art. 23. Na aposentadoria por invalidez, o processo respectivo terá início: I - a requerimento do Ministro; II - por ato de ofício do Presidente do Tribunal; III - em cumprimento a deliberação do Tribunal.
Parágrafo único. Em se tratando de incapacidade mental, o Presidente do Tribunal, ou quem o substitua, nomeará curador ao paciente, sem prejuízo da defesa que esse queira apresentar, pessoalmente ou por procurador constituído.
Art. 24. O paciente, na hipótese do parágrafo único do artigo anterior, deverá ser afastado imediatamente do exercício do cargo, até decisão final, devendo ficar concluído o processo no prazo de 60 (sessenta) dias, justificadas as faltas do Ministro no referido período.
Art. 25. A recusa do paciente a submeter-se à perícia médica permitirá o julgamento baseado em quaisquer outras provas.
Art. 26. O Ministro que, por 2 (dois) anos consecutivos, afastar-se, ao todo, por 6 (seis) meses ou mais, para tratamento de saúde, ao requerer nova licença para igual fim, dentro de 2 (dois) anos, deverá submeter-se a exame por junta médica para verificação de sua invalidez, pela Secretaria de Saúde do Tribunal.
Art. 27. A junta médica competente para o exame a que se referem os arts. 25 e 26 deste Regimento será indicada pelo Órgão Especial e formada por 3 (três) médicos, dos quais 2 (dois), no mínimo, integrem o Quadro de Pessoal do Tribunal.
Art. 28. Concluindo o Órgão Especial pela incapacidade do Magistrado, o Presidente do Tribunal comunicará imediatamente a decisão ao Poder Executivo, para os devidos fins.
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Seção V Da Disponibilidade e da Aposentadoria por Interesse Público
Art. 29. O Tribunal Pleno poderá determinar, por motivo de interesse público, em sessão pública, em escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus membros, a disponibilidade ou a aposentadoria de Ministro do Tribunal, assegurada a ampla defesa.
Parágrafo único. Aplicam-se ao processo de disponibilidade ou aposentadoria, no que couber, as normas e os procedimentos previstos na Lei Orgânica da Magistratura Nacional, referentes à perda do cargo, as Resoluções editadas pelo Conselho Nacional de Justiça, e, subsidiariamente, desde que não haja conflito com o Estatuto da Magistratura, as normas e princípios relativos ao processo administrativo disciplinar das Leis n.os 8.112/90 e 9.784/99.
TÍTULO II DA DIREÇÃO
CAPÍTULO I DOS CARGOS DE DIREÇÃO, DA ELEIÇÃO, DA POSSE E DA VACÂNCIA
Art. 30. A Presidência e a Vice-Presidência são cargos de direção do Tribunal, preenchidos mediante eleição em que concorrem os Ministros mais antigos da Corte, em número correspondente ao total dos cargos de direção, separadamente e também nessa ordem, sendo vedada a reeleição a qualquer dos cargos. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Vinte e cinco dias antes da data prevista para a eleição, será aberto o prazo de 10 (dez) dias, para renúncia expressa dos candidatos elegíveis.
§ 2º Convocar-se-ão os Ministros para eleição, por ofício da Presidência do Tribunal, oportunidade em que, se for o caso, serão informados os nomes dos Ministros que renunciaram a concorrer.
§ 3º Não havendo inscrição a qualquer dos cargos dentre os elegíveis, o rol de concorrentes será completado pela ordem de antiguidade.
Art. 31. O Ministro que houver ocupado cargos de direção por 4 (quatro) anos, ou o de Presidente, não mais figurará entre os elegíveis, até que se esgotem todos os nomes na ordem de antiguidade. É obrigatória a aceitação do cargo, salvo recusa manifestada e aceita antes da eleição.
Art. 32. A eleição do Presidente precederá à do Vice-Presidente. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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Art. 33. O Presidente e o Vice-Presidente serão eleitos por 2 (dois) anos, mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta, em sessão extraordinária do Tribunal Pleno, a realizar-se nos 60 (sessenta) dias antecedentes ao término dos mandatos anteriores, e tomarão posse em sessão solene, na data marcada pelo Tribunal Pleno. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Considerar-se-á eleito, em primeiro escrutínio, o Ministro que obtiver a maioria absoluta de votos.
§ 2º Em segundo escrutínio, concorrerão somente os 2 (dois) Ministros mais votados no primeiro.
§ 3º Não alcançada, no segundo escrutínio, a maioria a que se refere o § 1º, proclamar-se-á eleito, dentre os 2 (dois), o mais antigo.
§ 4º Se a vacância do cargo de Presidente ocorrer antes do término do respectivo mandato, a eleição para os cargos de direção será realizada nos 30 (trinta) dias seguintes ao da vacância, e os eleitos tomarão posse em sessão solene na data marcada pelo Tribunal Pleno. Nessa hipótese, caberá ao Vice-Presidente a regência provisória do Tribunal e a convocação da sessão extraordinária a que se referem o caput e este parágrafo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 5º O mandato remanescente do Vice-Presidente extinguir-se-á na data da posse dos novos eleitos. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 34. Na impossibilidade da posse de qualquer dos eleitos na data estabelecida, por fato superveniente à eleição, observar-se-á o seguinte:
I - se a impossibilidade for de caráter temporário, dar-se-á posse, na data marcada, ao eleito presente, e, ao remanescente, em data oportuna; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
II - se a impossibilidade for de natureza definitiva e do eleito Presidente, proceder-se-á nova eleição para ambos os cargos de direção; se do eleito Vice-Presidente, a eleição será para esse cargo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 35. Faculta-se ao Ministro impossibilitado de comparecer à sessão em que serão eleitos os novos exercentes de cargos de direção do Tribunal o envio de carta ao Presidente do Tribunal, acompanhada dos votos para Presidente e Vice-Presidente, em invólucros lacrados e rubricados,
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individualizados por cargo de direção, para posterior depósito na urna na presença dos demais Ministros do Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 36. O Presidente, o Vice-Presidente e o Corregedor Geral, ao concluírem os seus mandatos, deverão integrar a Turma em que houver vacância, segundo sua escolha, respeitada a respectiva antiguidade no Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 37. O Ministro que exerceu cargo de Presidente do Tribunal Superior do Trabalho não poderá desempenhar outro cargo ou função administrativa no âmbito do Tribunal ou da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT), salvo na Presidência de Turma. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 38. Os Ministros não poderão exercer mais de um cargo de direção cumulativamente, exceto nas hipóteses previstas no art. 15 deste Regimento e nos casos previstos em lei.
CAPÍTULO II DA PRESIDÊNCIA E DA VICE-PRESIDÊNCIA
Seção I Das Disposições Gerais
Art. 39. O Presidente do Tribunal desempenhará as atribuições do cargo com a colaboração do Vice-Presidente.
Seção II Do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes - NUGEP
Art. 40. O Núcleo de Gerenciamento de Precedentes (NUGEP) funcionará subordinado administrativamente à Presidência como unidade permanente, dividindo-se em: I - Seção de Gerenciamento de Recursos Repetitivos, coordenada pela Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (NUGEP-SP); II - Seção de Gerenciamento de Recursos Extraordinários Trabalhistas em Repercussão Geral, coordenada pela Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (NUGEP-SVP).
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Parágrafo único. A competência, a composição e o funcionamento do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes (NUGEP) serão disciplinados em Resolução Administrativa, editada nos termos deste Regimento.
Seção III Das Atribuições do Presidente
Art. 41. Compete ao Presidente do Tribunal, além de outras atribuições previstas na Constituição da República, em lei ou neste Regimento: I - representar o Tribunal perante os Poderes Públicos e demais autoridades, incumbindo-lhe, no exercício da representação, observar fielmente as diretrizes estabelecidas pelo Órgão Especial; II - corresponder-se, em nome do Tribunal, com quaisquer autoridades, observada a hierarquia de funções; III - encaminhar ao Presidente da República as listas para provimento de vaga de Ministro do Tribunal; IV - enviar ao Congresso Nacional, após aprovação pelo Órgão Especial, projetos de lei de interesse da Justiça do Trabalho em matéria de sua competência constitucional; V - submeter ao Tribunal de Contas da União, na forma da lei, a tomada de contas do Tribunal Superior do Trabalho; VI - solicitar aos órgãos fazendários a liberação do numerário correspondente às dotações orçamentárias da Justiça do Trabalho; VII - editar, no início das atividades judiciárias de cada ano, o ato de composição do Tribunal e dos órgãos judicantes, cabendo-lhe, ainda, dar-lhe publicidade, quando renovada a direção da Corte ou alterada sua composição; VIII - apresentar ao Órgão Especial, anualmente, na segunda quinzena do mês seguinte ao término de cada ano de seu mandato, a resenha dos trabalhos realizados no ano anterior e, até 30 de junho, o Relatório Geral da Justiça do Trabalho; IX - dar publicidade, mensalmente, no órgão oficial, dos dados estatísticos relativos às atividades jurisdicionais do Tribunal e dos Ministros; X - zelar pelas prerrogativas e pela imagem pública do Tribunal e dos Ministros e pelo bom funcionamento da Corte e dos órgãos da Justiça do Trabalho, expedindo atos, portarias, ordens e instruções, adotando as providências necessárias ao seu cumprimento; XI - praticar, ad referendum do Tribunal Pleno ou do Órgão Especial, os atos reputados urgentes; XII - editar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à polícia do Tribunal, determinando as providências atinentes ao resguardo da disciplina, da ordem e da integridade universal da Corte, na sede ou nas dependências, requisitando, quando necessário, o auxílio de outras autoridades;
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XIII - manter a ordem nas sessões, podendo mandar retirar os que a perturbarem e os que faltarem com o devido respeito, e mandar prender os desobedientes, fazendo lavrar o respectivo auto; XIV - instaurar inquérito quando caracterizada infração de lei penal na sede ou nas dependências do Tribunal; XV - comunicar ao órgão competente do Ministério Público a ocorrência de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus Ministros, encaminhando os elementos de que dispuser para a propositura de ação penal; XVI - impor aos servidores penas disciplinares de demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e decidir os recursos interpostos das penalidades que forem aplicadas pelo Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho; XVII - dar posse a Ministro durante as férias coletivas e feriado forense; XVIII - dar posse ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho, ao Secretário-Geral Judiciário e ao Secretário-Geral da Presidência e designar seus respectivos substitutos; XIX - nomear os servidores para os cargos em comissão e designar os servidores para o exercício de funções comissionadas nos gabinetes de Ministro; XX - conceder licença e férias ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho, ao Secretário-Geral da Presidência, ao Secretário- Geral Judiciário e aos servidores de seu gabinete; XXI - expedir atos concernentes às relações jurídico-funcionais dos Ministros e servidores e decidir seus requerimentos sobre assuntos de natureza administrativa, nos termos deste Regimento; XXII - movimentar os recursos orçamentários e financeiros à disposição do Tribunal, autorizar despesas e expedir ordens de pagamento, observadas as normas legais específicas;
XXIII - autorizar e homologar as licitações, adjudicando seu objeto, e autorizar as contratações diretas, por dispensa ou inexigibilidade de licitação, bem assim anular ou revogar, total ou parcialmente, procedimentos licitatórios, e decidir, em grau de recurso, as questões suscitadas nos processos licitatórios; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XXIV - conceder diárias e ajuda de custo, observados os critérios estabelecidos pelo Órgão Especial; XXV - determinar a distribuição dos processos, segundo as regras regimentais e resoluções administrativas, aos Ministros do Tribunal, e dirimir as controvérsias referentes à distribuição; XXVI - despachar as desistências dos recursos e das ações, quando se referirem a processo pendente de distribuição na Corte, bem como os demais incidentes processuais suscitados; XXVII - designar as sessões ordinárias e extraordinárias do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções Especializadas, podendo convocar, durante
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as férias coletivas, com antecedência de 48 (quarenta e oito) horas, sessões extraordinárias para julgamento de dissídio coletivo, mandado de segurança e ação declaratória alusiva a greve ou a situação de relevante interesse público que requeiram apreciação urgente; XXVIII - dirigir os trabalhos do Tribunal e presidir as sessões do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções Especializadas; XXIX - decidir sobre pedidos de efeito suspensivo, de suspensão de segurança e de suspensão de decisão proferida em tutelas provisórias, de que tratam os arts. 309 e 311 deste Regimento, bem assim expedir as cartas previstas em lei; XXX - decidir, durante o recesso forense, as férias coletivas e os feriados, os pedidos de liminar em mandado de segurança, em tutelas provisórias de urgência e outras medidas que reclamem urgência; XXXI - delegar ao Vice-Presidente, ao Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho ou a Ministros da Corte atribuições as quais esteja impossibilitado de cumprir ou que a conveniência administrativa recomende a delegação; XXXII - delegar ao Secretário-Geral da Presidência, ao Diretor-Geral da Secretaria e ao Secretário-Geral Judiciário, respeitado o disposto no inciso anterior, atribuições para a prática de atos judiciários e administrativos, quando a conveniência administrativa recomendar; XXXIII - praticar os demais atos de gestão necessários ao funcionamento dos serviços, encaminhando ao Órgão Especial as questões de caráter relevante, que poderão ser relatadas pelo Presidente ou distribuídas por sorteio para relatoria de integrante do órgão colegiado; XXXIV - nomear, promover, demitir, exonerar e conceder aposentadoria a servidores do Tribunal, bem como pensão aos beneficiários de Ministro ou servidor; XXXV - decidir sobre cessão de servidores do Tribunal, observado o disposto em ato normativo do Órgão Especial, bem como sobre requisição de servidores de outros órgãos; XXXVI - excepcionalmente, convocar audiência pública, de ofício ou a requerimento de cada uma das Seções Especializadas ou de suas Subseções, pela maioria de seus integrantes, para ouvir o depoimento de pessoas com experiência e autoridade em determinada matéria, sempre que entender necessário o esclarecimento de questões ou circunstâncias de fato, subjacentes a dissídio de grande repercussão social ou econômica, pendente de julgamento no âmbito do Tribunal; XXXVII - decidir, de forma irrecorrível, sobre a manifestação de terceiros, subscrita por procurador habilitado, em audiências públicas, quando as convocar;
XXXVIII - submeter proposta de afetação de incidente de recursos repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas ao Tribunal Pleno; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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XXXIX - oficiar aos Presidentes dos Tribunais Regionais do Trabalho para que suspendam os recursos interpostos em casos idênticos aos afetados como recursos repetitivos, até o pronunciamento definitivo do Tribunal Superior do Trabalho, quando houver determinação do relator nesse sentido;
XL - realizar a admissibilidade prévia dos recursos de revista e agravos de instrumento e poderá denegar-lhes seguimento quando inadmissíveis, prejudicados ou que não tiverem impugnado especificamente todos os fundamentos da decisão recorrida e quando se tratar de hipóteses de intempestividade, deserção, falta de alçada, irregularidade da representação e descumprimento dos incisos do § 1º-A do art. 896 da CLT; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XLI - determinar a devolução ao tribunal de origem dos recursos fundados em controvérsia idêntica àquela já submetida ao rito de julgamento de casos repetitivos para que o órgão que proferiu a decisão recorrida exerça o juízo de retratação. Se não houver a retratação, os autos serão remetidos, se for o caso, ao Tribunal Superior do Trabalho para a sua regular tramitação. XLII - definir os procedimentos adotados nas secretarias do Tribunal Pleno, do Órgão Especial, das Seções Especializadas e das Turmas do Tribunal relativos à tramitação processual. (Incluído pelo Ato Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020) XLIII - determinar providências necessárias à melhoria da gestão dos dados e do acervo de processos de ações coletivas; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XLIV - entender-se com outras autoridades ou instituições sobre os demais assuntos pertinentes às atribuições previstas no art. 63-D do Regimento Interno; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XLV - despachar, antes da distribuição, em recursos indicados pelos Tribunais de origem como representativos da controvérsia; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XLVI - decidir, antes da distribuição, os requerimentos de suspensão de todos os processos individuais ou coletivos em curso no território nacional que versem sobre a questão objeto de incidente de resolução de demandas repetitivas em tramitação; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XLVII - indicar recurso representativo da controvérsia, dentre aqueles ainda não distribuídos, submetendo-o ao Tribunal Pleno para fins de afetação de IRR, IAC ou IRDR, inclusive mediante reafirmação de jurisprudência; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XLVIII - determinar a distribuição, por prevenção, quando identificar recurso em incidente de resolução de demandas repetitivas ou incidente de assunção de competência, em matéria idêntica ou conexa de recurso já distribuído, originário de decisão de outro Tribunal Regional do Trabalho em IRDR ou IAC. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Parágrafo único. Para fim do que dispõe o inciso XXXIII, qualquer matéria deverá ser submetida ao exame do Órgão Especial, desde que o requeiram 10 (dez) dos Ministros que integram o Tribunal.
Seção IV Da Vice-Presidência
Art. 42. Compete ao Vice-Presidente:
I - substituir o Presidente nas férias, ausências e impedimentos; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - cumprir as delegações do Presidente; III - designar e presidir audiências de conciliação e instrução de dissídio coletivo de competência originária do Tribunal; IV - exercer o juízo de admissibilidade dos recursos extraordinários; V - examinar os incidentes surgidos após a interposição de recurso extraordinário; VI – apreciar pedido de tutela provisória incidental a recurso extraordinário; VII - julgar os agravos internos interpostos contra decisões que denegam seguimento a recurso extraordinário por ausência de repercussão geral da questão constitucional debatida.
Art. 43. O Vice-Presidente participa das sessões dos órgãos judicantes do Tribunal, exceto de Turma, e não concorre à distribuição de processos.
CAPÍTULO III DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA DO TRABALHO
Seção I Das Disposições Gerais (Revogada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 44. O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho será eleito para mandato de 2 (dois) anos, entre a primeira quinta parte dos Ministros mais antigos, excluído aquele que tenha exercido o cargo de Presidente, mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus integrantes, na mesma sessão extraordinária em que forem eleitos o Presidente e o Vice-Presidente e tomará posse em sessão solene, na mesma data de ambos. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Parágrafo único. Aplicam-se à eleição do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho as normas constantes dos arts. 30 a 35 deste Regimento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Seção II Das Atribuições do Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho (Revogada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 45. O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho exercerá, no Conselho Superior da Justiça do Trabalho, as atribuições que lhe couberem, na conformidade da lei e do seu Regimento Interno, não concorrerá à distribuição de processos e participará, quando não estiver ausente em função corregedora, das sessões dos órgãos judicantes da Corte, exceto de Turmas, com direito a voto. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 46. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 47. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO IV DA POLÍCIA DO TRIBUNAL
Art. 48. O Presidente, no exercício das atribuições referentes à Polícia do Tribunal, determinará as providências atinentes ao resguardo da disciplina, da ordem e da integridade universal da Corte, na sede ou nas dependências.
Parágrafo único. No desempenho dessa atribuição, o Presidente poderá implantar sistema informatizado de controle de acesso às dependências do Tribunal e requisitar, quando necessário, o auxílio de outras autoridades.
Art. 49. Ocorrendo infração de lei penal na sede, ou nas dependências do Tribunal, o Presidente instaurará inquérito, podendo delegar essa atribuição a Ministro da Corte.
Parágrafo único. Nos demais casos, o Presidente poderá proceder na forma deste artigo ou requisitar a instauração de inquérito à autoridade competente.
Art. 50. A polícia das sessões e das audiências compete ao seu Presidente.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
CAPÍTULO V DA REPRESENTAÇÃO POR DESOBEDIÊNCIA OU DESACATO
Art. 51. Na hipótese de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus Ministros, no exercício da função, ou desacato ao Tribunal ou a seus Ministros, o Presidente comunicará o fato ao órgão competente do Ministério Público, provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal.
Parágrafo único. Decorrido o prazo de 30 (trinta) dias, sem que tenha sido instaurada a ação penal, o Presidente dará ciência ao Tribunal, em segredo de justiça, para as providências que julgar necessárias.
CAPÍTULO VI DA ORDEM DO MÉRITO JUDICIÁRIO DO TRABALHO
Art. 52. A Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, administrada por seu respectivo Conselho, é regida por regulamento próprio, aprovado pelo Órgão Especial, no qual é definida a sua organização, administração e composição.
CAPÍTULO VII DAS COMISSÕES
Seção I Das Disposições Gerais
Art. 53. As comissões permanentes colaboram no desempenho dos encargos do Tribunal e são compostas por Ministros eleitos pelo Órgão Especial na primeira sessão subsequente à posse dos membros da direção.
§ 1º Não integram comissões permanentes os Ministros exercentes dos cargos de direção do Tribunal, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho - ENAMAT.
§ 2º A Presidência das comissões permanentes caberá ao Ministro mais antigo que as compuser.
§ 3º Observado o disposto no § 1° deste artigo, cada Ministro poderá ser eleito membro titular da mesma comissão permanente para um período, admitida sua reeleição para o mandato imediatamente seguinte.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 4º Na eleição dos membros titulares das comissões permanentes referidas neste artigo, deverá ser observada, sempre que possível, a participação equânime de homens e mulheres. (Incluído pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
Art. 54. Para atender a finalidades específicas, poderão ser instituídas pelo Órgão Especial comissões temporárias, que serão extintas quando cumprido o fim a que se destinavam.
Art. 55. São comissões permanentes: I - Comissão de Regimento Interno; II - Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos;
III - Comissão de Documentação e Memória. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020) IV - Comissão de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 4, de 16 de maio de 2022) V - Comissão Gestora de Precedentes. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 56. As comissões, permanentes ou temporárias, poderão: I - sugerir ao Presidente do Tribunal normas de serviço relativas à matéria de sua competência; II - manter entendimento com outras autoridades ou instituições, relativamente a assuntos de sua competência, mediante delegação do Presidente do Tribunal.
Art. 56-A. Em caso de afastamento definitivo de membro titular de comissão permanente, ocupará a vaga o respectivo suplente, durante o período remanescente do mandato do sucedido, procedendo-se à eleição de novo suplente. (Incluído pelo Ato Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020)
Art. 56-B. As Comissões permanentes contarão com estrutura de apoio adequada ao cumprimento de suas atribuições. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. As Comissões permanentes realizarão reunião mensal ordinária, e extraordinária, quando necessário, para o atendimento adequado de suas atribuições e registrará em ata as deliberações, propostas, pareceres e demais elementos pertinentes. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Seção II Da Comissão de Regimento Interno
Art. 57. A Comissão de Regimento Interno é formada por 3 (três) Ministros titulares e um suplente, designados pelo Órgão Especial, recaindo a escolha, preferencialmente, sobre os membros mais antigos da Corte, excluídos os que exercem cargo de direção do Tribunal, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho - ENAMAT.
Art. 58. À Comissão de Regimento Interno cabe: I - zelar pela atualização do Regimento, propondo emendas ao texto em vigor, bem assim emitir parecer sobre as propostas de iniciativa dos membros da Corte para alteração, criação ou cancelamento de artigos; II - opinar em processo administrativo que envolva matéria regimental, por solicitação do Presidente do Tribunal, do Tribunal Pleno ou do Órgão Especial;
III - opinar, quando solicitado, sobre propostas de edição de resoluções, instruções normativas e resoluções administrativas. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020)
Parágrafo único. O parecer sobre propostas de alteração, criação ou cancelamento de artigos do Regimento Interno e dos atos normativos a que se referem os incisos I e III deste artigo deverá ser encaminhado pela Comissão no prazo de 30 (trinta) dias ao Presidente, o qual a submeterá ao Tribunal Pleno.
Seção III Da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos
Art. 59. A Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos é composta por 3 (três) Ministros titulares e um suplente, designados pelo Órgão Especial, excluídos os titulares que integram outras comissões permanentes, os membros de direção do Tribunal, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho - ENAMAT.
Art. 60. À Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos cabe: I - zelar pela expansão, atualização e publicação da jurisprudência do Tribunal; II - supervisionar o serviço de sistematização da jurisprudência do Tribunal, determinando medidas atinentes à seleção e ao registro dos temas para fim de pesquisa, bem como administrar a base de dados informatizada de jurisprudência, sugerindo ao Presidente as medidas necessárias ao seu aperfeiçoamento;
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
III - propor a edição, a revisão ou o cancelamento de súmula, de orientação jurisprudencial e de precedente normativo; IV - inserir as orientações jurisprudenciais das seções do Tribunal que retratem a jurisprudência pacificada da Corte, indicando os precedentes que a espelham; V - manter a seleção dos repertórios idôneos de divulgação dos julgados da Justiça do Trabalho; VI - (Revogado pelo Ato Regimental n. 2, de 19 de abril de 2021) VII - nos termos do art. 171 deste Regimento, receber as propostas de edição, revisão ou cancelamento de súmula, de orientação jurisprudencial e de precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho e sobre elas emitir parecer no prazo de 30 (trinta) dias.
Art. 61. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Seção IV Da Comissão de Documentação e Memória (Redação dada pela Emenda Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020)
Art. 62. A Comissão de Documentação e Memória é constituída de 3 (três) Ministros titulares e um suplente, designados pelo Órgão Especial, excluídos os titulares das demais comissões, os membros de direção do Tribunal, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho ENAMAT. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020)
Art. 63. À Comissão de Documentação e Memória cabe: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020) I - publicar a Revista do Tribunal, destinada à divulgação de trabalhos doutrinários e jurisprudenciais e ao registro de atos públicos de interesse da Justiça do Trabalho; II - supervisionar a administração da biblioteca do Tribunal, sugerindo ao Presidente as medidas necessárias ao seu aperfeiçoamento, bem como opinar sobre a aquisição de livros; III - supervisionar o “Memorial da Justiça do Trabalho e do TST” existente no Tribunal, sugerindo ao Presidente as medidas necessárias ao seu aperfeiçoamento e manutenção, com inserção de documentos, peças e objetos reputados de especial valor histórico; IV - propor a política de gestão documental do Tribunal, opinando sobre a manutenção do acervo, modernização e automatização da Coordenadoria de Gestão Documental e Memória; V - propor alterações na Tabela de Temporalidade e no Plano de Classificação dos processos judiciais e documentos;
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
VI - manifestar-se, anualmente, sobre o Termo de Eliminação dos processos judiciais encaminhado pela Coordenadoria de Gestão Documental e Memória, determinando a publicação do documento na Imprensa Oficial, caso aprovado; VII - acompanhar os procedimentos de eliminação dos documentos constantes do Termo aludido no inciso VI deste artigo; VIII - manter, na Coordenadoria de Gestão Documental e Memória, serviço de documentação para recolher elementos que sirvam de subsídio à história do Tribunal e da Justiça do Trabalho e organizar e disponibilizar dados biográficos dos Ministros do TST; IX - orientar a biblioteca na divulgação, para os Ministros e seus gabinetes, do acervo bibliográfico, e na atualização legislativa e jurisprudencial de interesse da Justiça do Trabalho; X - efetivar o registro e o controle dos repositórios autorizados à publicação da jurisprudência da Corte, previstos no parágrafo único do art. 183; XI - supervisionar a documentação publicada pelo Tribunal na rede mundial de computadores e providenciar a renovação dos conteúdos do sítio do Tribunal;
XII - selecionar os acórdãos a serem encaminhados para publicação em periódicos autorizados, inclusive entre aqueles eventualmente encaminhados pelos gabinetes; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) XIII - manter na biblioteca pastas individuais contendo dados da produção bibliográfica dos Ministros do TST.
Seção V Da Comissão de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão (Redação dada pela Emenda Regimental n. 4, de 16 de maio de 2022)
Art. 63-A. A Comissão de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão é constituída de 3 (três) Ministros titulares e um suplente, designados pelo Órgão Especial, excluídos os titulares das demais comissões, os membros de direção do Tribunal, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 63-B. Incumbe à Comissão de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão, no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - propor, orientar e acompanhar as ações de acessibilidade e inclusão voltadas à eliminação de quaisquer formas de discriminação e à remoção de barreiras de qualquer natureza que dificultem o acesso autônomo e seguro às
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
instalações e aos serviços do órgão por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - propor, orientar e acompanhar políticas afirmativas e de combate à discriminação, e sugerir à Presidência do Tribunal a edição ou alteração de normas e orientações que disponham, parcial ou integralmente, sobre matéria da área de atuação da Comissão; e (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - aprovar relatório anual de ações realizadas, acerca da promoção da acessibilidade, diversidade e inclusão. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Seção VI Da Comissão Gestora de Precedentes (Incluída pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 63-C. A Comissão Gestora de Precedentes é composta por 3 (três) Ministros titulares e um suplente, e será obrigatoriamente presidida pelo Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, designados os demais membros pelo Órgão Especial. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 63-D. À Comissão Gestora de Precedentes cabe: (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - supervisionar os trabalhos do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes -NUGEP, em especial os relacionados à gestão dos casos repetitivos e dos incidentes de assunção de competência, bem como ao controle e ao acompanhamento de processos sobrestados na Corte em razão de decisão de sobrestamento proferida no Supremo Tribunal Federal ou no Tribunal Superior do Trabalho sob a sistemática de produção de precedentes qualificados obrigatórios; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - sugerir ao Presidente do Tribunal medidas para o aperfeiçoamento da formação e da divulgação dos precedentes qualificados, conforme disposto no Código de Processo Civil; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - sugerir aos Presidentes do Tribunal e das Turmas medidas destinadas a ampliar a afetação de processos aos ritos dos recursos repetitivos e da assunção de competência; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) IV - desenvolver trabalho de inteligência, em conjunto com os Conselhos Nacional de Justiça e Superior da Justiça do Trabalho e com os Tribunais Regionais do Trabalho, a fim de identificar matérias com potencial de repetitividade ou com relevante questão de direito, de grande repercussão econômica ou social, aptas a serem submetidas ao Tribunal Superior do Trabalho sob a sistemática dos recursos repetitivos e de assunção de competência; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
V - acompanhar, inclusive antes da distribuição, os processos que possuam matéria com potencial de repetitividade ou com relevante questão de direito, de grande repercussão econômica ou social, a fim de propor ao Presidente do Tribunal medidas para a racionalização dos julgamentos desta Corte por meio de definições de teses jurídicas em recursos repetitivos ou em assunção de competência; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) VI - deliberar sobre questões que excedam a esfera de competência administrativa do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes, além de outras atribuições referentes a casos repetitivos e a incidentes de assunção de competência (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO E DA COMPETÊNCIA
CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO
Art. 64. O Tribunal funciona em sua composição plena ou dividido em Órgão Especial, Seções, Subseções Especializadas e Turmas.
Art. 65. São órgãos do Tribunal Superior do Trabalho: I - Tribunal Pleno; II - Órgão Especial; III - Seção Especializada em Dissídios Coletivos; IV - Seção Especializada em Dissídios Individuais, dividida em duas subseções; V - Turmas.
Parágrafo único. São órgãos que funcionam junto ao Tribunal Superior do Trabalho: I - Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT); II - Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT); III - Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST); IV - Ouvidoria.
Art. 66. Para a composição dos órgãos judicantes do Tribunal, respeitados os critérios de antiguidade e os estabelecidos neste capítulo, os Ministros poderão escolher a Seção Especializada e a Turma que desejarem integrar, podendo exercer o direito de permuta, salvo os Presidentes de Turma, que, para fazê-lo, deverão previamente renunciar à Presidência do órgão colegiado.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Parágrafo único. Cada Ministro comporá apenas uma Seção Especializada.
Art. 67. O Ministro empossado integrará os órgãos do Tribunal onde ocorreu a vaga ou ocupará aquela resultante da transferência de Ministro, autorizada pelo art. 66 deste Regimento.
Art. 68. O Tribunal Pleno é constituído pela totalidade dos Ministros que integram a Corte
§ 1º Para o funcionamento do Tribunal Pleno é exigida a presença de, no mínimo, 14 (quatorze) Ministros, sendo necessária a maioria absoluta para deliberar sobre: I - escolha dos nomes que integrarão a lista tríplice destinada à vaga de Ministro do Tribunal, observado o disposto no art. 4º, § 2º, II, deste Regimento; II - aprovação de Emenda Regimental; III - eleição dos Ministros para os cargos de direção do Tribunal; IV - edição, revisão ou cancelamento de súmula, de orientação jurisprudencial e de precedente normativo; V - declaração de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do Poder Público.
§ 2º Será tomada por 2/3 (dois terços) dos votos dos Ministros que compõem o Tribunal Pleno a deliberação preliminar referente à existência de relevante interesse público que fundamenta a proposta de edição, revisão ou cancelamento de súmula, orientação jurisprudencial e precedente normativo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 69. O Órgão Especial é composto por 14 (quatorze) membros, sendo 7 (sete) por antiguidade e 7 (sete) por eleição, e 3 (três) suplentes.
§ 1º Integram o Órgão Especial o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, juntamente com os demais Ministros mais antigos e eleitos.
§ 2º Caso seja eleito para cargo de direção do Tribunal Ministro que não figure dentre os 7 (sete) mais antigos aptos a integrar o Órgão Especial, será ele considerado eleito para integrá-lo, promovendo-se a eleição prevista no caput deste artigo, por escrutínio secreto, apenas para os cargos remanescentes.
§ 3º O quorum para funcionamento do Órgão Especial é de 8 (oito) Ministros, mas, para deliberar sobre disponibilidade ou aposentadoria de Magistrado, exige-se a presença e votação convergente da maioria absoluta.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 4º Para recompor o quorum em virtude da ausência de Ministro integrante da metade mais antiga, será convocado o Ministro que o suceder na ordem de antiguidade. No caso de não comparecimento de Ministro que compõe a metade eleita, a convocação recairá sobre qualquer dos suplentes.
Art. 70. Integram a Seção Especializada em Dissídios Coletivos o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais 6 (seis) Ministros.
Parágrafo único. O quorum para o funcionamento da Seção Especializada em Dissídios Coletivos é de 5 (cinco) Ministros, sendo que, na falta de quorum, deve ser convocado Ministro para substituir o ausente, preferencialmente da sua mesma Turma.
Art. 71. A Seção Especializada em Dissídios Individuais é composta de 21 (vinte e um) Ministros, sendo o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais 18 (dezoito) Ministros, e funciona em composição plena ou dividida em duas subseções para julgamento dos processos de sua competência.
§ 1º O quorum exigido para o funcionamento da Seção Especializada em Dissídios Individuais plena é de 1 1 ( onze) Ministros, mas as deliberações só poderão ocorrer pelo voto da maioria absoluta dos integrantes da Seção.
§ 2º Integram a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais 14 (quatorze) Ministros, sendo o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais 11 (onze) Ministros, preferencialmente os Presidentes de Turma, exigida a presença de, no mínimo, 8 (oito) Ministros para o seu funcionamento, sendo que, na falta de quorum, deve ser convocado Ministro para substituir o ausente, preferencialmente da sua mesma Turma.
§ 3º Haverá pelo menos 1 (um) e no máximo 2 (dois) integrantes de cada Turma na composição da Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais.
§ 4º Integram a Subseção II da Seção Especializada em Dissídios Individuais 10 (dez) Ministros, sendo o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e mais 7 (sete) Ministros, exigida a presença de, no mínimo, 6 (seis) Ministros para o seu funcionamento, sendo que, na falta de quorum, deve ser convocado Ministro para substituir o ausente, preferencialmente da sua mesma Turma.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 72. As decisões do Órgão Especial, das Seções e Subseções Especializadas que se inclinarem por contrariar súmula, orientação jurisprudencial e precedente normativo ou decisões reiteradas de 5 (cinco) ou mais Turmas do Tribunal sobre tema de natureza material ou processual serão suspensas, sem proclamação do resultado, e os autos encaminhados ao Tribunal Pleno, para deliberação sobre a questão controvertida, mantido o relator de sorteio no órgão fracionário.
Art. 73. As Turmas são constituídas, cada uma, por 3 (três) Ministros, sendo presididas de acordo com os critérios estabelecidos pelos arts. 91 e 92 deste Regimento.
Parágrafo único. Para os julgamentos nas Turmas é necessária a presença de 3 (três) Magistrados.
CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA
Seção I Das Disposições Gerais
Art. 74. Compete ao Tribunal Superior do Trabalho processar, conciliar e julgar, na forma da lei, em grau originário ou recursal ordinário ou extraordinário, as demandas individuais e os dissídios coletivos que excedam a jurisdição dos Tribunais Regionais, os conflitos de direito sindical, assim como outras controvérsias decorrentes de relação de trabalho, e os litígios relativos ao cumprimento de suas próprias decisões, de laudos arbitrais e de convenções e acordos coletivos.
Seção II Da Competência do Tribunal Pleno
Art. 75. Compete ao Tribunal Pleno: I - eleger, por escrutínio secreto, o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, os 7 (sete) Ministros para integrar o Órgão Especial, o Diretor, o Vice-Diretor e os membros do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT), o diretor e os membros do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST); os Ministros membros do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e respectivos suplentes, os membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministro Ouvidor e seu substituto;
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
II - dar posse aos membros eleitos para os cargos de direção do Tribunal Superior do Trabalho, aos Ministros nomeados para o Tribunal, aos membros da direção e do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) e do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST); III - escolher os integrantes das listas para provimento das vagas de Ministro do Tribunal; IV - deliberar sobre prorrogação do prazo para a posse no cargo de Ministro do Tribunal Superior do Trabalho e o início do exercício; V - determinar a disponibilidade ou a aposentadoria de Ministro do Tribunal; VI - opinar sobre propostas de alterações da legislação trabalhista, inclusive processual, quando entender que deve manifestar-se oficialmente; VII - estabelecer ou alterar súmulas e outros enunciados de jurisprudência uniforme, observado o disposto no §§ 2º a 6º do art. 174 deste Regimento; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) VIII - deliberar sobre a admissão e julgar os incidentes de assunção de competência, os incidentes de resolução de demandas repetitivas e os incidentes de recursos repetitivos, bem como os processos remetidos em conformidade com o art. 72 deste Regimento; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) IX - decidir sobre a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público, quando aprovada a arguição pelas Seções Especializadas ou Turmas; X - aprovar e emendar o Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho; XI - processar e julgar as reclamações destinadas à preservação de sua competência e à garantia da autoridade de suas decisões e à observância obrigatória de tese jurídica firmada em decisão com eficácia de precedente judicial de cumprimento obrigatório, por ele proferida.
Parágrafo único. Nas eleições para os cargos de Direção do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST) e de Membros do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), bem como para o cargo de Ouvidor, deverá ser observada, sempre que possível, a participação equânime de homens e mulheres. (Incluído pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Seção III Da Competência do Órgão Especial
Art. 76. Compete ao Órgão Especial: I - em matéria judiciária: a) processar e julgar as reclamações destinadas à preservação de sua competência, à garantia da autoridade de suas decisões e à observância obrigatória de tese jurídica firmada em decisão com eficácia de precedente judicial de cumprimento obrigatório, por ele proferida; b) julgar mandado de segurança impetrado contra atos do Presidente ou de qualquer Ministro do Tribunal, ressalvada a competência das Seções Especializadas; c) julgar os recursos interpostos contra decisões dos Tribunais Regionais do Trabalho em mandado de segurança de interesse de magistrados e servidores da Justiça do Trabalho; d) julgar os recursos interpostos contra decisão em matéria de concurso para a Magistratura do Trabalho; e) julgar os recursos ordinários em agravos internos interpostos contra decisões proferidas em reclamações correicionais ou em pedidos de providências que envolvam impugnação de cálculos de precatórios; f) julgar os recursos ordinários interpostos contra decisões proferidas em mandado de segurança impetrado contra ato do Presidente de Tribunal Regional em precatório; g) julgar os recursos ordinários interpostos contra decisões proferidas em reclamações quando a competência para julgamento do recurso do processo principal for a ele atribuída; h) (Revogada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) i) julgar os agravos internos interpostos contra decisões que denegam seguimento a recurso extraordinário por ausência de repercussão geral da questão constitucional debatida; j) deliberar sobre as demais matérias jurisdicionais não incluídas na competência dos outros órgãos do Tribunal. II - em matéria administrativa: a) proceder à abertura e ao encerramento do semestre judiciário; b) eleger os membros do Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho e os das Comissões previstas neste Regimento, com observância, neste último caso, do disposto nos §§ 1º e 3º de seu art. 53;
c) aprovar e emendar o Regulamento Geral da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho, o Regulamento da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, os Estatutos da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) e do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST); (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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d) propor ao Poder Legislativo, após a deliberação do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), a criação, extinção ou modificação de Tribunais Regionais do Trabalho e Varas do Trabalho, assim como a alteração de jurisdição e de sede destes; e) propor ao Poder Legislativo a criação, a extinção e a transformação de cargos e funções públicas e a fixação dos respectivos vencimentos ou gratificações; f) escolher, mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta dos seus membros, Desembargador de Tribunal Regional do Trabalho para substituir temporariamente Ministro do Tribunal Superior do Trabalho; g) aprovar a lista dos admitidos na Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho; h) aprovar a lotação das funções comissionadas do Quadro de Pessoal do Tribunal; i) conceder licença, férias e outros afastamentos aos membros do Tribunal; j) fixar e rever as diárias e as ajudas de custo do Presidente, dos Ministros e servidores do Tribunal; l) designar as comissões temporárias para exame e elaboração de estudo sobre matéria relevante, respeitada a competência das comissões permanentes; m) aprovar as instruções de concurso para provimento dos cargos de Juiz do Trabalho Substituto; n) aprovar as instruções dos concursos para provimento dos cargos do Quadro de Pessoal do Tribunal e homologar seu resultado final; o) julgar os recursos de decisões ou atos do Presidente do Tribunal em matéria administrativa; p) (Revogada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) q) examinar as matérias encaminhadas pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT); r) aprovar a proposta orçamentária da Justiça do Trabalho; s) julgar os recursos ordinários interpostos contra agravos internos em que tenha sido apreciada decisão de Presidente de Tribunal Regional em precatório; t) deliberar sobre as questões relevantes e atos normativos a que alude o art. 41, XXXIII e parágrafo único, deste Regimento.
Seção IV Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC)
Art. 77. À Seção Especializada em Dissídios Coletivos compete: I - originariamente:
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a) julgar os dissídios coletivos de natureza econômica e jurídica, de sua competência, ou rever suas próprias sentenças normativas, nos casos previstos em lei; b) homologar as conciliações firmadas nos dissídios coletivos; c) julgar as ações anulatórias de acordos e convenções coletivas; d) julgar as ações rescisórias propostas contra suas sentenças normativas; e) julgar os agravos internos contra decisões não definitivas, proferidas pelo Presidente do Tribunal, ou por qualquer dos Ministros integrantes da Seção Especializada em Dissídios Coletivos; f) julgar os conflitos de competência entre Tribunais Regionais do Trabalho em processos de dissídio coletivo; g) processar e julgar as tutelas provisórias antecedentes ou incidentes nos processos de dissídio coletivo; h) processar e julgar as ações em matéria de greve, quando o conflito exceder a jurisdição de Tribunal Regional do Trabalho; i) processar e julgar as reclamações destinadas à preservação de sua competência e à garantia da autoridade de suas decisões. II - em última instância, julgar: a) os recursos ordinários interpostos contra as decisões proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho em dissídios coletivos de natureza econômica ou jurídica; b) os recursos ordinários interpostos contra decisões proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho em ações rescisórias, reclamações e mandados de segurança pertinentes a dissídios coletivos e em ações anulatórias de acordos e convenções coletivas; c) os embargos infringentes interpostos contra decisão não unânime proferida em processo de dissídio coletivo de sua competência originária, salvo se a decisão embargada estiver em consonância com precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho ou com súmula de sua jurisprudência predominante; d) os agravos de instrumento interpostos contra decisão denegatória de recurso ordinário nos processos de sua competência.
Seção V Da Competência da Seção Especializada em Dissídios Individuais
Art. 78. À Seção Especializada em Dissídios Individuais, em composição plena ou dividida em duas Subseções, compete: I – em composição plena: a) julgar, em caráter de urgência e com preferência na pauta, os processos nos quais tenha sido estabelecida, na votação, divergência entre as Subseções I e II da Seção Especializada em Dissídios Individuais, quanto à aplicação de dispositivo de lei federal ou da Constituição da República;
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b) processar e julgar as reclamações destinadas à preservação de sua competência, à garantia da autoridade de suas decisões e à observância obrigatória de tese jurídica firmada em decisão com eficácia de precedente judicial de cumprimento obrigatório, por ela proferida. II - à Subseção I: a) julgar os embargos interpostos contra decisões divergentes das Turmas, ou destas que divirjam de decisão da Seção de Dissídios Individuais, de súmula ou de orientação jurisprudencial; b) processar e julgar as reclamações destinadas à preservação de sua competência, à garantia da autoridade de suas decisões e à observância obrigatória de tese jurídica firmada em decisão com eficácia de precedente judicial de cumprimento obrigatório, por ela proferida; c) julgar os agravos internos interpostos contra decisão monocrática exarada em processos de sua competência ou decorrentes do juízo de admissibilidade da Presidência de Turmas do Tribunal; d) (Revogada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - à Subseção II: a) originariamente: I - julgar as ações rescisórias propostas contra suas decisões, as da Subseção I e as das Turmas do Tribunal; II - julgar os mandados de segurança contra os atos praticados pelo Presidente do Tribunal, ou por qualquer dos Ministros integrantes da Seção Especializada em Dissídios Individuais, nos processos de sua competência; III - julgar os pedidos de concessão de tutelas provisórias e demais medidas de urgência; IV - julgar os habeas corpus; V - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) VI - processar e julgar as reclamações destinadas à preservação de sua competência, à garantia da autoridade de suas decisões e à observância obrigatória de tese jurídica firmada em decisão com eficácia de precedente judicial de cumprimento obrigatório, por ela proferida. b) em única instância: I - julgar os agravos internos interpostos contra decisão monocrática exarada em processos de sua competência; II - julgar os conflitos de competência entre Tribunais Regionais e os que envolvam Desembargadores dos Tribunais de Justiça, quando investidos da jurisdição trabalhista, e Juízes do Trabalho em processos de dissídios individuais. c) em última instância: I - julgar os recursos ordinários interpostos contra decisões dos Tribunais Regionais em processos de dissídio individual de sua competência originária; II - julgar os agravos de instrumento interpostos contra decisão denegatória de recurso ordinário em processos de sua competência.
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Seção VI Da Competência das Turmas
Art. 79. Compete a cada uma das Turmas julgar: I - as reclamações destinadas à preservação da sua competência e à garantia da autoridade de suas decisões; II - os recursos de revista interpostos contra decisão dos Tribunais Regionais do Trabalho, nos casos previstos em lei; III - os agravos de instrumento das decisões de Presidente de Tribunal Regional que denegarem seguimento a recurso de revista; IV - os agravos internos interpostos contra decisão monocrática exarada em processos de sua competência; V - os recursos ordinários em tutelas provisórias e as reclamações, quando a competência para julgamento do recurso do processo principal for atribuída à Turma, bem como a tutela provisória requerida em procedimento antecedente de que trata o art. 114 deste Regimento.
Seção VII Da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho - ENAMAT
Art. 80. A Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) é órgão que funciona junto ao Tribunal Superior do Trabalho, com autonomia administrativa e financeira, cabendo-lhe, dentre outras funções, regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira e formação continuada dos Magistrados, na forma dos seus estatutos. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 81. O Diretor, o Vice-Diretor e os membros do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) serão eleitos pelo Tribunal Pleno, em escrutínio secreto, para mandato de 2 (dois) anos, permitida uma recondução apenas dos Conselheiros. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Os membros eleitos para os cargos de direção da Escola e os do Conselho Consultivo tomarão posse perante o Tribunal Pleno.
§ 2º O Diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) receberá 15% (quinze por cento) a menos de processos distribuídos, respeitada a proporção quanto às classes processuais de competência da Turma.
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Seção VIII Do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do TST
- CEFAST
Art. 82. O Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST) é órgão que funciona junto ao Tribunal Superior do Trabalho, com autonomia administrativa, cabendo-lhe, dentre outras funções, capacitar e aperfeiçoar os servidores que desenvolvem atividades jurídicas no TST.
Art. 83. O Diretor e os membros do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST) serão eleitos pelo Tribunal Pleno, em escrutínio secreto, para mandato de 2 (dois) anos, permitida uma recondução, à exceção do Diretor. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. Os membros eleitos para os cargos de direção do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST) tomarão posse perante o Tribunal Pleno.
Seção IX Do Conselho Superior da Justiça do Trabalho CSJT
Art. 84. O Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) é órgão que funciona junto ao Tribunal Superior do Trabalho, com autonomia administrativa, cabendo-lhe exercer a supervisão administrativa, orçamentária, financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho, de primeiro e segundo graus, como órgão central do sistema.
Seção X Da Ouvidoria
Art. 85. A Ouvidoria do Tribunal Superior do Trabalho tem por missão assegurar canais de comunicação eficientes, ágeis e transparentes entre o cidadão, os servidores e a administração do Tribunal, para orientar, transmitir informações e colaborar para o aperfeiçoamento dos serviços prestados à sociedade, bem assim promover a interlocução com as Ouvidorias dos Tribunais Regionais do Trabalho, dos demais órgãos integrantes do Poder Judiciário e dos Poderes Legislativo e Executivo para o eficaz atendimento das demandas acerca dos serviços prestados pelos órgãos da Justiça do Trabalho. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 86. O Ministro Ouvidor e seu substituto serão eleitos pelo Tribunal Pleno dentre os Ministros do Tribunal, excluídos o Presidente, e quem já tenha exercido a Presidência do Tribunal, o Vice-Presidente, o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho e os Presidentes das Turmas. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. A eleição do Ministro Ouvidor e de seu substituto dar-se-á na primeira sessão subsequente à posse dos membros da direção do Tribunal, sempre que possível.
Art. 87. O Presidente do Tribunal, em conjunto com o Ministro Ouvidor, poderá baixar normas complementares acerca dos procedimentos internos da Ouvidoria, ad referendum do Órgão Especial.
Seção XI Das Disposições Gerais
Art. 88. Ao Tribunal Pleno, ao Órgão Especial, às Seções Especializadas e às Turmas cabe, ainda, nos processos de sua competência: I - julgar: a) os embargos de declaração interpostos contra suas decisões; b) os pedidos de concessão de tutela provisória e demais medidas de urgência; c) os incidentes que lhes forem submetidos;
d) a restauração de autos, em processo de sua competência. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - homologar as desistências dos recursos, decidir sobre pedido de desistência de ação quanto aos processos incluídos em pauta para julgamento e homologar os acordos em processos de competência originária do Tribunal; III - representar à autoridade competente, quando, em autos ou documentos de que conhecer, houver indício de crime de ação pública.
Art. 89. A proclamação do resultado da votação será suspensa: I - pelo Órgão Especial, pelas Seções Especializadas e pelas Turmas, para remessa do processo ao Tribunal Pleno, quando se verificar que a maioria respectiva se inclina pelo acolhimento da arguição de inconstitucionalidade de norma em matéria que ainda não tenha sido decidida pelo Tribunal Pleno ou pelo Supremo Tribunal Federal; II - pelas Seções Especializadas, quando convier o pronunciamento do Tribunal Pleno, em razão da relevância da questão jurídica, do interesse público ou da necessidade de prevenir divergência de julgados, nos termos do art. 72 deste Regimento.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
CAPÍTULO III DA PRESIDÊNCIA DOS ÓRGÃOS DO TRIBUNAL (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Seção I Da Presidência do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções Especializadas
Art. 90. O Ministro Presidente do Tribunal presidirá o Tribunal Pleno, o Órgão Especial e as Seções Especializadas, podendo ser substituído, sucessivamente, pelo Vice-Presidente, pelo Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho ou pelo Ministro mais antigo presente à sessão.
Seção II Da Presidência das Turmas
Art. 91. O Presidente da Turma será o mais antigo dentre os Ministros que a compõem, por um período de 2 ( dois) anos, vedada a recondução, até que todos os seus integrantes hajam exercido a Presidência, observada a ordem decrescente de antiguidade.
Parágrafo único. É facultado aos demais Ministros recusarem a Presidência, desde que o façam antes da proclamação de sua escolha.
Art. 92. Na hipótese de vacância do cargo de Presidente de Turma, assumirá o Ministro mais antigo do respectivo órgão colegiado.
§ 1º Nas ausências eventuais ou afastamentos temporários, o Presidente da Turma será substituído pelo Ministro mais antigo do órgão colegiado.
§ 2º A escolha do Presidente da Turma, observado o critério estabelecido no art. 91 deste Regimento, dar-se-á na primeira sessão ordinária da Turma que suceder à posse da nova direção do Tribunal, ressalvada a situação prevista no parágrafo seguinte.
§ 3º Se houver vacância da Presidência da Turma, a escolha do novo Presidente dar-se-á na sessão ordinária imediatamente posterior à ocorrência da vaga, hipótese em que o ministro eleito completará o mandato do sucedido pelo prazo remanescente.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 4º Considera-se empossado o sucessor, em qualquer das situações a que se referem os §§ 2º e 3º deste artigo, na mesma data de sua escolha para a Presidência da Turma.
Seção III Das Atribuições do Presidente de Turma
Art. 93. Compete ao Presidente de Turma: I - indicar o Secretário da Turma para nomeação pelo Presidente do Tribunal; II - convocar sessões ordinárias e extraordinárias; III - dirigir os trabalhos e presidir as sessões da Turma, propor e submeter as questões, apurar os votos e proclamar as decisões; IV - manter a ordem nas sessões, podendo mandar retirar os que as perturbarem e os que faltarem com o devido respeito e prender os desobedientes, fazendo lavrar o respectivo auto; V - despachar os expedientes da Turma que excederem à competência dos relatores, inclusive os pedidos manifestados após a publicação dos acórdãos; VI - supervisionar os serviços da Secretaria; VII - convidar, mediante prévio entendimento, Ministro ou Desembargador convocado para compor o quorum; VIII - exercer o juízo de admissibilidade dos embargos à Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais e julgar os embargos de declaração interpostos dessas decisões;
IX - submeter ao Presidente do Tribunal Superior do Trabalho a proposta de afetação dos recursos de revista para os efeitos dos arts. 896-B e 896- C da CLT e deste Regimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. Em face da atribuição contida no inciso VIII deste artigo, o Presidente de Turma receberá 15% (quinze por cento) a menos de processos distribuídos, respeitada a proporção quanto às classes processuais de competência da Turma. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
TÍTULO IV DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
Art. 94. O Ministério Público do Trabalho atuará nas sessões do Tribunal representado pelo Procurador-Geral ou, mediante sua delegação, por Subprocuradores-Gerais e por Procuradores Regionais, na forma da lei.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 95. À Procuradoria-Geral do Trabalho serão remetidos processos para parecer, nas seguintes hipóteses: I - obrigatoriamente, quando for parte pessoa jurídica de direito público, Estado estrangeiro ou organismo internacional e quando houver interesse de incapaz;
II - facultativamente, por iniciativa do relator, quando a matéria, por sua relevância, recomendar a prévia manifestação do Ministério Público do Trabalho; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
III - por iniciativa do Ministério Público do Trabalho, quando entender existente interesse público que justifique a sua intervenção; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
IV - por determinação legal, os mandados de segurança em grau originário ou recursal, as ações civis públicas em que o Ministério Público do Trabalho não for autor, os dissídios coletivos originários, caso não exarado parecer na instrução, e os processos em que forem parte indígena, comunidades e organizações indígenas, além de outros processos em que a lei impuser a intervenção do Ministério Público do Trabalho. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º À Procuradoria-Geral do Trabalho serão encaminhados de imediato, após autuação e distribuição, os processos nos quais figuram como parte pessoa jurídica de direito público, Estado estrangeiro ou organismo internacional, e os recursos ordinários em mandado de segurança.
§ 2º Não serão remetidos à Procuradoria-Geral do Trabalho: I - processos oriundos de ações originárias propostas pelo Ministério Público do Trabalho; II - processos de remessa facultativa que exijam urgência no julgamento ou que versem sobre tema pacificado na jurisprudência.
Art. 96. O Ministério Público do Trabalho, observadas as regras legais especiais e a tramitação preferencial de demandas, emitirá parecer no prazo legal, restituindo imediatamente os autos ao Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 97. O Ministério Público do Trabalho, após publicado o acórdão e vencido o prazo para as partes, será intimado pessoalmente nas causas em que tenha intervindo ou emitido parecer. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
LIVRO II DOS PROCESSOS, DA JURISPRUDÊNCIA E DOS PRECEDENTES (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
TÍTULO I DOS PROCESSOS
CAPÍTULO I DO REGISTRO E DA CLASSIFICAÇÃO
Art. 98. As petições recebidas serão registradas no dia de seu ingresso no Tribunal e, após a conferência das páginas e documentos juntados ou encaminhados para análise, respeitada a competência dos órgãos judicantes. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. O Presidente do Tribunal e os Presidentes de Turmas poderão delegar à Secretaria a prática de atos ordinatórios nos termos dos arts. 93, XIV, da Constituição da República e 203, § 4º, do CPC, mediante ato interno.
Art. 99. Os processos serão registrados após a conferência das folhas, classificados e autuados, de acordo com a tabela aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Art. 100. A classificação das ações de competência originária será feita nos termos do requerido pela parte, desde que prevista a classe processual na tabela unificada aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Parágrafo único. Incumbe às Secretarias do Tribunal as providências necessárias à intimação das partes para o fim de correção e atualização dos registros de CNPJ e CPF constantes na base de dados da Secretaria da Receita Federal do Brasil.
Art. 101. Na hipótese de ajuizamento de ação ou de interposição de recurso não previsto na tabela processual unificada, o processo será classificado e autuado na classe processual “Petição – Pet”.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
CAPÍTULO II DA DISTRIBUIÇÃO
Seção I Das Disposições Gerais
Art. 102. Os processos de competência do Tribunal serão distribuídos por classe, de acordo com a competência e composição dos órgãos judicantes e com a ordem cronológica do seu ingresso na Corte, observando-se a alternatividade, o sorteio eletrônico e a publicidade, concorrendo ao sorteio todos os Ministros, excetuados os membros da direção.
§ 1º Ressalvados os casos de comprovada urgência, a distribuição será efetivada, com encaminhamento do processo ao Ministro sorteado, nos dias úteis e durante o horário de funcionamento do Tribunal Superior do Trabalho.
§ 2º A regra do parágrafo anterior se aplica aos processos que retornarem, com manifestação, da Procuradoria-Geral do Trabalho.
§ 3º Não haverá distribuição de processos aos Ministros, à exceção daqueles em que houver prevenção, nos 60 (sessenta) dias que antecedem a jubilação compulsória ou voluntária. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 103. Nos períodos correspondentes ao recesso forense e às férias dos Ministros, não haverá distribuição de processos.
Parágrafo único. No caso de fruição de férias, o Ministro não receberá distribuição de processos no respectivo período nem haverá compensação posterior.
Art. 104. Todos os processos recebidos no Tribunal, independentemente da classe a que pertencerem, serão distribuídos, nos termos desta Seção, após os registros e as formalidades necessárias à sua identificação.
Parágrafo único. Será fornecido a cada Ministro, por ocasião da distribuição, documento escrito ou transmissão computadorizada contendo todos os dados da distribuição que lhe coube.
Art. 105. As redistribuições autorizadas expressamente neste Regimento serão feitas no âmbito da Secretaria do órgão colegiado em que tramita o processo, pelo respectivo Presidente, observadas a compensação e a publicidade.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 106. O Ministro recém-empossado receberá os processos vinculados à cadeira que ocupará, inclusive os agravos internos e embargos de declaração.
§ 1º Haverá compensação, na Turma, na hipótese em que o montante de processos recebidos na cadeira seja inferior, na data da posse do novo Ministro, à média de acervo de processos dos Ministros que concorrem à distribuição. A compensação será igualmente observada nas Seções Especializadas. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Na composição do saldo total de processos que caberá ao Ministro recém-empossado, observar-se-á, sempre que possível, nas turmas, a proporção de 2/5 (dois quintos) de recursos de revista e 3/5 (três quintos) de agravos de instrumento. Nas Seções Especializadas, a proporção será definida pelo Presidente do Tribunal, com base no volume de processos em cada uma das classes processuais existentes na data da posse do novo Ministro, em consonância com o interesse na efetiva e rápida prestação jurisdicional. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 2, de 19 de abril de 2021)
§ 3º Se houver processos, na cadeira, nas classes processuais “agravo de instrumento” ou “recurso de revista”, cujo montante seja superior à proporção mencionada no § 2º, a totalidade da compensação recairá sobre a classe processual que não atingiu a aludida proporcionalidade.
§ 4º A compensação de processos será progressiva, cabendo ao Presidente do Tribunal definir o acréscimo percentual à distribuição normal diária do Ministro recém-empossado.
Art. 107. Os Ministros permanecerão vinculados aos processos recebidos em distribuição, ainda que ocorram afastamentos temporários menores que 30 (trinta) dias, ressalvadas as hipóteses de mandado de segurança, habeas corpus, reclamações, dissídio coletivo, tutela provisória e de outras medidas que reclamem solução inadiável. Nesses casos, ausente o relator por mais de 3 (três) dias, o processo poderá ser redistribuído, a critério do Presidente do Tribunal, mediante posterior compensação, desde que expressamente requerida a medida pelo interessado em petição fundamentada.
§ 1º Na hipótese de o relator afastar-se temporariamente do Tribunal por período superior a 30 (trinta) dias ou definitivamente, os processos de competência das Turmas serão atribuídos ao Desembargador convocado para substituí-lo. Cessada a convocação, o relator ou o novo Ministro titular da cadeira receberá os processos não solucionados, atribuídos ou distribuídos ao Desembargador convocado. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 2º Os processos de competência das Seções Especializadas, em caso de vacância do cargo ocupado por um de seus integrantes, serão redistribuídos no âmbito dos respectivos órgãos. Nos casos de remoção de Ministro, os processos a ele distribuídos até a data do requerimento ficarão vinculados à cadeira vaga, apenas admitida a redistribuição dos casos que reclamem solução inadiável, desde que requerida pela parte interessada, mediante petição fundamentada. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 2, de 19 de abril de 2021)
§ 3º Os processos de competência do Órgão Especial, em caso de afastamento definitivo do relator, serão atribuídos ao Ministro que o suceder. Na hipótese de afastamento temporário, o relator permanecerá vinculado a tais processos, observada, porém, a regra prevista no caput deste artigo.
§ 4º Na hipótese de o relator aposentar-se, os processos de competência do Pleno que versem sobre incidentes de recurso repetitivo e de assunção de competência serão redistribuídos livremente. (Incluído pela Emenda Regimental n. 9, de 13 de março de 2026)
Art. 108. O relator que se afastar definitivamente da Turma ou da Seção Especializada, por motivo de remoção, receberá no órgão para o qual se removeu os processos vinculados ao antecessor em que este ainda não apôs o visto.
Parágrafo único. Na hipótese de remoção de Turma, o Ministro que se removeu receberá no novo órgão, em compensação, a diferença entre o acervo processual deixado na Turma de origem, ao se remover, e o que recebeu na nova cadeira, observadas as classes processuais.
Art. 109. Se o afastamento do relator for definitivo, em decorrência de haver assumido cargo de direção do Tribunal, todos os seus processos serão atribuídos, conforme o caso, ao Desembargador ou ao Titular da cadeira que, em lugar do afastado, vier a integrar a Turma, inclusive em relação aos agravos internos e aos embargos de declaração.
§ 1º. Todos os processos de competência das Seções Especializadas serão atribuídos ao Titular da cadeira que, em lugar do afastado, vier a integrar a Seção Especializada, inclusive em relação aos agravos internos e aos embargos de declaração. (Parágrafo único transformado em § 1º pelo Ato Regimental n. 3, de 29 de novembro de 2021)
§ 2º No retorno à bancada, de Ministro que houver exercido cargo de direção do Tribunal, este assumirá, na Turma que vier a integrar, o acervo da cadeira que ocupar, com a compensação, mediante redução ou aumento
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
temporário na distribuição de processos, da diferença entre o acervo processual deixado na Turma quando da assunção de cargo de direção e o que recebeu na nova cadeira, observadas as classes processuais. (Incluído pelo Ato Regimental n. 3, de 29 de novembro de 2021)
§ 3º Os incidentes de recurso repetitivo e de assunção de competência de relatoria de Ministro afastado para ocupar cargo de direção no Tribunal, de Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho ou de Conselheiro do Conselho Nacional de Justiça serão redistribuídos livremente. (Incluído pela Emenda Regimental n. 9, de 13 de março de 2026)
Art. 110. O Ministro afastado definitivamente de qualquer órgão julgador retornará ao órgão colegiado para relatar os processos em que, até a data do seu afastamento, apôs o visto.
Seção II Das Disposições Especiais
Art. 111. O órgão colegiado que conhecer do processo terá jurisdição preventa para o julgamento dos recursos posteriores interpostos no mesmo processo, observada a competência.
§ 1º O processo que tramita na fase de execução será distribuído ao Ministro a quem coube a relatoria na fase de conhecimento, ou a quem o tenha substituído ou sucedido, devendo os processos tramitar conjuntamente, sempre que possível.
§ 2º Os embargos de terceiro serão distribuídos, por prevenção, ao relator do processo principal.
Art. 112. O processo já apreciado pelo Órgão Especial ou por uma das Seções Especializadas, retornando a novo exame, será distribuído ao mesmo órgão colegiado e ao mesmo relator ou redator do acórdão. Na ausência definitiva do relator ou do redator do acórdão anterior, o processo será distribuído ao novo titular que vier a integrar o órgão prevento.
Parágrafo único. O processo já apreciado por uma das Turmas será distribuído ao mesmo órgão colegiado e ao mesmo relator ou redator do acórdão. Na ausência definitiva do relator ou do redator do acórdão anterior, o processo será distribuído ao Desembargador convocado para a vaga ou ao novo titular que vier a integrar o órgão prevento.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 113. Aplica-se a regra do artigo anterior à hipótese de processo no qual haja recurso submetido à apreciação do Tribunal em razão de provimento de agravo.
Art. 114. A tutela provisória será distribuída ao relator do processo principal, salvo se a medida for requerida em procedimento antecedente, hipótese em que será sorteado relator dentre os integrantes do órgão colegiado competente para o julgamento da matéria, o qual fica prevento para a ação principal.
Parágrafo único. Observar-se-á a mesma regra na hipótese de recurso em tutela provisória.
Art. 115. À distribuição dos embargos previstos no art. 262 deste Regimento não concorrerá o Ministro que já tenha atuado no processo como relator ou redigido o acórdão embargado.
Art. 116. Os embargos interpostos contra decisão de Turma serão distribuídos entre os Ministros não integrantes do colegiado prolator da decisão embargada.
Art. 117. Da distribuição da ação rescisória originária será excluído como relator, sempre que possível, Ministro que haja participado do julgamento rescindendo.
Art. 117-A. (Revogado pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025)
CAPÍTULO III DO RELATOR (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 118. Compete ao relator: I - submeter pedido de liminar ao órgão competente, antes de decidi-lo, desde que repute de alta relevância a matéria nele tratada. Caracterizada a urgência, concederá ou denegará a liminar, que será submetida ao referendo do órgão colegiado na primeira sessão que se seguir; II - promover as diligências necessárias à perfeita instrução dos processos, fixando prazo para o seu cumprimento; III - solicitar audiência do Ministério Público do Trabalho nas hipóteses previstas em lei, ou quando entender necessário; IV - processar os incidentes de falsidade, de suspeição, de impedimento e de desconsideração da personalidade jurídica, arguidos pelos litigantes;
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
V - despachar os pedidos de desistência de ação ou de recurso, suscitados em processo que lhe tenha sido distribuído, salvo quando incluídos em pauta ou quando formulados após a publicação do acórdão; VI - lavrar os acórdãos referentes às decisões proferidas nos processos em que seu voto tenha prevalecido; VII - requisitar autos originais, quando necessário; VIII - determinar a prática de atos processuais às autoridades judiciárias de instância inferior, nos casos previstos em lei ou neste Regimento; IX - decidir sobre os pedidos constantes das petições vinculadas a processos de sua competência, que não se incluam nas atribuições do Presidente do Tribunal, do órgão julgador ou da respectiva Presidência; X - decidir monocraticamente ou denegar seguimento a recurso, na forma da lei, inclusive na hipótese contemplada no § 2º do art. 896-A da CLT; XI - indeferir liminarmente ações originárias, na forma da lei; XII - submeter ao órgão julgador competente questão de ordem para o bom andamento dos processos; XIII - determinar, de ofício ou a requerimento das partes, a suspensão do recurso de revista ou de embargos que tenha como objeto controvérsia idêntica à do recurso afetado como repetitivo; XIV - (Revogado pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025) XV - encaminhar a lista de impedimentos ao órgão administrativo competente, nos termos do art. 144 do CPC.
CAPÍTULO IV DAS PAUTAS
Art. 119. A pauta de julgamento de cada órgão colegiado será organizada pelo Secretário e aprovada pelo Presidente.
§ 1º Nenhum processo poderá ser incluído em pauta sem que dele conste o visto do relator. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025)
§ 2º Não haverá julgamento de processo sem prévia inclusão em pauta, exceto: I - daquele cujo julgamento for expressamente adiado para a primeira sessão seguinte; II - quando os embargos de declaração forem apresentados em mesa pelo relator na sessão subsequente à sua conclusão; III - do pedido de homologação de acordo formulado em processo de dissídio coletivo originário ou em grau recursal; IV - dos incidentes de impedimento e de suspeição apresentados em mesa pelo relator.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 3º Os processos que versem sobre matéria idêntica ou semelhante poderão ser ordenados em pauta específica para julgamento conjunto.
Art. 120. Os processos serão incluídos em pauta, considerada a data de sua remessa à Secretaria, ressalvadas as seguintes preferências: I - futuro afastamento temporário ou definitivo do relator, bem como posse em cargo de direção; II - processos submetidos ao rito sumaríssimo e aqueles que tenham como parte ou terceiro juridicamente interessado pessoa com prioridade de tramitação assegurada por lei; III - incidentes de assunção de competência e incidentes de resolução de demandas repetitivas e de julgamento de recursos repetitivos; IV - solicitação do Ministro relator ou das partes, se devidamente justificada; V - quando a natureza do processo exigir tramitação urgente, especificamente os dissídios coletivos, mandados de segurança, tutelas provisórias, reclamações, conflitos de competência e declaração de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público; VI - remoção do relator para outro órgão colegiado.
Art. 121. Para a ordenação dos processos na pauta, observar-se-á a numeração correspondente a cada classe, preferindo no lançamento o elenco do inciso III do art. 120 deste Regimento e, ainda, aqueles em que é permitida a sustentação oral.
Art. 122. A pauta de julgamento será publicada no órgão oficial com antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis.
§ 1º Quando o exigirem a urgência e a natureza do processo, por iniciativa do Presidente do órgão colegiado competente, e em havendo expressa concordância das partes, poderá ser dispensada a sua inclusão em pauta.
§ 2º Os processos não julgados na sessão, cujo julgamento for expressamente adiado para a primeira seguinte, permanecerão em pauta, independentemente de nova publicação, conservada a mesma ordem, com preferência sobre os demais, nas hipóteses previstas no art. 120 deste Regimento.
Art. 123. As matérias administrativas sujeitas à deliberação do Órgão Especial constarão de pauta comunicada aos Ministros, com a antecedência mínima de 5 (cinco) dias, sendo vedada a deliberação sobre outras que não aquelas reputadas urgentes ou inadiáveis.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Parágrafo único. Para deliberar sobre matérias não constantes da pauta, é necessária a autorização de pelo menos 2/3 (dois terços) dos Ministros, em votação preliminar.
Art. 124. Os processos não julgados até a última sessão de cada semestre serão retirados de pauta.
CAPÍTULO V DAS SESSÕES
Seção I Do Funcionamento dos Órgãos
Art. 125. As sessões do Tribunal Pleno, do Órgão Especial, das Seções Especializadas e das Turmas realizar-se-ão, ordinária e extraordinariamente, por convocação do Presidente do Tribunal ou das Turmas, com a presença de todos os Ministros, ressalvadas as hipóteses excepcionais de férias, licenças ou afastamentos, previamente comunicados à Presidência do respectivo colegiado e à Secretaria, para os procedimentos cabíveis.
§ 1º As sessões extraordinárias do Tribunal Pleno e do Órgão Especial serão convocadas, quando requeridas justificadamente por 10 (dez) Ministros, pelo menos, para deliberação sobre matérias relevantes, observadas as competências de cada órgão.
§ 2º As sessões de julgamento sobre estabelecimento ou alteração de súmulas e outros enunciados de jurisprudência deverão ser públicas, divulgadas com, no mínimo, 20 (vinte) dias úteis de antecedência. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º Os Ministros comparecerão na hora designada para o início da sessão e não se ausentarão antes do seu término, salvo quando autorizados.
Art. 126. As sessões do Tribunal Pleno e dos demais órgãos colegiados são públicas, salvo nos casos de segredo de justiça.
Art. 127. Nas sessões do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções Especializadas, o Presidente terá assento ao centro da mesa, o Vice- Presidente ocupará a primeira cadeira do plenário, à direita do Presidente, o Ministro mais antigo, a da esquerda, e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, a segunda da direita, seguindo-se assim, sucessivamente, observada a ordem de antiguidade.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 128. Nas sessões das Turmas, o Presidente terá assento ao centro da mesa e os demais integrantes do colegiado ocuparão os lugares na bancada pela ordem de antiguidade.
Art. 129. O Desembargador do Trabalho convocado, nas sessões das Turmas, terá assento no lugar seguinte ao do Ministro mais moderno.
Art. 130. O representante do Ministério Público do Trabalho participará das sessões, tendo assento à mesa ao lado direito do Presidente.
Art. 131. Para a complementação do quorum de julgamento do Órgão Especial, das Seções Especializadas e das Turmas, serão observadas as regras dos arts. 69, § 4º, 70, parágrafo único, 71, §§ 1º, 2º e 4º, e 93, VII, deste Regimento.
Parágrafo único. Se não houver número para o funcionamento do órgão, aguardar-se-á por 30 (trinta) minutos a formação do quorum. Decorrido esse prazo e persistindo as ausências, será encerrada a sessão, com registro em ata.
Seção II Do Plenário Eletrônico
Art. 132. Os processos de competência jurisdicional do Tribunal poderão ser, a critério do Ministro relator, submetidos a sessão de julgamento eletrônico, assim entendida aquela ocorrida em ambiente virtual de forma assíncrona, por meio de Plenário Eletrônico, observadas as respectivas competências dos órgãos judicantes. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º O Presidente de cada órgão judicante poderá indicar à respectiva Secretaria Judiciária as classes processuais em que, preferencialmente, o julgamento ocorrerá em ambiente de Plenário Eletrônico, determinando que os processos sejam distribuídos com esse marcador, excetuados aqueles que, a critério do Ministro relator, serão encaminhados à pauta presencial.
§ 2º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 132-A. A proposta de afetação do incidente de recurso repetitivo (art. 284 deste Regimento) será necessariamente incluída em pauta de sessão virtual e deverá conter o tema a ser afetado. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 1º A contagem de votos em sessão virtual observará as seguintes alternativas, com seus desdobramentos: (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - convergência sem ressalvas, inclusive na hipótese do § 6º do art. 134 deste Regimento, que será computada como de acolhimento da proposta do relator e de concordância com a destinação sugerida por ele para o órgão judicante de processamento do feito; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - convergência com ressalva, na qual se indicará outro órgão judicante como responsável pela tramitação do incidente instaurado; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - divergência, que será computada como de rejeição da afetação. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º As disposições dos arts. 133 e 134 do Regimento Interno são aplicáveis, no que couber, ao procedimento de afetação do incidente de recurso repetitivo, vedada em qualquer caso a remessa do processo inserido em sessão virtual à sessão presencial, para os fins previstos no caput deste artigo. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º Quando a maioria formada na sessão virtual de julgamento inclinar-se pela rejeição da afetação do incidente, o resultado da votação será certificado nos autos e o processo retornará concluso ao relator para prosseguir no exame do recurso pela sistemática ordinária de processamento, no respectivo órgão judicante de origem. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º Acolhida a proposta de afetação do incidente de recurso repetitivo em sessão virtual, o resultado da votação será certificado nos autos e o processo será distribuído a um relator no Tribunal Pleno, nos termos do § 1º deste artigo, seguindo-se na tramitação do incidente as demais previsões contidas no Capítulo II deste regimento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 5º O julgamento de mérito do incidente de recurso repetitivo, no caso de mera reafirmação de jurisprudência dominante da Corte, também será realizado por meio do Plenário Eletrônico, na mesma sessão virtual que decide sobre a proposta de afetação. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º Quando designada sessão virtual para afetação de incidente de recursos repetitivos, com proposta de reafirmação de jurisprudência, eventuais sustentações orais quanto ao mérito deverão ser necessariamente juntadas por meio eletrônico, após a publicação da pauta e até 48 horas antes de iniciado o
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
julgamento em ambiente virtual. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 133. As sessões presenciais e virtuais dos órgãos judicantes poderão constar de pauta única a ser publicada na mesma data, respeitado o prazo de, no mínimo, 5 (cinco) dias úteis entre a data da sua publicação no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho e o início do julgamento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Na publicação da pauta no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho haverá a distinção dos processos que serão julgados em meio eletrônico daqueles que serão julgados na sessão presencial.
§ 2º (Revogado pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 3º Quando a pauta for composta apenas por processos indicados a julgamento em sessão virtual, as partes serão cientificadas no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho sobre a data e o horário de início e de encerramento da sessão.
§ 4º As sessões virtuais serão disponibilizadas para consulta em portal específico no sítio eletrônico do Tribunal, no qual será registrada a eventual remessa do processo para julgamento presencial ou o resultado final da votação.
Art. 134. Em ambiente eletrônico próprio, denominado Plenário Eletrônico, o relator, no início da sessão de julgamento virtual, deverá inserir a ementa, o relatório e o voto para divulgação pública no sítio eletrônico do Tribunal, assim como serão lançados os votos dos demais Ministros, em tempo real, à medida que forem proferidos. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º O sistema liberará automaticamente os votos dos processos encaminhados para julgamento em ambiente virtual, assegurando-se aos demais Ministros componentes do órgão judicante, no Plenário Eletrônico, o período de 6 (seis) dias úteis para análise e manifestação até o encerramento da sessão virtual. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 2º O início da sessão de julgamento definirá a composição do órgão judicante, inclusive considerando-se os casos de impedimento, suspeição ou afastamento temporário de um dos seus componentes. Empatada a votação ou não alcançado o respectivo quorum, o julgamento será suspenso e retomado na sessão virtual imediatamente subsequente, a fim de que sejam colhidos os votos dos membros do órgão colegiado ausentes. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 2º-A O advogado com poderes de representação poderá, até o encerramento da votação, solicitar o registro da sua participação na sessão virtual, que constará de certidão de julgamento independentemente da remessa do processo para julgamento presencial. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 3º As opções de voto serão as seguintes: I - convergente com o Ministro relator; II - convergente com o Ministro relator, com ressalva de entendimento; III - divergente do Ministro relator; ou (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) IV - acompanhando a divergência. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º Eleita qualquer uma das opções do parágrafo anterior, o Ministro poderá inserir em campo próprio do Plenário Eletrônico destaque pela relevância do tema, razões de divergência ou de ressalva de entendimento, quando o sistema emitirá aviso automático aos demais gabinetes componentes do órgão judicante. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º-A Deverão constar as opções de pedido de vista e de destaque do processo, bem como pedido de adiamento pelo relator, assim entendidos: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026) I - pedido de vista: manifestação de membro do colegiado para melhor análise do caso, com retirada do processo da sessão de julgamento em curso e continuidade em sessão virtual posterior; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - pedido de destaque: manifestação de membro do colegiado para retirada do processo da sessão virtual em curso e reinício do julgamento em sessão presencial posterior. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - pedido de adiamento: manifestação do relator para melhor análise do caso, com adiamento do processo da sessão de julgamento em curso e continuidade na primeira sessão virtual subsequente possível. (Incluído pela Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026)
§ 5º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
IV - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º O membro do órgão colegiado que não participar da sessão de julgamento terá sua ausência registrada na ata respectiva, o mesmo ocorrendo quando não se pronunciar no prazo previsto no § 1º. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 7º O Ministro relator e os demais componentes poderão, a qualquer tempo, mesmo com a votação iniciada, independentemente de terem votado em meio eletrônico, remeter o processo para julgamento presencial.
§ 8º O Ministério Público, na condição de custos legis, terá assegurado o direito de acesso aos autos dos processos encaminhados para julgamento em meio eletrônico.
Art. 134-A. Nas hipóteses de cabimento de sustentação oral previstas neste Regimento Interno, fica facultado à Procuradoria-Geral do Trabalho, à Advocacia-Geral da União, aos defensores públicos ou advogados privados e aos demais habilitados nos autos encaminhar as respectivas sustentações por meio eletrônico após a publicação da pauta e até 48 horas antes de iniciado o julgamento em ambiente virtual. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1° O envio do arquivo de sustentação oral será realizado por meio de sistema eletrônico disponibilizado pelo Tribunal Superior do Trabalho, que gerará protocolo de recebimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 2° As sustentações orais por meio eletrônico serão automaticamente disponibilizadas no sistema de votação dos Ministros e ficarão disponíveis no sítio eletrônico do Tribunal Superior do Trabalho durante a sessão de julgamento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3° O arquivo eletrônico de sustentação oral poderá ser áudio ou vídeo e deverá observar o tempo regimental de sustentação e as especificações técnicas de formato, resolução e tamanho, definidos em norma do Tribunal, sob pena de ser desconsiderado. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4° O advogado e o procurador firmarão termo de declaração de que se encontram devidamente habilitados nos autos e de responsabilidade pelo conteúdo do arquivo enviado. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 5º Utilizada a prerrogativa processual a que se refere o caput deste artigo, é vedado ao advogado optante requerer preferência no julgamento e não se aplica ao feito o disposto no art. 135, II, deste Regimento, assegurada a consignação de sua presença na certidão de julgamento quando solicitado na petição que encaminha o arquivo gravado, em conformidade com o disposto no § 2º-A do art. 134 deste Regimento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º A utilização da prerrogativa processual contida neste artigo pelo advogado de uma das partes processuais não sujeita os advogados das outras aos termos do parágrafo anterior. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º-A Remetido o processo para julgamento presencial em razão de destaque, nos termos do art. 135 deste Regimento, permanece válida a sustentação oral encaminhada por meio eletrônico, devendo ser considerada no julgamento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 6º-B Na hipótese do parágrafo anterior, poderá o advogado optar pela sustentação oral presencial, caso em que será desconsiderada a anteriormente encaminhada por meio eletrônico. (Incluído pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 7º Durante o julgamento em sessão virtual, os advogados e procuradores poderão realizar esclarecimentos exclusivamente sobre matéria de fato, os quais serão disponibilizados, em tempo real, no sistema de votação dos membros do órgão colegiado. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 8º A secretaria do órgão julgador certificará nos autos o não atendimento das exigências previstas nos §§ 3º e 4º. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 135. Não serão julgados em ambiente virtual os processos com pedido de destaque feito: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - por qualquer membro do órgão colegiado; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - por qualquer das partes ou pelo representante do Ministério Público, desde que requerido até 48 (quarenta e oito) horas antes do início da sessão e deferido pelo relator, por comportar sustentação oral. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Nos casos previstos neste artigo, o processo será encaminhado ao órgão colegiado competente para julgamento presencial, com publicação de
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nova pauta. Nos demais casos, será facultado ao advogado o registro de presença no Plenário Eletrônico. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Nos casos de destaque, o julgamento será reiniciado em sessão presencial, podendo os Ministros renovarem ou modificarem seus votos. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º O disposto no parágrafo anterior não prejudica o voto já proferido por membro do colegiado que posteriormente deixe o cargo ou o órgão, que será computado, sem possibilidade de modificação. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 135-A. Os processos objeto de pedido de vista feito em ambiente eletrônico poderão, a critério do vistor, ser devolvidos para prosseguimento do julgamento em sessão virtual ou presencial. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Na devolução de pedido de vista em sessão de julgamento eletrônico, o vistor deverá inserir o voto no ambiente virtual para divulgação pública no início da sessão. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Na devolução de pedido de vista em sessão presencial, o julgamento será retomado com o voto do vistor. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º Os processos em que houver pedido de vista deverão ser devolvidos para retomada do julgamento com a maior brevidade possível, não ultrapassando a primeira sessão subsequente ao término do prazo de vista, vedada a devolução da vista na mesma sessão virtual em que solicitada. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º Retomada a sessão com o voto-vista, os votos já proferidos poderão ser modificados, salvo no caso de voto já proferido por membro do colegiado que posteriormente deixe de compor o órgão, que será computado, sem possibilidade de modificação. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 136. Os julgamentos eletrônicos serão públicos, com acesso direto, em tempo real e disponíveis a qualquer pessoa, por meio do sítio eletrônico próprio designado pelo Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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Parágrafo único. Os votos serão computados na ordem cronológica das manifestações. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 136-A. Em caso de excepcional urgência, o presidente do órgão julgador poderá convocar sessão virtual extraordinária, com prazos fixados no respectivo ato convocatório. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º O relator solicitará ao presidente do colegiado a convocação de sessão virtual extraordinária indicando a excepcional urgência do caso. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Os prazos previstos nos arts. 133 e 134, § 1º, não se aplicam à sessão virtual extraordinária, devendo o ato convocatório fixar o seu período de início e término. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º Convocada a sessão, o processo será apresentado em mesa, gerando andamento processual com a informação do período da sessão. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º O advogado e o procurador que desejarem realizar sustentação oral por meio eletrônico, quando cabível, deverão encaminhá-la até o início da sessão virtual extraordinária. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 136-B. As atas referentes aos julgamentos das sessões virtuais serão publicadas no Diário de Justiça Eletrônico e conterão a proclamação final ou parcial do julgamento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 136-C. Nas ações de competência originária dos tribunais, as decisões monocráticas que concederem tutelas provisórias, tanto cautelares quanto antecipadas, deverão ser submetidas a referendo do órgão colegiado, incluindo-se os respectivos processos na primeira sessão de julgamento possível. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Seção III Das Disposições Gerais
Art. 137. Nas sessões dos órgãos judicantes do Tribunal, os trabalhos obedecerão à seguinte ordem: I - verificação do número de Ministros presentes; II - exame de propostas;
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III - julgamento dos processos.
Art. 138. Os processos serão submetidos a julgamento na seguinte ordem: I - os habeas corpus; II - aqueles em que houver pedido de preferência formulado por advogado até a hora prevista para o início da sessão, condicionando-se a ordem de julgamento do processo à presença, na sala de sessões, do advogado que solicitou a preferência ou de outro advogado constituído; III - os mandados de segurança, as tutelas provisórias e as reclamações; IV - os remanescentes de sessões anteriores; V - os suspensos em sessão anterior em razão de vista regimental; VI - os demais processos constantes da pauta do dia.
Art. 139. As decisões serão tomadas pela maioria simples de votos, ressalvadas as hipóteses previstas neste Regimento.
Art. 140. Se houver empate nas votações Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções Especializadas por ausência, falta, licença médica, afastamento, impedimento ou suspeição de qualquer Ministro, observar-se-á o disposto neste Regimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021)
§ 1º Se o empate decorrer de ausência, falta ou licença médica por período inferior a 30 (trinta) dias, o julgamento será suspenso e designada sessão para prosseguimento, hipótese em que será convocado o Ministro ausente para que possa emitir o seu voto. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021)
§ 2º Retomado o julgamento a que se refere o parágrafo anterior, como também nas sessões em que houver quórum completo, após serem colhidos os votos de todos os componentes do quórum e mantido o empate: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) I - nas votações do Tribunal Pleno: (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) a) se envolver conhecimento de recurso, considerar-se-á julgada a questão, proclamando-se mantida a decisão recorrida; (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) b) se envolver o julgamento de ações originárias ou o mérito de recurso, prevalecerá, nos termos da lei, o voto proferido pelo Presidente do Tribunal ou pelo Ministro que o estiver substituindo na Presidência da sessão; (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) c) se envolver o julgamento de incidentes para a formação de precedentes com força obrigatória (IAC, IRDR e IRR), será proclamada a tese que
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representar o fundamento determinante presente, ainda que parcialmente, na maioria dos votos proferidos; (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) II - nas votações do Órgão Especial será observado o procedimento previsto nas alíneas “a” e “b”, do inciso anterior; (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) III - nas votações das Seções Especializadas: (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) a) se envolver conhecimento de recurso, considerar-se-á julgada a questão, proclamando-se mantida a decisão recorrida; (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) b) se envolver o julgamento de ações originárias, o mérito de recurso ou de incidentes para a formação de precedentes com força obrigatória (IAC, IRDR e IRR), a sessão será suspensa e os autos serão remetidos ao Tribunal Pleno para novo julgamento; (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021)
§ 3º Se o empate decorrer de impedimento, suspeição ou licença médica por período superior a 30 (trinta) dias: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) I - nas votações do Tribunal Pleno, será observado o disposto no inciso I, alíneas “a” a “c” do parágrafo anterior; (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021) II - nas votações do Órgão Especial e das Seções Especializadas, o julgamento será suspenso e designada sessão para prosseguimento, hipótese em que será recomposto o quórum, na forma prevista neste Regimento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021)
§ 4º Retomado o julgamento a que se refere o inciso II do parágrafo anterior, após serem colhidos os votos de todos os componentes do quórum e mantido o empate, será observado o procedimento previsto nos incisos II e III do § 2º deste artigo. (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021)
§ 5º No julgamento de habeas corpus e de recursos ordinários em habeas corpus, proclamar-se-á, na hipótese de empate, a decisão mais favorável ao paciente. (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021)
§ 6º Se o empate ocorrer em julgamento de tutelas de urgência, nos termos da lei, prevalecerá o voto proferido pelo Presidente do Tribunal ou pelo Ministro que o estiver substituindo na Presidência da sessão. (Incluído pela Emenda Regimental n. 3, de 9 de dezembro de 2021)
Art. 141. Proclamada a decisão, não poderá ser feita apreciação ou crítica sobre a conclusão adotada.
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Art. 142. A votação será iniciada com o voto do relator. Não havendo divergência, o Presidente proclamará o resultado. Se houver divergência, os votos serão colhidos, a partir do relator, em ordem decrescente de antiguidade. Esgotada essa ordem, prosseguirá a tomada de votos, a partir do mais antigo.
§ 1º O Presidente ou o Ministro que o estiver substituindo votará por último, salvo se for o relator do processo.
§ 2º Nenhum Ministro poderá se eximir de votar, salvo nas hipóteses de impedimento, de suspeição, de não ter assistido ao relatório ou participado dos debates ou, ainda, na situação, prevista no § 3º do art. 147 deste Regimento, em que o Ministro vistor não estiver habilitado a proferir voto.
Art. 143. Ao relator poderão ser solicitados esclarecimentos, sendo facultado aos advogados, mediante autorização, apresentar questão de fato relativa à controvérsia.
Art. 144. O Ministro usará o tempo que se fizer necessário para proferir seu voto e poderá retomar a palavra para retificá-lo antes da proclamação, prestar esclarecimentos ou se for nominalmente referido, vedadas as interrupções e pronunciamentos sem prévia autorização do Presidente. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 145. O julgamento, uma vez iniciado, será ultimado na mesma sessão, salvo se houver pedido de vista regimental, motivo relevante ou conversão do julgamento em diligência, quando necessária à decisão da causa.
§ 1º Na hipótese de conversão do julgamento em diligência, o processo será retirado da pauta, e, após ultimada, deverá ser reincluído, com preferência. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Nenhum processo poderá ficar suspenso por tempo indeterminado, salvo: I - quando pender de decisão incidente de julgamento, relativo à matéria discutida no processo, com vista à aprovação, modificação ou revogação de súmula, de orientação jurisprudencial e de precedente normativo; II - quando penderem de decisão as ações a que se referem as alíneas a e b do inciso I do art. 76 deste Regimento e os incidentes de recursos repetitivos, de assunção de competência, de resolução de demandas repetitivas e de superação e revisão de tese vinculante; III - enquanto não decidida arguição sobre declaração de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do Poder Público.
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Art. 146. O representante do Ministério Público do Trabalho poderá usar da palavra, em sequência ao relatório, quando solicitado por algum dos Ministros ou quando entender necessária a intervenção, em cada caso, mediante autorização do Presidente.
Art. 147. Na oportunidade em que lhe caiba votar, o Ministro poderá pedir vista regimental dos autos ou vista em mesa. Sendo em mesa, o julgamento dar- se-á na mesma sessão, tão logo o Ministro que a requereu se declare habilitado a votar; em sendo regimental, ficará adiado o julgamento, salvo anterior habilitação do Ministro que a requereu, para a primeira sessão subsequente ao término do prazo de 60 (sessenta) dias, prorrogável uma única vez por 30 (trinta) dias, mediante pedido devidamente justificado, podendo os demais Ministros adiantar seus votos. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026)
§ 1º O adiamento do julgamento em razão de vista regimental será registrado em certidão, bem como a data do seu prosseguimento e os votos proferidos.
§ 2º Decorrido o prazo de que trata o caput, o processo será automaticamente incluído na pauta da sessão subsequente, com a devida publicação. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 3º Na hipótese do § 2º, apregoado o julgamento do processo, na data aprazada, se o Ministro que pediu vista não estiver habilitado a votar, o Presidente do órgão correspondente convocará substituto para proferir voto, observadas as regras do art. 131 deste Regimento para a complementação do quorum. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º Havendo segundo pedido de vista, o requerimento será tido como coletivo e será concedido a todos os integrantes do órgão jurisdicional, concomitantemente, o prazo de 60 (sessenta) dias, prorrogável uma única vez por 30 (trinta) dias, sendo esta dilação estendida apenas aos Ministros que a requererem. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026)
§ 5º Reiniciado o julgamento, a votação prosseguirá com o voto do Ministro que requereu a vista regimental ou daquele convocado para o substituir, hipótese em que, salvo quando o Ministro substituto se declarar esclarecido, observar-se-á o procedimento previsto no § 11. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º Os pedidos de vista regimental formulados por Ministros que se afastaram definitivamente do Tribunal serão desconsiderados e o julgamento prosseguirá com a repetição do voto do relator.
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§ 7º O julgamento dos processos com vista regimental poderá prosseguir sem vinculação à Presidência e na ausência do relator, se este já houver votado sobre toda a matéria.
§ 8º Na ocorrência de afastamento definitivo do relator, sem que tenha sido concluído o julgamento, este continuará da fase em que se encontrar, considerados os votos já proferidos e sob a competência do Ministro que primeiro requereu a vista ou daquele convocado para o substituir.
§ 9º Não participará do julgamento já iniciado ou em prosseguimento o Ministro que não tenha assistido ao relatório ou aos debates, salvo quando se declarar esclarecido.
§ 10. Ao reiniciar o julgamento, serão computados os votos já proferidos pelos Ministros, ainda que não compareçam ou que não mais componham o órgão.
§ 11. Se, para efeito de quorum, for imprescindível o voto de Ministro nas condições do § 9.º, serão renovados o relatório e a sustentação oral, computando-se os votos anteriormente proferidos.
§ 12. Em caso de pedido de vista, o prazo de restituição dos autos ficará suspenso nos períodos de recesso forense e de férias coletivas.
Art. 148. No julgamento dos recursos, o mérito será examinado após ultrapassada a fase de conhecimento.
Parágrafo único. Na hipótese de mais de um recurso com preliminares distintas, a apreciação far-se-á sucessivamente na ordem de preferência ditada pela prejudicialidade, considerado cada recurso isoladamente, esgotando-se com o exame do mérito.
Art. 149. O exame das preliminares prefere ao do mérito, observando-se nos julgamentos os seguintes critérios: I - rejeitada a preliminar, ou se a decisão quanto a ela for compatível com a apreciação do mérito, seguir-se-á o julgamento da matéria principal, pronunciando-se todos os Ministros, inclusive os vencidos na preliminar; II - o acolhimento da preliminar, se incompatível com o exame da matéria principal, impedirá a análise do mérito; III - vencido o relator quanto aos pressupostos extrínsecos de admissibilidade do recurso, preliminar ou prejudicial de mérito, havendo necessidade de prosseguir no julgamento das questões subsequentes, os autos lhe serão conclusos para elaboração do voto correspondente, a ser proferido em sessão subsequente.
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Art. 150. Para apuração da votação, havendo várias conclusões parcialmente divergentes, os votos deverão ser somados no que coincidirem. Permanecendo a divergência, sem possibilidade de nenhuma soma, serão as questões submetidas à apreciação, duas a duas, eliminando-se, sucessivamente, as que tiverem menor votação e prevalecendo a que reunir, por último, a maioria de votos.
Art. 151. Concluído o julgamento, o Presidente proclamará a decisão e, se vencido o relator, designará redator do acórdão ou relator do recurso principal, em caso de agravo interno, o Ministro prolator do primeiro voto vencedor. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Considera-se vencido o voto que, não obstante tenha apontado o mesmo resultado do voto vencedor, divergiu do seu fundamento determinante, reputando-se vencedor o voto que inaugurou o fundamento prevalecente. (Parágrafo único transformado em § 1º pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Nos dissídios coletivos originários ou em grau recursal, se houver divergência ainda que seja apenas em uma das cláusulas ou questões, redigirá o acórdão o Ministro que proferiu voto divergente e será aproveitado o voto do relator originário em relação às demais. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 152. As decisões proclamadas serão consignadas em certidão, que será juntada aos autos, na qual constarão: I - a identificação, o número do processo e o nome das partes e dos advogados que sustentaram oralmente; II - o nome do Ministro que presidiu a sessão de julgamento; III - o nome do representante do Ministério Público do Trabalho presente na sessão; IV - o nome do advogado constituído presente na sessão, quando assim o requerer, ainda que não seja caso de sustentação oral; V - o nome do relator e dos Ministros que participaram do julgamento; VI - a suspensão do julgamento em razão de pedido de vista regimental, com registro dos votos já proferidos e designação da data prevista para o seu prosseguimento; VII - a conclusão do julgamento com a indicação dos votos vencidos, se houver; VIII - a designação do Ministro redator do acórdão, nos casos previstos no art. 151 deste Regimento; IX - os impedimentos e suspeições dos Ministros para o julgamento; X - a data da sessão.
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Art. 153. Concluídos os julgamentos, o Presidente encerrará a sessão, devendo ser lavrada a respectiva ata.
Parágrafo único. Na hipótese de remanescer sem julgamento número significativo de processos, a critério do órgão julgador, deverá o seu Presidente designar outro dia para o prosseguimento da sessão, com nova publicação da pauta quando não verificadas as exceções previstas nos arts. 119, § 2º, e 122, § 2º, deste Regimento.
Art. 154. Na ata, serão consignados, resumidamente, os assuntos tratados na sessão, devendo constar: I - dia, mês, ano e hora da abertura da sessão; II - nome do Ministro que presidiu a sessão; III - nomes dos Ministros presentes; IV - nome do representante do Ministério Público do Trabalho; V - sumária notícia dos expedientes, das propostas e das deliberações; VI - identificação dos processos julgados, com o resultado da decisão e os votos vencidos, nomes das partes e dos advogados, se tiver havido sustentação oral.
Art. 155. A ata será assinada pelo Presidente do colegiado e arquivada na Secretaria.
Seção IV Da Participação dos Advogados
Art. 156. Nas sessões de julgamento do Tribunal, os advogados, no momento em que houverem de intervir, terão acesso à tribuna.
Parágrafo único. Na sustentação oral, ou para dirigir-se ao colegiado, os advogados vestirão beca, que lhes será posta à disposição. É dispensável o uso da beca nas sustentações orais virtuais, mas deverá ser usado traje adequado, correspondente ao paletó e gravata para os advogados e indumentária compatível com a solenidade do ato para as advogadas. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 157. Os pedidos de preferência para os julgamentos de processos na sessão presencial deverão ser formulados pelos advogados até a hora prevista para o seu início e serão concedidos com observância da ordem de registro.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 1º O pregão do processo em preferência vincula-se à presença, na sala de sessões, do advogado que a requereu ou de outro advogado constituído.
§ 2º O advogado, desde que munido de procuração, poderá requerer o registro da sua presença na sessão de julgamento na qual se encontre pautado o processo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 158. Os requerimentos de preferência formulados por um mesmo advogado ou por advogados integrantes de uma mesma sociedade, nos termos do art. 272, § 1º, do CPC, em relação a mais de 3 (três) processos, poderá ser deferido de forma alternada, considerados os pedidos formulados pelos demais advogados.
Art. 159. Os pedidos de adiamento de julgamento, se dirigidos à Presidência no início da sessão, somente serão admitidos se devidamente justificados, com a concordância do relator. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 160. O advogado sem mandato nos autos, ou que não o apresentar no ato, não poderá proferir sustentação oral.
Art. 161. Ressalvado o disposto no art. 147, § 11, deste Regimento, a sustentação oral será feita de uma só vez, ainda que arguida matéria preliminar ou prejudicial.
§ 1º Ao proferir seu voto, o relator fará um resumo da matéria em discussão e antecipará sua conclusão, hipótese em que poderá ocorrer a desistência da sustentação, ante a antecipação do resultado. Havendo, porém, qualquer voto divergente daquele anunciado pelo relator, o Presidente voltará a facultar a palavra ao advogado desistente. Não desistindo os advogados da sustentação, o Presidente concederá a palavra a cada um dos representantes das partes, por 10 (dez) minutos, sucessivamente.
§ 2º Usará da palavra, em primeiro lugar, o advogado do recorrente; se ambas as partes o forem, o do reclamante.
§ 3º Aos litisconsortes representados por mais de um advogado, o tempo lhes será proporcionalmente distribuído, podendo haver prorrogação até o máximo de 20 (vinte) minutos, ante a relevância da matéria.
§ 4º Quando for parte o Ministério Público do Trabalho, seu representante poderá proferir sustentação oral após as demais partes, sendo-lhe concedido prazo igual. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 5º Não haverá sustentação oral em: I - embargos de declaração; II - conflito de competência; III - agravo de instrumento;
IV - agravos internos previstos neste Regimento, salvo se interpostos contra decisão monocrática de relator que: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 5, de 19 de setembro de 2022) a) julgue o mérito ou não conheça de recurso que, se fosse apreciado por órgão colegiado do TST, comportaria sustentação oral em seu julgamento; (Incluída pela Emenda Regimental n. 5, de 19 de setembro de 2022) b) extinga, com ou sem resolução de mérito, ação rescisória, mandado de segurança, reclamação, habeas corpus e outras ações de competência originária; (Incluída pela Emenda Regimental n. 5, de 19 de setembro de 2022) c) conceda ou denegue a medida liminar em mandado de segurança; (Incluída pela Emenda Regimental n. 5, de 19 de setembro de 2022) V - arguição de suspeição ou de impedimento; VI - tutelas provisórias; VII - incidentes de desconsideração da personalidade jurídica. VIII - recursos submetidos a julgamento em exame de retratação de que trata o art. 1.030, II, do CPC, em quaisquer dos órgãos colegiados competentes. (Incluído pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025)
§ 6º O Presidente do órgão julgador cassará a palavra do advogado que, em sustentação oral, conduzir-se de maneira desrespeitosa ou, por qualquer motivo, inadequada.
Seção V Das Disposições Especiais
Art. 162. A Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais julgará desde logo a matéria objeto de recurso de revista não conhecida pela Turma, caso conclua, no julgamento dos embargos interpostos, que aquele recurso estava corretamente fundamentado em contrariedade a súmula, a orientação jurisprudencial, a precedente normativo, a acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Tribunal Superior do Trabalho em julgamento de recursos repetitivos, a entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, a decisão do Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade e a decisão do Tribunal Pleno, do Órgão Especial ou da própria Subseção Especializada mencionada.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Seção VI Das Sessões Solenes
Art. 163. O Tribunal Pleno reunir-se-á em sessão solene para: I - dar posse ao Presidente, Vice-Presidente e Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho; II - dar posse aos Ministros do Tribunal; III - celebrar acontecimento de alta relevância.
Art. 164. O cerimonial das sessões solenes será regulado por ato do Presidente do Tribunal.
Seção VII Das Decisões e Da Sua Publicação
Art. 165. Os acórdãos serão assinados pelo relator do processo ou pelo redator designado.
Parágrafo único. Na ausência do relator ou do redator designado, assinará o acórdão o Presidente do órgão.
Art. 166. Os acórdãos da Seção Especializada em Dissídios Coletivos serão publicados na íntegra, no órgão oficial; os dos demais colegiados terão publicadas apenas a ementa e a parte dispositiva.
Parágrafo único. A republicação de acórdão somente será feita quando autorizada pelo Presidente do Tribunal ou pelo Presidente do órgão prolator da decisão.
Art. 167. Publicado o acórdão, vencido o prazo de recurso para as partes, a Secretaria encaminhará os autos à Procuradoria-Geral do Trabalho, quando for parte o Ministério Público do Trabalho, pessoa jurídica de direito público, Estado estrangeiro ou organismo internacional. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 168. São elementos essenciais do acórdão: I - a ementa, que, resumidamente, consignará as teses jurídicas prevalecentes no julgamento, para cada tema recursal; II - o relatório, que conterá os nomes das partes, a identificação do caso com suma das questões controvertidas e o registro das principais ocorrências havidas no andamento do processo; III - a fundamentação vencedora e, igualmente, o voto vencido, sendo ambos necessariamente declarados; IV - o dispositivo.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Parágrafo único. Nos incidentes de recursos repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas, o acórdão abrangerá a análise de todos os fundamentos suscitados concernentes à tese jurídica discutida, sejam favoráveis ou contrários.
TÍTULO II DA JURISPRUDÊNCIA E DOS PRECEDENTES (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO I DA UNIFORMIZAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA
Art. 169. A uniformização da jurisprudência reger-se-á pelos arts. 896-B e 896-C, da CLT, pelos preceitos deste Regimento e, no que couber, pelas normas do CPC aplicáveis. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 170. Para todos os efeitos legais, a jurisprudência dominante do Tribunal Superior do Trabalho será consolidada em súmula, orientação jurisprudencial ou precedente normativo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. Os precedentes do Tribunal Superior do Trabalho, para todos os efeitos legais, serão firmados em incidentes de recursos de repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas, bem como pela orientação do Plenário, do Órgão Especial ou de Seção Especializada competente para uniformizar a jurisprudência, nos termos da lei e deste Regimento Interno. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 171. A revisão ou cancelamento de súmulas e orientações jurisprudenciais seguirá a disciplina prevista nos Capítulos II e III do presente Título, enquanto a revisão e a superação dos precedentes firmados nos incidentes de recursos repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas serão tratados no Livro II, Título V, Capítulo IV, deste Regimento Interno. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 2º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4 (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 5º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 7º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 8º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 9º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 10 (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 171-A. Não se processará o projeto de edição de súmula ou precedente normativo quando já houver, sobre a questão jurídica debatida: (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - decisão do Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - enunciado de súmula vinculante; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - acórdão firmado pelo Supremo Tribunal Federal com repercussão geral ou prolatado em julgamento de recursos extraordinário repetitivos; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) IV - acórdão prolatado pelo Tribunal Superior do Trabalho em incidente de assunção de competência, de resolução de demandas repetitivas e de revista repetitivos; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) V - enunciados das súmulas do Supremo Tribunal Federal em matéria constitucional. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
VI - questão jurídica afetada para julgamento nos termos dos incisos I, III e IV deste artigo. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO II DAS SÚMULAS
Art. 172. A jurisprudência dominante do Tribunal Superior do Trabalho será consolidada na Súmula, composta de enunciados cuja edição, revisão e cancelamento observarão os preceitos descritos neste Capítulo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 173. A proposta de edição, revisão ou cancelamento de súmula poderá partir: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos, mediante projeto, que deverá sugerir o texto a ser editado ou revisto, instruído com cópias dos precedentes e da legislação pertinente, ou proposta fundamentada de cancelamento, que será encaminhado ao Presidente do Tribunal para ser submetido à apreciação do Tribunal Pleno; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - de qualquer órgão judicante do Tribunal, a ser encaminhada à Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos, que, fundamentadamente, a rejeitará ou elaborará projeto nos termos do inciso I. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - da Procuradoria-Geral do Trabalho, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, de confederação sindical de âmbito nacional ou de Central Sindical cujos requisitos de representatividade tenham sido reconhecidos por ato do Ministério do Trabalho a ser encaminhada à Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, que poderá remetê-la à Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos, a fim de que, fundamentadamente, a rejeite ou elabore projeto. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Qualquer dos Ministros poderá propor, em novos feitos, a revisão da jurisprudência compendiada na Súmula e será sobrestado o julgamento, se necessário. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Se algum dos Ministros propuser revisão da jurisprudência compendiada na Súmula, em julgamento perante a Turma ou Seção Especializada, esta, se acolher a proposta, remeterá o feito à Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos para deliberação, na forma do inciso II deste artigo. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 174. A Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos terá o prazo de 30 (trinta) dias para emitir parecer sobre as propostas formuladas nos termos do art. 173, II, deste Regimento, e o Presidente do Tribunal terá igual prazo para submeter ao Pleno as propostas e pareceres da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos encaminhadas no cumprimento do artigo anterior. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º A alteração de tese jurídica adotada em enunciado de súmula poderá, a critério da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos, ser precedida de audiências públicas e da participação de pessoas, órgãos ou entidades que possam contribuir para a rediscussão da tese, caso em que o prazo previsto no caput deste artigo começará a fluir da conclusão das audiências. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
2º As sessões do Tribunal Pleno para deliberação sobre estabelecimento, revisão e/ou cancelamento de súmulas deverão ser públicas e divulgadas com, no mínimo, 20 (vinte) dias de antecedência. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º Será aprovado o projeto de estabelecimento, revisão e/ou cancelamento de súmulas quando a ele anuir a maioria absoluta dos membros do Tribunal Pleno, que desde já fixarão o teor do texto a ser editado. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º Ao editar enunciados de súmula, o Tribunal Pleno deverá ater-se às circunstâncias fáticas dos precedentes que motivaram sua criação. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 5º Na hipótese de alteração de enunciado da súmula, poderá haver modulação dos efeitos da alteração no interesse social e no da segurança jurídica. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º Os enunciados da súmula, datados e numerados, serão publicados três vezes na Imprensa Oficial, em datas próximas. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 175. A proposta de edição de súmula deverá observar um dos seguintes pressupostos: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - dois acórdãos reveladores de unanimidade sobre a tese, desde que presentes aos julgamentos todos os membros efetivos da Seção ou Subseção Especializada; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
II - três acórdãos reveladores de unanimidade sobre a tese, desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros efetivos da Seção ou Subseção Especializada; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - cinco acórdãos prolatados por maioria simples, desde que presentes aos julgamentos pelo menos 2/3 (dois terços) dos membros efetivos da Seção ou Subseção Especializada. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Os acórdãos catalogados para fim de edição de Súmula deverão ser de relatores diversos, proferidos em sessões distintas. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º A edição de súmula também poderá decorrer da conversão ou aglutinação de orientações jurisprudenciais, desde que publicadas pelos menos 2 (dois) anos antes da proposta de conversão ou aglutinação, e ausente, em igual período, proposta de revisão ou superação do enunciado no âmbito do respectivo órgão colegiado. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 176. Quando decorrer da sedimentação de tese firmada em incidente de arguição de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do poder público, ou ainda em julgamento de incidente de recursos repetitivos, de assunção de competência ou de resolução de demandas repetitivas, revisão ou cancelamento de súmula independe da observância dos dispositivos regimentais que regem a matéria, salvo quanto à exigência relativa à tomada de decisão por maioria absoluta. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. O mesmo se aplica à edição de súmula como decorrência de tese firmada em incidente de arguição de inconstitucionalidade. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 177. A proposta de cancelamento ou revisão de enunciado dispensará a indicação de precedentes, limitando-se a fundamentar a revisão ou cancelamento da súmula no conflito com a lei ou com precedente vinculante do Supremo Tribunal Federal, nos casos de: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - alteração da legislação que embasava verbete sumulado ou orientação jurisprudencial; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - fixação de tese jurídica em precedente vinculante do Supremo Tribunal Federal. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Parágrafo único. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO III DOS PRECEDENTES NORMATIVOS (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 178. A proposta de edição, revisão ou cancelamento de Precedentes Normativos do Tribunal seguirá os mesmos trâmites e observará as mesmas exigências das súmulas, à exceção das normas específicas deste Capítulo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 179. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 180. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 181. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 182. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO IV DA DIVULGAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL
Art. 183. A jurisprudência do Tribunal será divulgada pelas seguintes publicações: I - Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho; II - Revista do Tribunal Superior do Trabalho; III - periódicos autorizados, mediante registro; IV - sítio do Tribunal Superior do Trabalho na rede mundial de computadores.
Parágrafo único. São repositórios autorizados para indicação de julgados perante o Tribunal os repertórios, revistas e periódicos registrados de conformidade com o ato normativo editado pela Presidência, além do sítio do Tribunal Superior do Trabalho na rede mundial de computadores.
Art. 184. As súmulas, as orientações jurisprudenciais, os precedentes normativos e as teses jurídicas firmadas nos incidentes de recursos repetitivos, de
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas, datados e numerados, serão publicados por 3 (três) vezes consecutivas no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, com a indicação dos respectivos precedentes, observado o mesmo procedimento na revisão e no cancelamento.
Parágrafo único. As súmulas, as orientações jurisprudenciais, os precedentes normativos e as teses jurídicas firmadas nos incidentes de recursos repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas cancelados ou alterados manterão a respectiva numeração, com a nota correspondente, tomando novos números as que forem editadas.
TÍTULO III DOS ATOS PROCESSUAIS
CAPÍTULO I DOS ATOS E FORMALIDADES
Seção I Das Disposições Gerais
Art. 185. Os atos processuais serão autenticados, conforme o caso, mediante a assinatura ou rubrica do Presidente, dos Ministros ou dos servidores para tal fim qualificados.
Parágrafo único. É exigida a assinatura usual nos acórdãos, na correspondência oficial e nas certidões, ressalvada a hipótese de chancela mecânica e dos procedimentos permitidos pela Lei n.º 11.419/2006.
Seção II Das Notificações e dos Editais
Art. 186. A critério do Presidente do Tribunal, dos Presidentes das Turmas ou do relator, conforme o caso, a notificação de ordens ou decisões será feita: I - por publicação no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho; II - por servidor credenciado; III - por via postal ou por qualquer modo eficaz de telecomunicação, com as cautelas necessárias à autenticação da mensagem e do recebimento.
Parágrafo único. Poder-se-á admitir a resposta pela forma indicada no inciso III deste artigo.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 187. Da publicação do expediente de cada processo constará, além do nome das partes, o de seu advogado, com o respectivo número de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, ou, se assim requerido, da sociedade de advogados registrada na OAB, nos termos do art. 272, §§ 1º e 2º, do CPC.
Art. 188. É suficiente a indicação do nome de um dos advogados, quando a parte houver constituído mais de um, ou o constituído substabelecer a outro com reserva de poderes.
Parágrafo único. As comunicações dos atos processuais serão realizadas em nome dos advogados indicados, se houver pedido expresso da parte interessada.
Art. 189. A retificação de publicação no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, com efeito de intimação, decorrente de incorreções ou omissões, será providenciada pela Secretaria do órgão responsável pela publicação, mediante despacho do Presidente do Tribunal ou do Presidente de Turma, ou por deliberação do órgão julgador, conforme o caso.
Art. 190. Os editais destinados à divulgação de ato poderão conter apenas o essencial à defesa ou à resposta, observadas as normas previstas na lei processual.
Art. 191. Nas férias dos Ministros, não se interromperá a publicação de acórdãos, decisões e despachos no órgão oficial.
CAPÍTULO II DOS PRAZOS
Art. 192. A contagem dos prazos no Tribunal será feita segundo as normas estabelecidas na lei processual, ainda que se trate de procedimento administrativo.
§ 1º O recesso forense e as férias coletivas dos Ministros suspendem os prazos recursais.
§ 2º Nos casos deste artigo, os prazos começam ou continuam a fluir no dia de reabertura do expediente forense.
Art. 193. Os prazos para os Ministros, salvo acúmulo de serviço, são os seguintes: I - 10 (dez) dias para despachos e atos administrativos;
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
II - 30 (trinta) dias para as decisões interlocutórias e para o visto do relator; III - (Revogado pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025) IV - 15 (quinze) dias para lavratura de acórdão, exceto o referente às decisões normativas, em que o prazo é de 10 (dez) dias; V - 15 (quinze) dias para justificativa de voto; VI - 60 (sessenta) dias para vista regimental, nos termos do art. 147 deste Regimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026)
Parágrafo único. Por deliberação do Órgão Especial, os prazos fixados neste artigo poderão ser suspensos, caracterizada situação excepcional que justifique a medida.
CAPÍTULO III DOS DADOS ESTATÍSTICOS
Art. 194. Os dados estatísticos relativos às atividades jurisdicionais dos órgãos do Tribunal e dos Ministros serão publicados, mensalmente, no órgão oficial.
Art. 195. Da publicação da estatística deverá constar o nome dos julgadores, o número de feitos que lhes foram distribuídos ou conclusos no mês, as decisões proferidas, os processos julgados, os acórdãos lavrados, os pedidos de vista, bem como os processos pendentes de exame e de inclusão em pauta, e os processos com vista à Procuradoria-Geral do Trabalho.
CAPÍTULO IV DAS AUDIÊNCIAS
Art. 196. As audiências para instrução de processo da competência originária do Tribunal serão públicas e realizadas nos dias e horários marcados pelo Presidente, pelo Vice-Presidente ou pelo Ministro por eles designado, ou pelo relator, presentes o Secretário-Geral Judiciário, no caso de processo de competência originária da Seção Especializada em Dissídios Coletivos, ou os Secretários das Subseções Especializadas em Dissídios Individuais, conforme o caso.
Parágrafo único. O Ministro que presidir a audiência deliberará sobre o que lhe for requerido.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Art. 197. Ninguém se retirará da sala de audiência a que haja comparecido para dela participar sem permissão do Ministro que a presidir.
Art. 198. Será lavrada ata da audiência de instrução e conciliação.
Art. 199. As audiências públicas serão realizadas nos dias e horários marcados pelo Presidente ou pelo relator, de ofício ou a requerimento, para colher informações de terceiros potencialmente atingidos pela decisão ou de especialistas na tese jurídica discutida, presente o Secretário do órgão competente, e atenderão ao seguinte procedimento:
§ 1º A audiência pública será convocada por edital, publicado na página do Tribunal na rede mundial de computadores, no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, tendo, ainda, ampla divulgação em veículos de comunicação apropriados às características do público destinatário.
§ 2º O edital de convocação deverá conter o assunto da audiência, a indicação da questão específica objeto de discussão, a descrição do público destinatário do ato, a data, o local e o horário da sua realização e os critérios de inscrição e manifestação.
§ 3º A convocação deverá ocorrer com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, salvo em situações de urgência.
§ 4º Será garantida a participação das diversas correntes de opinião em torno da questão discutida.
§ 5º O Ministério Público do Trabalho será intimado para participar da audiência.
§ 6º A audiência pública será presidida pelo Ministro relator, a quem cabe selecionar previamente as pessoas que serão ouvidas, divulgar a lista de habilitados, determinar a ordem dos trabalhos e fixar o tempo de manifestação de cada um, que deve se restringir à questão discutida, sob pena de lhe ser cassada a palavra.
§ 7º Todos os membros do órgão colegiado competente para o julgamento da causa podem participar da audiência e formular perguntas aos participantes, devendo a Secretaria respectiva dar-lhes ciência dos termos do edital de convocação por ofício específico encaminhado ao gabinete com a mesma antecedência da publicação do edital.
§ 8º A audiência pública será registrada em ata e mediante gravação de áudio e vídeo, bem como transmitida por meio da rede mundial de computadores e redes de televisão estatais, sempre que possível.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 9º As questões levantadas durante a audiência pública, desde que relevantes para o julgamento da causa, deverão ser examinadas pelo órgão julgador, na forma do art. 489, § 1º, do CPC.
TÍTULO IV DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE
CAPÍTULO I DOS PROCESSOS SOBRE COMPETÊNCIA
Dos Conflitos de Competência e de Atribuições
Art. 200. O conflito de competência poderá ocorrer entre autoridades judiciárias; o de atribuições, entre autoridades judiciárias e administrativas.
Art. 201. Dar-se-á conflito quando: I - 2 (duas) ou mais autoridades se declaram competentes; II - 2 (duas) ou mais autoridades se consideram incompetentes, atribuindo uma à outra a competência; III - houver controvérsia entre 2 (duas) ou mais autoridades sobre a reunião ou separação de processos.
Parágrafo único. A autoridade que não acolher a competência declinada deverá suscitar o conflito, salvo se a atribuir a uma outra autoridade.
Art. 202. O conflito poderá ser suscitado ao Tribunal: I - por qualquer das autoridades conflitantes, por ofício; II - pela parte interessada ou seus representantes legais e pelo Ministério Público do Trabalho, por petição.
Parágrafo único. O ofício e a petição serão instruídos com os documentos necessários à prova do conflito.
Art. 203. O processo de conflito será autuado e distribuído, observada a competência dos órgãos judicantes do Tribunal.
Art. 204. O relator, de ofício ou a requerimento de qualquer das partes, poderá determinar, quando positivo o conflito, o sobrestamento do processo, e, nesse caso, bem como no de conflito negativo, designará um dos órgãos para resolver, em caráter provisório, as medidas urgentes.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Parágrafo único. O relator poderá julgar de plano o conflito de competência quando sua decisão se fundar em: I - súmula do Supremo Tribunal Federal ou do Tribunal Superior do Trabalho; II - tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em incidente de assunção de competência.
Art. 205. Após a distribuição e sempre que necessário, o relator determinará a oitiva das autoridades em conflito, no prazo de 10 (dez) dias.
Art. 206. Prestadas ou não as informações, o relator, se for o caso, dará vista do processo ao Ministério Público do Trabalho e, após, apresentá-lo-á em mesa para julgamento.
Art. 207. Proferida, a decisão será comunicada, imediatamente, às autoridades em conflito, devendo prosseguir o feito no Juízo, Tribunal ou órgão competente.
Parágrafo único. No caso de conflito positivo, o Presidente do órgão fracionário ou do Tribunal que o julgar poderá determinar o cumprimento, de imediato, da decisão, lavrando-se o acórdão posteriormente.
Art. 208. Salvo embargos de declaração, da decisão que resolver o conflito não caberá recurso, nem poderá a matéria ser renovada na discussão da causa principal.
Art. 209. Nos casos de conflito que envolva órgãos fracionários dos tribunais, Desembargadores e Juízes, bem como nos casos de conflito de atribuições entre autoridade judiciária e autoridade administrativa, proceder-se-á, no que couber, na forma estabelecida neste Capítulo.
CAPÍTULO II DAS AÇÕES ORIGINÁRIAS
Seção I Da Reclamação
Art. 210. Caberá reclamação para: I - preservar a competência do Tribunal; II - garantir a autoridade das decisões do Tribunal; III - garantir a observância de acórdão proferido em incidentes de assunção de competência, de resolução de demandas repetitivas e de julgamento de recursos repetitivos.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 1º Estão legitimados para a reclamação a parte interessada ou o Ministério Público do Trabalho.
§ 2º A reclamação será processada e julgada pelo órgão colegiado cuja competência se busca preservar ou cuja autoridade se pretende garantir.
§ 3º Oficiará no feito o Ministério Público do Trabalho, como custos legis, salvo se figurar como reclamante.
Art. 211. A reclamação, dirigida ao Presidente do Tribunal e instruída com prova documental, será autuada e distribuída, sempre que possível, ao relator da causa principal, observando-se, no que couber, as disposições deste Regimento.
Parágrafo único. Será objeto de livre distribuição a reclamação que tenha como causa de pedir o descumprimento de tese fixada em incidente de recursos repetitivos baseados na mera reafirmação da jurisprudência dominante do Tribunal. (Incluído pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025)
Art. 212. É inadmissível a reclamação proposta: I – após o trânsito em julgado da decisão reclamada; II – em face de decisão monocrática de Ministro ou colegiada do Tribunal, pelo seu Pleno ou órgão fracionário.
Art. 213. Ao despachar a inicial, incumbe ao relator: I - requisitar informações da autoridade a quem for atribuída a prática do ato impugnado, para que as apresente no prazo de 10 (dez) dias úteis; II - ordenar liminarmente, se houver risco de dano irreparável, a suspensão do processo ou do ato impugnado; III - determinar a citação do beneficiário da decisão impugnada, que terá prazo de 15 (quinze) dias úteis para apresentar contestação.
Parágrafo único. Decorridos os prazos para informações e oferecimento de contestação pelo beneficiário do ato impugnado, o Ministério Público terá vista dos autos por 5 (cinco) dias, salvo se figurar como reclamante.
Art. 214. À reclamação poderá opor-se, fundamentadamente, qualquer interessado.
§ 1º É obrigatória a intimação da parte interessada da decisão de indeferimento liminar da reclamação.
§ 2º O relator arbitrará o valor das custas, bem como os ônus da sucumbência.
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§ 3º Os valores decorrentes da sucumbência serão processados nos autos da reclamação.
Art. 215. Julgada procedente a reclamação, o Tribunal cassará a decisão exorbitante de seu julgado ou determinará medida adequada à preservação da sua competência.
Art. 216. O Presidente do órgão julgador competente determinará o cumprimento imediato da decisão, lavrando-se o acórdão posteriormente.
Parágrafo único. Caberá ao Ministro relator determinar a adoção das medidas indutivas, coercitivas, mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para assegurar o cumprimento da decisão.
Art. 217. Dos acórdãos proferidos pelos Tribunais Regionais do Trabalho, em reclamação, caberá recurso ordinário, a ser distribuído no âmbito do órgão fracionário competente para o julgamento do recurso cabível para o Tribunal Superior do Trabalho no processo principal.
Seção II Do Habeas Corpus
Art. 218. Impetrado o habeas corpus, o relator requisitará informações do apontado coator, no prazo que fixar, e poderá, ainda: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - nomear advogado para acompanhar e defender oralmente o pedido, se o impetrante não for bacharel em Direito; II - ordenar diligências necessárias à instrução do pedido; III - se convier ouvir o paciente, determinar sua apresentação à sessão de julgamento; IV - no habeas corpus preventivo, expedir salvo-conduto em favor do paciente, até decisão do feito, se houver grave risco de se consumar a violência.
Art. 219. Instruído o processo e ouvido o Ministério Público, o relator o submeterá a julgamento na primeira sessão da Subseção II da Seção Especializada em Dissídios Individuais, independentemente de pauta.
Parágrafo único. Opondo-se o paciente, não se conhecerá do pedido.
Art. 220. A decisão concessiva de habeas corpus será imediatamente comunicada às autoridades a quem couber cumpri-la, sem prejuízo da remessa de cópia do acórdão.
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Parágrafo único. A comunicação, mediante ofício ou qualquer outro meio idôneo, bem como o salvo-conduto, em caso de ameaça de violência ou coação, serão firmados pelo relator.
Art. 221. A autoridade administrativa prisional, o escrivão, o oficial de justiça ou a autoridade judiciária, policial ou militar que embaraçar ou procrastinar o encaminhamento do pedido de habeas corpus, ou as informações sobre a causa da violência, coação ou ameaça, serão multados na forma da legislação processual vigente, sem prejuízo de outras sanções penais ou administrativas.
Art. 222. O Presidente do Tribunal expedirá mandado contra a autoridade administrativa prisional e oficiará ao Ministério Público, para que promova a ação penal, no caso de desobediência ou retardamento abusivo no cumprimento da ordem de habeas corpus.
Parágrafo único. Na hipótese deste artigo, o Presidente do Tribunal adotará as providências necessárias ao cumprimento da decisão, com emprego dos meios legais cabíveis.
Art. 223. Quando o pedido for incabível, ou for manifesta a incompetência do Tribunal para dele conhecer originariamente, ou for reiteração de outro com os mesmos fundamentos, o relator o indeferirá liminarmente.
Seção III Do Mandado de Segurança
Art. 224. Cabe mandado de segurança contra ato do Presidente ou de qualquer dos membros ou órgãos da Corte, observadas para o julgamento as regras referentes à competência dos órgãos judicantes do Tribunal.
Art. 225. O mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há, pelo menos, 1 (um) ano, em defesa de direitos líquidos e certos da totalidade ou de parte dos seus membros ou associados, na forma dos seus estatutos e desde que pertinentes às suas finalidades, dispensada, para tanto, autorização especial.
Parágrafo único. Os direitos protegidos pelo mandado de segurança coletivo podem ser: I - coletivos, assim entendidos os transindividuais, de natureza indivisível, de que seja titular grupo ou categoria de pessoas ligadas entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica básica;
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II - individuais homogêneos, assim entendidos os decorrentes de origem comum e da atividade ou situação específica da totalidade ou de parte dos membros ou associados do impetrante.
Art. 226. No mandado de segurança coletivo, a decisão fará coisa julgada limitadamente aos membros do grupo ou categoria substituídos pelo impetrante.
§ 1º O mandado de segurança coletivo não induz litispendência para as ações individuais, mas os efeitos da coisa julgada não beneficiarão o impetrante a título individual se não requerer a desistência de seu mandado de segurança no prazo de 30 (trinta) dias a contar da ciência comprovada da impetração da segurança coletiva.
§ 2º No mandado de segurança coletivo, a liminar só poderá ser concedida após a audiência do representante judicial da pessoa jurídica de direito público, que deverá se pronunciar no prazo de 72 (setenta e duas) horas, salvo em casos de manifesta urgência.
Art. 227. O mandado de segurança, de competência originária do Tribunal, terá seu processo iniciado por petição, que preencherá os requisitos legais, inclusive a necessidade de autenticação dos documentos que instruem a ação mandamental, sendo facultada ao advogado a declaração de autenticidade dos referidos documentos, sob sua responsabilidade pessoal, na forma do art. 830 da CLT, devendo conter, ainda, a indicação precisa da autoridade a quem se atribua o ato impugnado.
§ 1º Afirmado pelo requerente que o documento necessário à prova de suas alegações se encontra em órgão ou estabelecimento público ou em poder de autoridade que lhe recuse certidão, ele solicitará ao relator que seja requisitada, por ofício, a exibição do documento, em original ou cópia autenticada, no prazo de 5 (cinco) dias úteis. Se a autoridade indicada pelo requerente for a coatora, far-se-á a requisição no próprio instrumento da intimação.
§ 2º Para os fins deste artigo, em se tratando de documento eletrônico, serão observadas as regras que disciplinam o processo eletrônico na Justiça do Trabalho.
Art. 228. Em caso de urgência, é permitido, observados os requisitos legais, impetrar mandado de segurança por telegrama, radiograma, fax ou outro meio eletrônico de autenticidade comprovada.
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§ 1º Poderá o juiz, em caso de urgência, notificar a autoridade por telegrama, radiograma ou outro meio que assegure a autenticidade do documento e a imediata ciência pela autoridade.
§ 2º O texto original da petição deverá ser apresentado nos 5 (cinco) dias úteis seguintes.
§ 3º Para os fins deste artigo, em se tratando de documento eletrônico, serão observadas as regras que disciplinam o processo eletrônico na Justiça do Trabalho.
Art. 229. Distribuído o feito na forma regimental, o relator mandará ouvir a autoridade dita coatora, mediante ofício acompanhado da segunda via da petição, instruída com as cópias dos documentos, a fim de que preste informações no prazo legal.
§ 1º A petição inicial poderá, de plano, ser indeferida pelo relator, quando não for a hipótese de mandado de segurança, ou quando não atendidos os requisitos do art. 227 deste Regimento, devendo os autos ser remetidos ao Juízo competente, se manifesta a incompetência do Tribunal, dispensadas as informações da autoridade dita coatora.
§ 2º Salvo nos casos vedados em lei, o relator poderá ordenar a suspensão liminar do ato que deu motivo ao pedido, quando for relevante o fundamento e do ato impugnado puder resultar a ineficácia da medida, caso seja deferida.
§ 3º Deferida a medida liminar, o processo terá prioridade para julgamento.
§ 4º Da decisão do relator que conceder ou denegar a medida liminar caberá agravo interno ao órgão colegiado competente do Tribunal do qual o magistrado seja integrante.
§ 5º Se, por ação ou omissão, o beneficiário da liminar der causa à procrastinação do julgamento do pedido, poderá o relator revogar a medida.
Art. 230. Transcorrido o prazo legal para as informações, o relator determinará a remessa dos autos à Procuradoria-Geral do Trabalho, que opinará, dentro do prazo improrrogável de 10 (dez) dias.
Parágrafo único. Com ou sem o parecer do Ministério Público do Trabalho, os autos serão conclusos ao relator para a instrução do processo, se necessária, e para que este o encaminhe para inclusão na próxima pauta de julgamento ou, quando a matéria for objeto de jurisprudência consolidada do
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Tribunal, julgue monocraticamente o pedido. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 231. A concessão ou a denegação da segurança, na vigência da medida liminar, será imediatamente comunicada, por intermédio da Secretaria do órgão julgador, à autoridade apontada como coatora e à pessoa jurídica interessada, mediante ofício ou pelo correio, através de por correspondência com aviso de recebimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. Em caso de urgência, poderá ser observado o disposto no art. 228 deste Regimento.
Seção IV Do Mandado de Injunção e do Habeas Data
Art. 232. No mandado de injunção e no habeas data, serão observadas as normas da legislação de regência e, de forma supletiva e subsidiária, a Lei n.º 12.016/ 2009 e o Código de Processo Civil.
Seção V Da Ação Rescisória
Art. 233. Caberá ação rescisória dos acórdãos prolatados pelo Tribunal, no prazo e nas hipóteses previstas na legislação processual aplicável, observadas, para o julgamento, as regras alusivas à competência dos órgãos judicantes da Corte.
§ 1º A ação rescisória está sujeita ao depósito prévio equivalente a 20% (vinte por cento) do valor da causa, importância que se converterá em multa em favor do réu, caso a ação seja, por unanimidade de votos, declarada inadmissível ou improcedente.
§ 2º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior ao autor que tenha feito prova de insuficiência econômica e à União, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios, às suas respectivas autarquias e fundações de direito público, ao Ministério Público e à Defensoria Pública. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 234. A ação rescisória terá início por petição, preenchidos os requisitos da legislação processual compatíveis com o processo do trabalho.
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Parágrafo único. Registrada e autuada, a ação rescisória será distribuída, mediante sorteio, a um relator, dentre os Ministros integrantes do órgão julgador competente.
Art. 235. A petição inicial será indeferida pelo relator, se não preenchidas as exigências legais e não suprida a irregularidade.
Art. 236. Nas ações rescisórias que dispensem a fase instrutória, o relator também poderá, independentemente da citação do réu, julgar liminarmente improcedente o pedido se verificar, desde logo, a ocorrência de decadência ou se concluir configurada contrariedade a: I - enunciado de súmula do Supremo Tribunal Federal ou do Tribunal Superior do Trabalho (art. 927, I V, do CPC);
II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade ou julgamento de processo de repercussão geral ou pelo Tribunal Superior do Trabalho em julgamento de recursos repetitivos (art. 896-B da CLT e art. 927, I e III, do CPC); (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - entendimento firmado em incidentes de assunção de competência, de resolução de demandas repetitivas e de recursos repetitivos; IV - enunciado de súmula de Tribunal Regional do Trabalho sobre direito local, convenção coletiva de trabalho, acordo coletivo de trabalho, sentença normativa ou regulamento empresarial de observância obrigatória em área territorial que não exceda à jurisdição do respectivo Tribunal.
Art. 237. Compete ao relator, se a petição preencher os requisitos legais: I - ordenar as citações e intimações requeridas;
II - receber ou rejeitar, liminarmente, a petição inicial e as exceções opostas e designar audiência especial para produção de provas, se requeridas ou se lhe parecerem necessárias, ou delegar a competência para a colheita de provas ao órgão que proferiu a decisão rescindenda ou a juiz ou a membro de outro tribunal do local onde estas devam ser produzidas, fixando prazo de 1 (um) a 3 (três) meses para a devolução dos autos; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - submeter a julgamento em mesa as questões incidentes e as exceções opostas, quando regularmente processadas; IV - dar vista ao Ministério Público do Trabalho, sempre que couber, depois das alegações finais das partes.
Parágrafo único. Reconhecida a incompetência do Tribunal para julgar a ação rescisória, o autor será intimado para emendar a petição inicial, a fim de adequar o objeto da ação, nos casos previstos nos incisos I e II do § 5º do art.
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968 do CPC, com a complementação, pelo réu, dos fundamentos de defesa e a remessa dos autos ao Tribunal competente, nos termos do § 6º do art. 968 do CPC.
Art. 238. Feita a citação, o réu, no prazo assinalado pelo relator, que não poderá ser inferior a 15 (quinze) nem superior a 30 (trinta) dias, apresentará a contestação.
Art. 239. Ultimada a fase probatória, os autos permanecerão na Secretaria, para apresentação de razões finais, tendo as partes, sucessivamente, o prazo de 10 (dez) dias úteis. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. Findo esse prazo e oficiado, quando cabível, o Ministério Público do Trabalho, serão os autos conclusos ao relator.
Seção VI Dos Dissídios Coletivos
Art. 240. Em caso de recusa à negociação coletiva, ou frustrada, total ou parcialmente, a autocomposição dos interesses coletivos em negociação promovida diretamente pelos interessados ou mediante intermediação administrativa do órgão competente do Ministério do Trabalho, poderá ser ajuizada, de comum acordo, a ação de dissídio coletivo ou solicitada a mediação do Tribunal Superior do Trabalho. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Na impossibilidade real de encerramento da negociação coletiva em curso antes do termo final a que se refere o art. 616, § 3º, da CLT, a entidade interessada poderá formular protesto judicial em petição escrita, dirigida ao Presidente do Tribunal, a fim de preservar a data-base da categoria.
§ 2º Deferida a medida prevista no item anterior, a representação coletiva será ajuizada no prazo máximo de 30 (trinta) dias úteis, contados da intimação, sob pena de perda da eficácia do protesto.
§ 3º O pedido de mediação do Tribunal, formulado antes da instauração do dissídio coletivo, será dirigido à Vice-Presidência, que marcará audiência para composição voluntária do conflito.
Art. 241. Os dissídios coletivos podem ser: I - de natureza econômica, para a instituição de normas e condições de trabalho; II - de natureza jurídica, para interpretação de cláusulas de sentenças normativas, de instrumentos de negociação coletiva, acordos e
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convenções coletivas, de disposições legais particulares de categoria profissional ou econômica e de atos normativos; III - originários, quando inexistentes ou em vigor normas e condições especiais de trabalho, decretadas em sentença normativa; IV - de revisão, quando destinados a reavaliar normas e condições coletivas de trabalho preexistentes que se tornarem injustas ou ineficazes pela modificação das circunstâncias que as ditaram; V - de declaração sobre a paralisação do trabalho decorrente de greve.
Art. 242. Para julgamento, o processo será incluído em pauta preferencial, se for caso de urgência, sobretudo na ocorrência ou iminência de paralisação do trabalho.
Parágrafo único. Na hipótese de greve em serviços ou atividades essenciais, poderá o Presidente do Tribunal, justificando a urgência, dispensar a inclusão do processo em pauta, convocar sessão para julgamento do dissídio coletivo, notificando as partes, por meio de seus patronos, e cientificando o Ministério Público do Trabalho, tudo com antecedência de, pelo menos, 12 (doze) horas. (§ 1º transformado em parágrafo único, com redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 243. Requerida a homologação de acordo em processo de dissídio coletivo, antes ou depois do julgamento, da apresentação de recursos ou da publicação do acórdão, adotar-se-á o seguinte procedimento: I - o pedido de homologação de acordo será apreciado pelo relator originário ou pelo redator designado para lavrar o acórdão do julgamento já realizado, se for o caso; II - o processo será redistribuído a um dos membros do colegiado, se ausente, por qualquer motivo, o relator; III - o pedido de homologação de acordo será apreciado, independentemente de publicação de pauta, cabendo ao relator apresentar os autos em mesa, na primeira sessão ordinária subsequente à formulação do pedido, ou em sessão extraordinária designada para esse fim, sendo de igual modo dispensada a prévia inclusão em pauta, quando o pedido ingressar antes do julgamento do recurso ordinário.
Art. 244. O acordo judicial homologado no processo de dissídio coletivo, abrangendo a totalidade ou parte das pretensões, tem força de decisão irrecorrível para as partes.
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CAPÍTULO III DOS RECURSOS
Seção I Do Recurso Ordinário
Art. 245. Cabe recurso ordinário para o Tribunal das decisões definitivas proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho em processos de sua competência originária, no prazo legal, contado da publicação do acórdão ou de sua conclusão no órgão oficial.
Parágrafo único. O recurso é cabível em: I - Ação anulatória; II - Ação para obtenção de tutela provisória em caráter antecedente; III - Ação declaratória; IV - Agravo interno; V - Ação rescisória; VI - Dissídio coletivo; VII - Habeas corpus; VIII - Habeas data; IX - Mandado de segurança; X - Reclamação.
Seção II Da Transcendência
Art. 246. As normas relativas ao exame da transcendência dos recursos de revista, previstas no art. 896-A da CLT, somente incidirão naqueles interpostos contra decisões proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho publicadas a partir de 11/11/2017, data da vigência da Lei n.º 13.467/2017.
Art. 247. A aplicação do art. 896-A da CLT, que trata da transcendência do recurso de revista, observará o disposto neste Regimento; o Tribunal Superior do Trabalho, no recurso de revista, deverá examinar previamente de ofício, se a causa oferece transcendência com relação aos reflexos gerais de natureza econômica, política, social ou jurídica. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º São indicadores de transcendência, entre outros: I - econômica, o elevado valor da causa; II - política, o desrespeito da instância recorrida à jurisprudência sumulada do Tribunal Superior do Trabalho ou do Supremo Tribunal Federal; III - social, a postulação, por reclamante-recorrente, de direito social constitucionalmente assegurado;
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
IV - jurídica, a existência de questão nova em torno da interpretação da legislação trabalhista.
§ 2º Poderá o relator, monocraticamente, denegar seguimento ao recurso de revista que não demonstrar transcendência.
§ 3º Caberá agravo das decisões monocráticas proferidas pelo Ministro, com possibilidade de sustentação oral por ambas as partes pelo prazo de 5 minutos, quando a classe processual originária do recurso comporte a concessão da palavra em sessão. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º Mantido o voto do relator quanto ao não reconhecimento da transcendência do recurso, será lavrado acórdão com fundamentação sucinta, que constituirá decisão irrecorrível no âmbito do Tribunal.
§ 5º O juízo de admissibilidade do recurso de revista exercido pela Presidência dos Tribunais Regionais do Trabalho limita-se à análise dos pressupostos intrínsecos e extrínsecos do apelo, não abrangendo o critério da transcendência das questões nele veiculadas.
Art. 248. (Revogado pelo Ato Regimental n. 2, de 19 de abril de 2021)
Art. 249. (Revogado pelo Ato Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020)
Seção III Do Recurso de Revista
Art. 250. O recurso de revista, interposto na forma da lei, é apresentado no Tribunal Regional do Trabalho e tem seu cabimento examinado em decisão fundamentada pelo Presidente do Tribunal de origem, ou pelo Desembargador designado para esse fim, conforme o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho.
Parágrafo único. (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 251. Distribuído o recurso ou provido o respectivo agravo de instrumento, o relator poderá: I - não conhecer do recurso de revista inadmissível, prejudicado ou daquele que não tiver impugnado especificamente todos os fundamentos da decisão recorrida, inclusive nas hipóteses do art. 896, §§ 1º-A e 14, da CLT; II - negar provimento ao recurso de revista que for contrário a tese fixada em julgamento de recurso repetitivo ou de repercussão geral, a
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entendimento firmado em incidente de assunção de competência ou de resolução de demandas repetitivas, a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, a súmula ou orientação jurisprudencial do Tribunal Superior do Trabalho ou, ainda, a jurisprudência dominante sobre o tema; III - dar provimento ao recurso de revista se o acórdão recorrido for contrário a tese fixada em julgamento de recursos repetitivos ou de repercussão geral, a entendimento firmado em incidente de assunção de competência ou de resolução de demandas repetitivas, a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, a súmula ou orientação jurisprudencial do Tribunal Superior do Trabalho ou, ainda, a jurisprudência dominante sobre o tema.
Seção IV Do Agravo de Instrumento
Art. 252. O agravo de instrumento interposto contra decisão denegatória de recurso de competência desta Corte será autuado e distribuído, observada a competência dos órgãos do Tribunal, aplicando-se, quanto à tramitação e julgamento, as disposições inscritas nesta Seção.
Art. 253. A dispensa de depósito recursal a que se refere o § 8º do art. 899 da CLT não será aplicável aos casos em que o agravo de instrumento se refira a uma parcela da condenação, pelo menos, que não seja objeto de arguição de contrariedade a súmula ou a orientação jurisprudencial do Tribunal Superior do Trabalho.
Art. 254. Admitido apenas parcialmente o recurso de revista, constitui ônus da parte impugnar, mediante agravo de instrumento em recurso de revista, o capítulo denegatório da decisão, sob pena de preclusão.
§ 1º Se houver omissão no juízo de admissibilidade do recurso de revista quanto a um ou mais temas, é ônus da parte interpor embargos de declaração para o órgão prolator da decisão embargada supri-la (art. 1.024, § 2º, do CPC), sob pena de preclusão.
§ 2º Incorre em nulidade a decisão regional que se abstiver de exercer controle de admissibilidade sobre qualquer tema objeto de recurso de revista, não obstante interpostos embargos de declaração (art. 93, inciso IX, da Constituição da República/88 e art. 489, § 1º, do CPC).
§ 3º No caso do parágrafo anterior, sem prejuízo da nulidade, a recusa do Presidente do Tribunal Regional do Trabalho a emitir juízo de admissibilidade sobre qualquer tema equivale a decisão denegatória. É ônus da parte, assim, após a intimação da decisão dos embargos de declaração, impugná-
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la mediante agravo de instrumento em recurso de revista (art. 896, § 12, da CLT), sob pena de preclusão.
Art. 255. Distribuído o agravo de instrumento, o relator poderá: I - nos casos de que trata o artigo anterior e se constatar a existência de omissão não suprida pelo Presidente do Tribunal Regional do Trabalho de origem, apesar da interposição, pelo agravante, dos embargos de declaração, determinar, por decisão irrecorrível, a restituição do agravo de instrumento em recurso de revista ao órgão judicante de origem para que este complemente o juízo de admissibilidade; II - não conhecer do agravo de instrumento inadmissível, prejudicado ou daquele que não tenha impugnado especificamente todos os fundamentos da decisão recorrida; III - conhecer do agravo de instrumento para: a) negar-lhe provimento em caso de recurso de revista inadmissível, prejudicado ou em que não tenha havido impugnação específica de todos os fundamentos da decisão recorrida, inclusive nas hipóteses do art. 896, § 1º-A, da CLT; b) negar-lhe provimento nos casos em que o recurso for contrário a tese fixada em julgamento de recursos repetitivos ou de repercussão geral, a entendimento firmado em incidente de assunção de competência ou de demandas repetitivas, a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal ou a súmula ou orientação jurisprudencial do Tribunal Superior do Trabalho ou, ainda, a jurisprudência dominante acerca do tema; c) dar-lhe provimento nos casos em que o recurso impugnar acórdão contrário a tese fixada em julgamento de casos repetitivos ou de repercussão geral, a entendimento firmado em incidente de assunção de competência ou de demandas repetitivas, a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal ou a súmula ou orientação jurisprudencial do Tribunal Superior do Trabalho ou, ainda, a jurisprudência dominante acerca do tema, determinando a sua autuação como recurso ordinário ou recurso de revista, observando-se, daí em diante, os procedimentos respectivos.
§ 1º No caso de ser provido o agravo de instrumento, mas ficando vencido o relator, será designado redator do acórdão e relator do recurso de revista o Ministro prolator do primeiro voto vencedor no julgamento do agravo de instrumento. (Parágrafo único transformado em § 1º, com redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º A regra do parágrafo anterior também é aplicável quando o Ministro relator for vencido quanto ao fundamento determinante da decisão, mesmo que prevalecente o resultado. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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Art. 256. Se o agravo de instrumento que tramita conjuntamente com recurso de revista for provido, a Secretaria providenciará a publicação da respectiva certidão de julgamento, para efeito de intimação das partes, em que constará que os recursos de revista serão apreciados na primeira sessão ordinária subsequente ao término do prazo de 5 (cinco) dias úteis contados da data da intimação, após a devida reautuação. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020)
Parágrafo único. Ultimado o julgamento, o relator ou o redator designado lavrará um único acórdão, que também contemplará os fundamentos que ensejaram o provimento do agravo de instrumento em recurso de revista, fluindo o prazo recursal a partir da publicação da aludida decisão.
Art. 257. Interposto apenas agravo de instrumento, se lhe for dado provimento, observar-se-á o procedimento do artigo anterior e seu parágrafo único.
§ 1º O processo, nesta hipótese, será reautuado como recurso de revista ou recurso ordinário, mantida a numeração dada ao agravo de instrumento.
§ 2º Não sendo conhecido ou desprovido o agravo de instrumento, será lavrado o respectivo acórdão.
CAPÍTULO IV DOS RECURSOS DAS DECISÕES PROFERIDAS NO TRIBUNAL
Seção I Dos Embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais
Art. 258. Cabem embargos das decisões das Turmas do Tribunal que divergirem entre si ou das decisões proferidas pela Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais, ou contrárias a súmula, a orientação jurisprudencial ou a precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho ou súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, no prazo de 8 (oito) dias úteis, contados de sua publicação, na forma da lei.
Parágrafo único. Além dos casos já previstos na jurisprudência sumulada do Tribunal, também cabem embargos das decisões de suas Turmas proferidas em agravos internos e agravos de instrumento que contrariarem precedentes obrigatórios firmados em julgamento de incidentes de assunção de competência, de demandas repetitivas ou de recursos repetitivos, do Tribunal
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Superior do Trabalho, ou de repercussão geral do Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 259. O recorrente provará a divergência com certidão, cópia ou citação de repositório oficial ou credenciado de jurisprudência, inclusive em mídia eletrônica, em que foi publicado o acórdão divergente, ou com a reprodução de julgado disponível na rede mundial de computadores, indicando a respectiva fonte, e mencionará as circunstâncias que identificam ou assemelham os casos confrontados.
§ 1º São fontes oficiais de publicação dos julgados o Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, a Revista do Tribunal Superior do Trabalho, as revistas publicadas pelos Tribunais Regionais do Trabalho, os sítios do Tribunal Superior do Trabalho e dos Tribunais Regionais do Trabalho na rede mundial de computadores e os repositórios autorizados a publicar a jurisprudência trabalhista. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º A divergência apta a ensejar os embargos deve ser atual, não se considerando tal a ultrapassada por súmula, orientação jurisprudencial ou precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho ou por súmula do Supremo Tribunal Federal, ou superada por iterativa e notória jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho. (Parágrafo único transformado em § 2º pela Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 260. Compete ao Presidente da Turma exercer o juízo de admissibilidade dos embargos à Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais previsto no art. 93, VIII, deste Regimento.
Art. 261. Incumbe ao Ministro relator: I - denegar seguimento aos embargos: a) se a decisão recorrida estiver em consonância com tese fixada em julgamento de casos repetitivos ou de repercussão geral, com entendimento firmado em incidente de assunção de competência ou de demandas repetitivas, súmula, orientação jurisprudencial ou precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho ou súmula do Supremo Tribunal Federal, ou com iterativa, notória e atual jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho, cumprindo-lhe indicá-la; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) b) nas hipóteses de intempestividade, deserção, irregularidade de representação ou de ausência de qualquer outro pressuposto extrínseco de admissibilidade, se o recorrente, após ser intimado para sanar o vício ou complementar a documentação exigível, na forma da legislação aplicável, não o fizer no prazo concedido para tanto. II - dar provimento aos embargos, se a decisão recorrida estiver contrária à tese fixada em julgamento de casos repetitivos ou de repercussão geral, com entendimento firmado em incidente de assunção de competência,
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súmula ou de demandas repetitivas, orientação jurisprudencial ou precedente normativo do Tribunal Superior do Trabalho ou súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, ou com iterativa, notória e atual jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho, cumprindo-lhe indicá-la. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - proceder na forma do art. 281 e seguintes quando presentes os pressupostos para a afetação do recurso à sistemática de incidentes de recurso repetitivo, encaminhado o feito ao Plenário Eletrônico para os fins previstos no art. 132-A deste regimento. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. Da decisão denegatória dos embargos caberá agravo interno, no prazo de 8 (oito) dias úteis.
Seção II Dos Embargos Infringentes
Art. 262. Cabem embargos infringentes das decisões não unânimes proferidas pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos, no prazo de 8 (oito) dias úteis, contados da publicação do acórdão no Órgão Oficial, nos processos de Dissídios Coletivos de competência originária do Tribunal.
Parágrafo único. Os embargos infringentes serão restritos à cláusula em que há divergência, e, se esta for parcial, ao objeto da divergência.
Art. 263. Registrado o protocolo na petição a ser encaminhada à Secretaria do órgão julgador competente, esta juntará o recurso aos autos respectivos e abrirá vista à parte contrária, para impugnação, no prazo legal. Transcorrido o prazo, o processo será remetido à unidade competente, para ser imediatamente distribuído.
Art. 264. Não atendidas as exigências legais relativas ao cabimento dos embargos infringentes, o relator denegará seguimento ao recurso, facultada à parte a interposição de agravo interno.
Seção III Do Agravo Interno
Art. 265. Cabe agravo interno contra decisão dos Presidentes do Tribunal e das Turmas, do Vice-Presidente ou de relator, nos termos da legislação processual, no prazo de 8 (oito) dias úteis, pela parte que se considerar prejudicada. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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Parágrafo único. Ressalvam-se os casos em que haja recurso próprio ou decisão de caráter irrecorrível, nos termos do Regimento ou da lei.
Art. 266. Após a intimação do agravado para manifestar-se sobre o recurso no prazo de 8 (oito) dias úteis, o agravo interno será concluso ao prolator da decisão monocrática, que poderá reconsiderá-lo ou determinar sua inclusão em pauta para apreciação do Colegiado competente para o julgamento da ação ou do recurso em que exarada a decisão, com exceção daquele interposto contra a decisão do Presidente de Turma que denegar seguimento a embargos à Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais, que será diretamente distribuído entre os demais integrantes desta Subseção. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Os agravos internos contra ato ou decisão do Presidente e do Vice-Presidente do Tribunal, desde que interpostos no período do respectivo mandato, serão por eles relatados. Os agravos internos interpostos após o término da investidura no cargo do prolator do ato ou decisão serão conclusos ao Ministro sucessor. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Os agravos internos interpostos contra decisão monocrática do relator, na hipótese de seu afastamento temporário ou definitivo, serão conclusos, em relação aos processos de Turmas, ao Desembargador convocado ou ao Ministro nomeado para a vaga, conforme o caso, e, nos processos das Seções Especializadas, ao Ministro que ocupar a vaga, ou redistribuídos na forma dos §§ 1º e 2º do art. 107 deste Regimento.
§ 3º Os agravos internos interpostos contra decisão monocrática do Presidente do Tribunal, proferida durante o período de recesso forense e férias coletivas, serão julgados pelo relator do processo principal, salvo nos casos de competência específica da Presidência da Corte.
§ 4º Se o Ministro relator for vencido no resultado do agravo interno ou quanto ao fundamento determinante da decisão, mesmo que prevalecente o resultado, será designado redator do acórdão o Ministro prolator do primeiro voto vencedor, a quem devem ser redistribuídos os embargos, promovendo-se a compensação.
§ 5º Quando o agravo interno for declarado manifestamente inadmissível ou improcedente em votação unânime, o órgão colegiado, em decisão fundamentada, condenará o agravante a pagar ao agravado multa fixada entre 1 e 5% (um e cinco por cento) do valor atualizado da causa.
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§ 6º A interposição de qualquer outro recurso está condicionada ao depósito prévio do valor da multa prevista no parágrafo anterior, à exceção da Fazenda Pública e do beneficiário da gratuidade da justiça, que farão o pagamento ao final.
Seção IV Do Pedido de Concessão de Efeito Suspensivo
Art. 267. O recurso interposto de decisão normativa da Justiça do Trabalho terá efeito suspensivo, na medida e extensão conferidas em decisão do Presidente do Tribunal Superior do Trabalho.
Art. 268. O pedido de concessão de efeito suspensivo a recurso em matéria normativa deverá ser instruído com as seguintes peças: decisão normativa recorrida; petição de recurso ordinário, prova de sua tempestividade e respectiva decisão de admissibilidade; guia de recolhimento de custas, se houver; procuração conferindo poderes ao subscritor da medida e outras que o requerente reputar úteis para o exame da solicitação.
Seção V Dos Embargos de Declaração
Art. 269. Contra quaisquer decisões judiciais proferidas no âmbito do Tribunal, monocráticas ou colegiadas, poderão ser interpostos embargos de declaração, no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados da sua publicação, nos casos previstos na legislação processual.
Parágrafo único. Em se tratando de embargos de declaração interpostos contra decisão monocrática, caberá ao prolator da decisão ou ao Ministro competente para o exame do feito apreciá-los também monocraticamente, ou recebê-los como agravo, se entender pertinente, conforme o caso.
Art. 270. Registrado o protocolo na petição e após sua juntada, os autos serão conclusos ao julgador que proferiu a decisão monocrática ou ao redator do acórdão embargado, ressalvadas as situações previstas nos arts. 106 a 109 deste Regimento.
Parágrafo único. Não sendo possível a aplicação de nenhuma das regras previstas nos arts. 106 a 109 deste Regimento, adotar-se-á critério de competência para a distribuição dos embargos de declaração ao Desembargador convocado, na hipótese dos processos das Turmas, ou ao Ministro que tenha
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ocupado a vaga do antigo relator, nas Turmas e nas Subseções, e, como último critério, distribuir-se-á o processo entre os integrantes do órgão.
Art. 271. Nos embargos de declaração, eventual efeito modificativo somente poderá ocorrer em virtude da correção de vício na decisão embargada e desde que ouvida previamente a parte contrária, no prazo de 5 (cinco) dias úteis.
Art. 272. Os embargos de declaração interpostos contra decisão colegiada serão incluídos em pauta, ressalvada a hipótese prevista no art. 119, § 2º, II, deste Regimento.
Art. 273. Os embargos de declaração interrompem o prazo para interposição de outros recursos, por qualquer das partes, salvo quando intempestivos, irregular a representação da parte ou ausente a sua assinatura.
Parágrafo único. Nos casos de irregularidade de representação da parte em procuração ou substabelecimento já constante dos autos, ou de total ausência de assinatura da petição dos embargos de declaração, o órgão julgador ou relator, antes de considerar inadmissível ou não conhecer do recurso, concederá prazo de 5 (cinco) dias úteis para que seja sanado o vício.
TÍTULO V DAS OUTRAS ESPÉCIES DE PROCESSOS
CAPÍTULO I DO INCIDENTE DE ARGUIÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI OU DE ATO NORMATIVO DO PODER PÚBLICO
Art. 274. A arguição de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público, em controle difuso, poderá ser suscitada pelo relator, por qualquer Ministro ou a requerimento do Ministério Público do Trabalho, no curso do julgamento do processo nos órgãos judicantes da Corte, após concluído o relatório. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 275. Suscitada a inconstitucionalidade e ouvidos o Ministério Público do Trabalho e as partes, será submetida à apreciação do colegiado em que tramita o feito, salvo quando já houver pronunciamento do Tribunal Pleno ou do próprio Supremo Tribunal Federal sobre a questão.
§ 1º Rejeitada a arguição, prosseguirá o julgamento.
§ 2º Acolhida a arguição suscitada perante o Tribunal Pleno, a matéria será submetida de imediato à apreciação.
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§ 3º Acolhida a arguição suscitada nos demais órgãos judicantes da Corte, os autos serão remetidos ao Tribunal Pleno.
Art. 276. A decisão que declara imprescindível o pronunciamento do Tribunal Pleno sobre a inconstitucionalidade de lei, de disposição nela contida ou de ato normativo do Poder Público é irrecorrível.
Art. 277. O incidente será distribuído por prevenção ao mesmo relator originário, e os autos deverão ser oportunamente encaminhados ao Presidente do Tribunal para designar a sessão de julgamento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º O relator mandará ouvir o Procurador-Geral do Trabalho, no prazo de 15 (quinze) dias úteis, bem como, se for o caso, determinará a notificação da pessoa jurídica de direito público responsável pela edição do ato questionado para que se manifeste, em igual prazo.
§ 2º O Tribunal Superior do Trabalho dará publicidade à instauração do incidente de arguição de inconstitucionalidade mediante a publicação de edital na página do Tribunal na rede mundial de computadores e no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, a fim de permitir eventual intervenção dos legitimados referidos no art. 103 da Constituição da República, ou de outros órgãos ou entidades, na condição de amicus curiae. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 1, de 26 de outubro de 2020)
§ 3º As intervenções previstas no § 2º serão permitidas dentro do período de 30 (trinta) dias úteis, contados da publicação da decisão de que trata o artigo anterior, a qual deverá indicar a lei ou o ato normativo objeto do incidente e a possibilidade de intervenção.
§ 4º A manifestação dos outros órgãos e entidades de que tratam os parágrafos anteriores poderá ser admitida pelo relator, considerando a relevância da matéria e a representatividade dos postulantes, por decisão irrecorrível.
Art. 278. Os procedimentos relativos à remessa do processo ao Tribunal Pleno, à distribuição e ao julgamento da arguição de inconstitucionalidade são regulados pelas normas gerais estabelecidas a respeito neste Regimento.
Art. 279. A decisão declaratória de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público, observadas as exigências regimentais, será observada tanto no acórdão do órgão julgador originário que julgar o processo no qual o incidente foi suscitado quanto em todos os demais feitos em trâmite no Tribunal que envolvam a mesma questão de direito, nos termos do art. 927, V, do CPC. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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CAPÍTULO II DO INCIDENTE DE RECURSOS REPETITIVOS
Art. 280. As normas do Código de Processo Civil relativas ao julgamento dos recursos extraordinário e especial repetitivos aplicam-se, no que couberem, aos recursos repetitivos (arts. 894, II, e 896 da CLT). (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 281. Havendo multiplicidade de recursos de revista ou de embargos para a Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais fundados em idêntica questão de direito, a questão poderá ser afetada ao Tribunal Pleno, por decisão da maioria simples dos membros do órgão fracionário do Tribunal, mediante requerimento de um dos Ministros que o compõe, considerando a relevância da matéria ou a existência de entendimentos divergentes entre os Ministros da Subseção ou das Turmas do Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º O requerimento fundamentado de um dos Ministros da Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais de afetação da questão a ser julgada em incidente de recursos repetitivos deverá indicar um ou mais recursos de revista ou de embargos representativos da controvérsia e ser formulado por escrito diretamente ao Presidente do Tribunal ou, oralmente, em questão preliminar suscitada quando do julgamento de processo incluído na pauta de julgamentos da Subseção. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º De forma concorrente, quando a Turma do Tribunal Superior do Trabalho entender necessária a adoção do procedimento de julgamento de recursos repetitivos, seu Presidente deverá submeter ao Presidente do Tribunal a proposta de afetação do recurso de revista, para os efeitos dos arts. 896-B e 896-C da CLT e deste Regimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º O Presidente do Tribunal Superior do Trabalho submeterá a proposta de afetação ao Tribunal Pleno, se formulada por escrito, no prazo máximo de 30 (trinta) dias de seu recebimento, ou de imediato, observadas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
I - o acolhimento da proposta se dará por maioria simples dos membros do Tribunal Pleno; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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II - acolhida a proposta, a desistência da ação ou do recurso não impedirá a análise da questão objeto de julgamento de recursos repetitivos; III - na hipótese do inciso I, o processo será autuado e distribuído a relator, para sua tramitação nos termos do art. 896-C da CLT, não concorrendo a sorteio, quando possível, os Ministros que, previamente, tenham recebido processo da mesma classe; (Redação dada pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025) IV - rejeitada a proposta, se for o caso, os autos serão devolvidos ao órgão julgador respectivo, para que o julgamento do recurso prossiga regularmente.
§ 4º Não será admitida sustentação oral versando, de forma específica, sobre a proposta de afetação.
§ 5º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 6º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 7º O recurso que reúne condições de procedibilidade no âmbito desta Corte superior e verse sobre tema resolvido em segundo grau com base em tese fixada em incidente de resolução de demandas Repetitivas deve ser submetido ao rito do incidente de recursos repetitivos regulado neste capítulo sempre que, presentes os requisitos do caput deste artigo, o teor da tese fixada pelo Regional não houver sido examinada pelo Pleno para os fins previstos no art. 987, § 2º, do CPC. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 8° Apreciado o mérito do recurso afetado na forma do parágrafo anterior, a tese jurídica adotada pelo Tribunal Superior do Trabalho será aplicada no território nacional a todos os processos, individuais ou coletivos, que versem sobre idêntica questão de direito. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 9° O Tribunal de origem, sempre que identificar multiplicidade de recursos de revista fundados em idêntica questão de direito, por ocasião do juízo de admissibilidade, deverá submeter tal situação à apreciação do Tribunal Superior do Trabalho na forma dos parágrafos acima, indicando preliminarmente: (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - a delimitação da questão de direito repetitiva; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - a descrição objetiva da situação fática específica na qual surgiu a controvérsia; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
III - os dispositivos legais e constitucionais em que se fundou o capítulo do acórdão recorrido em que surgida a controvérsia; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) IV - a quantidade de recursos de revista pendentes na origem contendo a mesma questão de direito; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) V - se outros recursos de revista representativos da mesma controvérsia estão sendo remetidos conjuntamente, destacando, na decisão de admissibilidade de cada um deles, os números dos demais; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) VI - a informação, na parte dispositiva, que o recurso de revista foi admitido como representativo de controvérsia repetitiva. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 10. Na seleção dos recursos de revista representativos da controvérsia, o Tribunal de origem deverá levar em consideração o preenchimento dos requisitos de admissibilidade e, preferencialmente: (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - a maior diversidade de fundamentos constantes do acórdão e dos argumentos no recurso de revista; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - a questão de mérito repetitiva cujo conhecimento não esteja obstado por preliminares ou prejudiciais; (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) III - a divergência, se existente, entre órgãos julgadores do Tribunal de origem, caso em que deverá ser observada a representação de todas as teses em confronto. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 11. No Tribunal Superior do Trabalho, os recursos de revista encaminhados pelos Tribunais de origem como representativos da controvérsia deverão receber identificação própria no sistema informatizado e encaminhados ao Presidente para fins do art. 41, XXXVIII e XL. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 282. O Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ao afetar processo para julgamento sob o rito dos recursos repetitivos, deverá expedir comunicação aos demais Presidentes de Turma, que poderão afetar outros processos sobre a questão para julgamento conjunto, a fim de conferir ao órgão julgador visão global da questão. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 283. Somente poderão ser afetados recursos representativos da controvérsia que sejam admissíveis e que, a critério do relator do incidente de julgamento dos recursos repetitivos, contenham abrangente argumentação e discussão a respeito da questão a ser decidida.
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Parágrafo único. O relator desse incidente não fica vinculado às propostas de afetação de que trata o artigo anterior, podendo recusá-las por desatenderem aos requisitos previstos no caput e, ainda, selecionar outros recursos representativos da controvérsia.
Art. 284. Selecionados os recursos, o relator, no Tribunal Pleno, constatada a presença do pressuposto do caput do art. 896-C da CLT, proferirá decisão de afetação, sempre fundamentada, na qual: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - identificará com precisão a questão a ser submetida a julgamento; II - poderá determinar a suspensão dos recursos de revista ou de embargos de que trata o § 5º do art. 896-C da CLT; III - poderá solicitar aos Tribunais Regionais do Trabalho informações a respeito da controvérsia, a serem prestadas no prazo de 15 (quinze) dias, e requisitar aos Presidentes ou Vice-Presidentes dos Tribunais Regionais do Trabalho a remessa de até 2 (dois) recursos de revista representativos da controvérsia; IV - concederá o prazo de 15 (quinze) dias para a manifestação escrita das pessoas, órgãos ou entidades interessados na controvérsia, que poderão ser admitidos como amici curiae; V - informará aos demais Ministros sobre a decisão de afetação; VI - poderá conceder vista ao Ministério Público e às partes, nos termos e para os efeitos do § 9º do art. 896-C da CLT.
Art. 285. O Presidente do Tribunal Superior do Trabalho oficiará os Presidentes dos Tribunais Regionais do Trabalho, com cópia da decisão de afetação, para que suspendam os recursos de revista interpostos em casos idênticos aos afetados como recursos repetitivos e ainda não encaminhados a este Tribunal, bem como os recursos ordinários interpostos contra as sentenças proferidas em casos idênticos aos afetados como recursos repetitivos, até o pronunciamento definitivo do Tribunal Superior do Trabalho.
Art. 286. Caberá ainda ao Presidente do Tribunal de origem admitir até 2 (dois) recursos representativos da controvérsia, os quais serão encaminhados ao Tribunal Superior do Trabalho. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 287. Se, após receber os recursos de revista selecionados pelo Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional do Trabalho, não se proceder à sua afetação, o relator, no Tribunal Superior do Trabalho, comunicará o fato ao Presidente ou Vice-Presidente que os houver enviado, para que seja revogada a decisão de suspensão referida no art. 896-C, § 4º, da CLT.
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Art. 288. As partes deverão ser intimadas da decisão de suspensão de seu processo, a ser proferida pelo respectivo relator.
§ 1º A parte poderá requerer o prosseguimento de seu processo se demonstrar a intempestividade do recurso nele interposto ou a existência de distinção entre a questão de direito a ser decidida no seu processo e aquela a ser julgada sob o rito dos recursos repetitivos.
§ 2º O requerimento a que se refere o § 1º será dirigido: I - ao juiz, se o processo sobrestado estiver em primeiro grau; II - ao relator, se o processo sobrestado estiver no tribunal de origem; III - ao relator do acórdão recorrido, se for sobrestado recurso de revista no tribunal de origem; IV - ao relator do recurso de revista ou de embargos cujo processamento houver sido sobrestado no Tribunal Superior do Trabalho.
§ 3º A outra parte deverá ser ouvida sobre o requerimento, no prazo de 5 (cinco) dias.
§ 4º Reconhecida a distinção no caso: I - dos incisos I, II e IV do § 2º, o próprio juiz ou relator dará prosseguimento ao processo; II - do inciso III do § 2º, o relator comunicará a decisão ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional do Trabalho que houver determinado o sobrestamento, para que este dê normal prosseguimento ao processo.
§ 5º A decisão que resolver o requerimento a que se refere o § 1º é irrecorrível de imediato, nos termos do art. 893, § 1º, da CLT.
Art. 289. Para instruir o procedimento, pode o relator fixar data para, em audiência pública, ouvir depoimentos de pessoas com experiência e conhecimento na matéria, sempre que entender necessário o esclarecimento de questões ou circunstâncias de fato subjacentes à controvérsia objeto do incidente de recursos repetitivos.
§ 1º O relator poderá também admitir, tanto na audiência pública quanto no curso do procedimento, a manifestação, como amici curiae, de pessoas, órgãos ou entidades com interesse na controvérsia, considerando a relevância da matéria e assegurando o contraditório e a isonomia de tratamento.
§ 2º A manifestação de que trata o § 1º somente será admitida até a inclusão do processo em pauta.
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Art. 290. (Revogado pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 1º (Revogado pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
§ 2º (Revogado pela Emenda Regimental n. 10, de 17 de abril de 2026)
Art. 291. O conteúdo do acórdão paradigma abrangerá a análise de todos os fundamentos da tese jurídica discutida, favoráveis ou contrários.
§ 1º É vedado ao órgão colegiado decidir, para os fins do art. 896-C da CLT, questão não delimitada na decisão de afetação.
§ 2º Quando os recursos afetados em processos já distribuídos no âmbito deste Tribunal contiverem outras questões além daquela que é objeto da afetação, caberá ao órgão jurisdicional competente para julgamento do incidente decidir esta, após o que o processo deverá retornar ao órgão de origem para apreciação das demais matérias.
Art. 292. Decidido o recurso representativo da controvérsia, os órgãos jurisdicionais respectivos declararão prejudicados os demais recursos versando sobre idêntica controvérsia ou os decidirão, aplicando a tese firmada.
Parágrafo único. Quando os recursos requisitados do Tribunal Regional do Trabalho contiverem outras questões além daquela que é objeto da afetação, caberá ao órgão jurisdicional competente para julgamento do incidente decidir esta, após o que o processo deverá ser distribuído na forma regimental, para julgamento das demais matérias pela Turma.
Art. 293. Publicado o acórdão proferido em incidente de recurso repetitivo: I - o Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal de origem negará seguimento aos recursos de revista sobrestados na origem, se o acórdão recorrido coincidir com a orientação do Tribunal Superior do Trabalho; II - o órgão que proferiu o acórdão recorrido, na origem, reexaminará o processo de sua competência originária ou o recurso anteriormente julgado, na hipótese de o acórdão recorrido contrariar a orientação do Tribunal Superior do Trabalho; III - os processos porventura suspensos em primeiro e segundo graus de jurisdição retomarão o curso para julgamento e aplicação da tese firmada pelo Tribunal Superior do Trabalho.
Art. 294. Para fundamentar a decisão de manutenção do entendimento, o órgão que proferiu o acórdão recorrido deverá demonstrar a
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existência de distinção, por se tratar de caso particularizado por hipótese fática distinta ou questão jurídica não examinada, a impor solução diversa.
§ 1º Na hipótese de que trata o caput, o recurso de revista será submetido a novo exame de sua admissibilidade pelo Presidente ou Vice- Presidente do Tribunal Regional, retomando o processo o seu curso normal.
§ 2º Realizado o juízo de retratação, com alteração do acórdão divergente, o tribunal de origem, se for o caso, decidirá as demais questões ainda não decididas, cujo exame se tornou necessário em decorrência da alteração.
§ 3º Quando for alterado o acórdão divergente na forma do § 1º e o recurso anteriormente interposto versar sobre outras questões, o Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional, independentemente de ratificação do recurso, procederá a novo juízo de admissibilidade, retomando o processo o seu curso normal.
Art. 295. A parte poderá desistir da ação em curso no primeiro grau de jurisdição, antes de proferida a sentença, se a questão nela discutida for idêntica à resolvida pelo recurso representativo da controvérsia.
§ 1º Se a desistência ocorrer antes de oferecida a defesa, a parte, se for o caso, ficará dispensada do pagamento de custas e de honorários de advogado.
§ 2º A desistência apresentada nos termos do caput independe de consentimento da parte contrária, ainda que apresentada defesa.
Art. 296. Caberá revisão da decisão firmada em julgamento de recursos repetitivos quando se alterar a situação econômica, social ou jurídica, caso em que será respeitada a segurança jurídica das relações firmadas sob a égide da decisão anterior, podendo o Tribunal Superior do Trabalho modular os efeitos da decisão que a tenha alterado.
Art. 297. Caso a questão afetada e julgada sob o rito dos recursos repetitivos também contenha questão constitucional, a decisão proferida pelo Tribunal Pleno não obstará o conhecimento de eventuais recursos extraordinários sobre a questão constitucional.
Parágrafo único. As teses jurídicas aprovadas em incidentes de recursos repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas têm sua natureza equiparada à súmula do colendo TST para o exame do conhecimento do recurso de revista. (Incluído pelo Ato Regimental n. 3, de 29 de novembro de 2021)
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CAPÍTULO III DO INCIDENTE DE ASSUNÇÃO DE COMPETÊNCIA
Art. 298. Poderá a Seção Especializada ou o Órgão Especial, por iniciativa de um de seus membros e após a aprovação da maioria de seus integrantes, afetar ao Tribunal Pleno o julgamento de processo que envolver relevante questão de direito: (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) I - com grande repercussão social, sem repetição em múltiplos processos; ou (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024) II - a respeito da qual seja conveniente a prevenção ou a composição de divergência entre as Turmas ou os demais órgãos fracionários do Tribunal Superior do Trabalho. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º Nas mesmas situações previstas no caput, uma das Turmas do Tribunal Superior do Trabalho, por iniciativa de um de seus membros e após a aprovação da maioria de seus integrantes, poderá afetar o julgamento ao Tribunal Pleno. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º Aplica-se a este incidente, no que couber, o que este Regimento e os arts. 896-B e 896-C da CLT dispõem sobre o incidente de julgamento de recursos repetitivos. (§ 1º transformado em § 2º pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º O Tribunal Pleno julgará o processo se reconhecer interesse público na assunção de competência (§ 2º transformado em § 3º, com redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 4º O acórdão proferido em assunção de competência vinculará todos os juízes e tribunais, exceto se houver revisão de tese. (§ 3º transformado em § 4º, com redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO IV DO INCIDENTE DE SUPERAÇÃO E REVISÃO DOS PRECEDENTES FIRMADOS EM JULGAMENTO DE RECURSOS REPETITIVOS, DE ASSUNÇÃO DE COMPETÊNCIA E DE DEMANDAS REPETITIVAS
Art. 299. O incidente de superação e revisão dos precedentes firmados por meio da sistemática de recursos repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas terá lugar sempre que os Ministros da Corte entenderem que a tese vinculante já não reflete mais a adequada compreensão do fenômeno jurídico subjacente, tendo em vista razões
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de ordem social, econômica e política, bem como por alteração do parâmetro constitucional ou legal em vigor na data de sua instauração.
Art. 300. O incidente de que trata este capítulo não poderá ser instaurado em prazo inferior a 1 (um) ano, a contar da publicação da decisão que firmou o precedente vinculante, salvo alteração na Constituição da República ou na lei que torne inadequado o entendimento firmado pelo Tribunal Superior do Trabalho.
Art. 301. A instauração do incidente de superação ou de revisão de precedentes vinculantes no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho poderá ser suscitada, de forma escrita, por qualquer de seus Ministros, ou por provocação do Procurador-Geral do Trabalho, do Conselho Federal da OAB ou do Defensor Público-Geral da União, em requerimento dirigido ao Presidente do Tribunal, que o submeterá à deliberação no Tribunal Pleno no prazo de 30 (trinta) dias, a contar do seu recebimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º (Revogado pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º A instauração do incidente de superação ou de revisão de precedentes vinculantes no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho decorrente de superação por precedente vinculante do Supremo Tribunal Federal, ou de reforma da decisão, que firmou o precedente nesta Corte, pelo Supremo Tribunal Federal, se dará mediante voto da maioria simples do Tribunal Pleno, nos mesmos autos em que firmado o precedente ou nos autos de processo ou recurso pendente que contenha a mesma questão jurídica, dispensada a observância do prazo do art. 300. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 302. Inclinando-se qualquer das Turmas a decidir em sentido contrário ao entendimento firmado por meio da sistemática de recursos repetitivos, de assunção de competência e de resolução de demandas repetitivas, o seu Presidente suspenderá a proclamação do resultado do julgamento e encaminhará o processo ao Tribunal Pleno para deliberação acerca da instauração do incidente de que trata este capítulo. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 1º O Presidente do Tribunal Superior do Trabalho submeterá à deliberação daquele colegiado a proposta de instauração do incidente no prazo de que trata o art. 301 deste Regimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
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§ 2º O incidente será instaurado se aprovado pelo voto da maioria absoluta dos membros do Tribunal Pleno. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º Não cabe a instauração do procedimento previsto neste capítulo na hipótese de distinção entre o precedente vinculante e o caso concreto, hipótese na qual o relator deverá declinar os fundamentos de fato e de direito que tornam o precedente inaplicável, sendo a questão apreciada pelo próprio colegiado competente, como preliminar de mérito, por ocasião do julgamento do processo.
§ 4º Rejeitado o fundamento da distinção, mas mantido o voto do relator, adotar-se-á o procedimento previsto no caput, caso o colegiado se incline no sentido da tese dissidente.
§ 5º Na hipótese do § 4º, não tendo transcorrido o prazo de que tratam os arts. 300 e 304 deste Regimento, o Presidente do colegiado não suspenderá o julgamento do feito, proclamando o resultado com a tese dissidente, seguindo-se o curso normal de tramitação do processo pela via recursal.
Art. 303. Deliberada a instauração do incidente, observar-se-á o rito previsto nos Capítulos II, III e IV do Título V do Livro II deste Regimento, naquilo que for cabível. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Parágrafo único. Instaurado o incidente, o órgão julgador deliberará também quanto à revisão da redação da Súmula ou Orientação Jurisprudencial. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 304. A negativa de instauração do incidente de superação e revisão de tese vinculante ou a reafirmação da respectiva tese vincula os órgãos julgadores à aplicação do precedente ao caso paradigma e aos demais processos eventualmente afetados por ocasião de sua instauração, bem como inibe a deflagração de novo incidente sobre o mesmo tema, nos termos e pelo prazo contido no art. 300 deste Regimento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
CAPÍTULO V DO INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS REPETITIVAS
Art. 305. Será cabível o incidente de resolução de demandas repetitivas, nos termos da legislação processual aplicável, com relação às causas de sua competência originária e recursal ordinária.
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§ 1º Aplicam-se ao Processo do Trabalho as normas dos arts. 976 a 986 do CPC que regem o incidente de resolução de demandas repetitivas e, no que couber, o que dispõem este Regimento e os arts. 896-B e 896-C da CLT sobre o incidente de julgamento de recursos repetitivos.
§ 1º-A Nos termos do art. 978 do CPC, o incidente será submetido ao Tribunal Pleno, órgão competente para apreciar sua admissibilidade e julgar o incidente. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 2º O incidente será distribuído por prevenção ao Ministro relator do processo de competência originária do Tribunal do qual se originou. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
§ 3º Admitido o incidente, o relator poderá suspender o julgamento dos processos pendentes, individuais ou coletivos que tramitam, no tocante ao tema objeto de incidente de resolução de demandas repetitivas, sem prejuízo da instrução integral das causas e do julgamento dos eventuais pedidos distintos e cumulativos igualmente deduzidos em tais processos, inclusive, se for o caso, do julgamento antecipado parcial do mérito.
§ 4º Apreciado o mérito do recurso, a tese jurídica adotada pelo Tribunal Superior do Trabalho será aplicada no território nacional a todos os processos, individuais ou coletivos, que versem sobre idêntica questão de direito.
Art. 306. Poderá o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, a requerimento do Ministério Público do Trabalho ou das partes de incidente de resolução de demandas repetitivas instaurado em determinada Região, considerando razões de segurança jurídica ou de excepcional interesse social, suspender, em decisão fundamentada, todos os processos individuais ou coletivos em curso no território nacional que versem sobre a questão objeto do incidente.
§ 1º A parte de processo em curso em localidade de competência territorial diversa daquela em que tramita o incidente de resolução de demandas repetitivas deverá comprovar a inadmissão do incidente no Tribunal com jurisdição sobre o estado ou região em que tramite a sua demanda.
§ 2º O Presidente poderá ouvir, no prazo de 5 (cinco) dias, o relator do incidente no Tribunal de origem e o Ministério Público do Trabalho.
§ 3º Nos casos de existência de multiplicidade de incidentes de resolução de demandas repetitivas sobre a mesma questão de direito controvertida, o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, em decisão fundamentada, na qual indicará qual deles é o mais representativo da
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controvérsia, determinará a suspensão dos demais até a decisão definitiva do incidente que tiver prosseguimento.
§ 4º A suspensão vigorará até o trânsito em julgado da decisão proferida no incidente de resolução de demandas repetitivas.
§ 5º Da decisão que conceder ou denegar a suspensão, caberá agravo interno sem efeito suspensivo, no prazo de 8 (oito) dias úteis, que será relatado pelo Presidente, na primeira sessão do Órgão Especial seguinte à sua interposição.
Art. 307. É cabível a instauração de incidente de superação e revisão de precedentes firmados em julgamento de demandas repetitivas, ocasião em que a deliberação para a instauração do feito será tomada pelo voto de 2/3 (dois terços) dos membros do colegiado do Tribunal Superior do Trabalho em que o precedente vinculante tiver sido firmado, após o que é obrigatório o deslocamento da competência para a apreciação do seu mérito pelo Tribunal Pleno, seguindo-se os trâmites dispostos neste capítulo e, supletivamente, nos Capítulos II, III e IV do Título V do Livro II deste Regimento, naquilo que for cabível.
CAPÍTULO VI DOS DEMAIS PROCESSOS INCIDENTES
Seção I Da Suspensão de Segurança
Art. 308. O Presidente do Tribunal, na forma da lei, a requerimento do Ministério Público do Trabalho ou da pessoa jurídica de direito público interessada, e para evitar grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas, pode suspender, por decisão fundamentada, a execução de liminar ou de decisão concessiva de mandado de segurança, proferida em última instância pelos Tribunais Regionais do Trabalho.
§ 1º O Presidente, se necessário, poderá ouvir o impetrante, em 5 (cinco) dias úteis, e o Ministério Público do Trabalho, quando não for o requerente, em igual prazo.
§ 2º Da decisão que conceder ou denegar a suspensão, caberá agravo interno sem efeito suspensivo, no prazo de 8 (oito) dias úteis, que será relatado pelo Presidente, na primeira sessão do Órgão Especial seguinte à sua interposição.
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§ 3º A suspensão de segurança, nos casos de ações movidas contra o Poder Público, vigorará enquanto pender o recurso, ficando sem efeito se a decisão concessiva for mantida pelo Tribunal ou se transitar em julgado.
Seção II Da Suspensão de Liminar e de Tutela Provisória
Art. 309. O Presidente, nos termos da lei, a requerimento do Ministério Público do Trabalho ou da pessoa jurídica de direito público interessada, em caso de manifesto interesse público ou de flagrante ilegitimidade, e para evitar grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas, poderá, por decisão fundamentada, suspender a execução de liminar ou a efetivação de tutela provisória de urgência ou da evidência concedida ou mantida pelos Tribunais Regionais do Trabalho nas ações movidas contra o Poder Público ou seus agentes.
§ 1º Aplica-se o disposto neste artigo aos casos em que a decisão final proferida contra o Poder Público ou seus agentes produzir efeitos imediatos, quando impugnável por recurso desprovido de efeito suspensivo.
§ 2º O Presidente, se necessário, poderá ouvir o autor da ação e o Ministério Público do Trabalho, em 5 (cinco) dias.
§ 3º Da decisão que conceder ou denegar a suspensão, caberá agravo interno sem efeito suspensivo, no prazo de 8 (oito) dias úteis, que será relatado pelo Presidente na primeira sessão do Órgão Especial seguinte à sua interposição.
§ 4º A suspensão dos efeitos de liminar ou de tutela provisória concedidas em decisões interlocutórias vigorará até a decisão final proferida no mesmo grau de jurisdição e, se concedidas em sentença ou acórdão, até o julgamento do recurso, ficando sem efeito se a decisão concessiva da medida for mantida pelo órgão julgador, ou se transitar em julgado.
Seção III Da Tutela Provisória
Art. 310. A tutela de urgência e a tutela da evidência poderão ser requeridas antes ou no curso do processo principal e deste são sempre dependentes, aplicando-se-lhes o disposto nos arts. 294 a 311 do CPC.
Art. 311. O pedido de tutela provisória será apresentado ao Presidente do Tribunal e distribuído ao relator do processo principal, salvo se a
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medida for requerida em procedimento preparatório, caso em que será sorteado, dentre os integrantes do colegiado competente, o relator do feito, o qual ficará prevento para a ação principal.
§ 1º A tutela provisória poderá ser requerida por petição autônoma, a ser juntada oportunamente ao processo a que se refere, dirigida ao: I - Presidente do Tribunal, quando se tratar de tutela antecipada ou cautelar antecedente à ação de competência originária do Tribunal Superior do Trabalho ou quando requerida no período compreendido entre a publicação da decisão de admissão do recurso de revista e sua distribuição, ficando prevento para o julgamento da ação ou do recurso o relator sorteado para o exame do requerimento, dentre os integrantes do colegiado competente; II - relator, se já distribuído o recurso.
§ 2º O relator poderá apreciar a liminar e a própria tutela provisória requeridas, ou submetê-las ao órgão julgador competente.
Art. 312. A tramitação do processo no Tribunal observará as disposições da lei processual civil, no que aplicáveis.
Seção IV Da Habilitação Incidente
Art. 313. A habilitação incidente, ocorrendo o falecimento de uma das partes, será processada na forma da lei.
Art. 314. A citação far-se-á na pessoa do procurador constituído nos autos, mediante publicação no órgão oficial, ou à parte, pessoalmente, se não estiver representada no processo.
Art. 315. Quando incertos os sucessores, a citação far-se-á por edital.
Art. 316. O relator, se contestado o pedido, facultará às partes sumária produção de provas, em 5 (cinco) dias úteis, e decidirá, em seguida, a habilitação.
Art. 317. A habilitação requerida em processo incluído em pauta para julgamento será decidida pelo colegiado.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Seção V Dos Impedimentos e Das Suspeições
Art. 318. Os Ministros declarar-se-ão impedidos ou suspeitos nos casos previstos em lei.
Parágrafo único. Havendo, dentre os Ministros do Tribunal, cônjuges, parentes consanguíneos ou afins, em linha reta ou no terceiro grau da linha colateral, integrarão seções diferentes, e o primeiro que conhecer da causa impede que o outro participe do julgamento quando da competência do Órgão Especial.
Art. 319. A suspeição ou o impedimento do relator serão declarados por despacho nos autos. Se feita na sessão de julgamento, a declaração poderá ser verbal ou eletrônica, conforme o caso, devendo constar da ata e da certidão. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025)
Parágrafo único. Na suspeição ou no impedimento do relator, o processo será redistribuído pelo Presidente do órgão julgador entre os demais Ministros que o compõem, com sua compensação.
Art. 320. A arguição de suspeição ou impedimento do relator deverá ser suscitada até 15 (quinze) dias úteis após a distribuição, quando fundada em motivo preexistente; no caso de motivo superveniente, o prazo de 15 (quinze) dias úteis será contado do fato que a ocasionou. A dos demais Ministros, até o início do julgamento. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 8, de 17 de novembro de 2025)
§ 1º Essa arguição deverá ser deduzida em petição específica assinada pela parte ou por procurador com poderes especiais, dirigida ao relator do processo, indicando os fatos que a motivaram, e acompanhada de prova documental e rol de testemunhas, se houver.
§ 2º A arguição será sempre individual, não ficando os demais Ministros impedidos de apreciá-la, ainda que também recusados.
§ 3º Recebida a exceção, será ouvido o Ministro recusado no prazo de 5 (cinco) dias seguindo-se dilação probatória de 10 (dez) dias úteis e, após, o julgamento.
§ 4º Poderá o Presidente propor a rejeição da exceção liminarmente.
Art. 321. O relator, reconhecendo a suspeição ou o impedimento, determinará a juntada da petição aos autos, e, por despacho, submeterá o processo à Presidência do colegiado competente, para redistribuição na forma regimental.
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§ 1º O Ministro, não aceitando a suspeição ou o impedimento, continuará vinculado ao processo, ficando sua apreciação suspensa até a solução do incidente, que será autuado em separado, com designação de relator dentre os demais Ministros integrantes do colegiado competente para o julgamento do processo.
§ 2º No curso do julgamento do incidente, havendo necessidade de deliberação sobre medida urgente relativa ao processo principal, o Presidente do órgão julgador a encaminhará à apreciação do Ministro que o seguir na antiguidade dentre os seus integrantes não recusados.
§ 3º Excepcionalmente, no caso de arguição de impedimento ou de suspeição de todos os integrantes do órgão julgador, o exame da medida urgente caberá ao Presidente do Tribunal.
Art. 322. Conclusos os autos, o relator mandará ouvir o Ministro recusado no prazo de 5 (cinco) dias.
Parágrafo único. Vencido o prazo, com ou sem resposta, o relator ordenará o processo, colhendo as provas requeridas.
Art. 323. Reconhecida a suspeição ou o impedimento do relator, o colegiado, ao julgar o incidente, fixará o momento a partir do qual o Ministro não poderia ter atuado e declarará a nulidade dos seus atos, se praticados quando já presente o motivo de impedimento ou de suspeição, e o processo será redistribuído, na forma regimental.
CAPÍTULO VII DOS RECURSOS PARA O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Seção I Do Recurso Extraordinário
Art. 324. Cabe recurso extraordinário das decisões do Tribunal proferidas em única ou última instância, nos termos da Constituição da República.
§ 1º O recurso será interposto em petição fundamentada, no prazo de 15 (quinze) dias úteis da publicação do acórdão ou de suas conclusões no órgão oficial.
§ 2º A petição do recurso extraordinário será juntada aos autos após transcorrido o prazo legal sem a interposição de recurso de competência do
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Tribunal Superior do Trabalho, abrindo-se, de imediato, vista dos autos à parte contrária para apresentação de contrarrazões no prazo de 15 (quinze) dias úteis.
Art. 325. Findo o prazo das contrarrazões, os autos serão conclusos ao Vice-Presidente do Tribunal para exame da admissibilidade do recurso.
Art. 326. Os processos julgados pelo Tribunal Superior do Trabalho só serão restituídos à instância originária quando findo o prazo de interposição do recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal.
Art. 327. Aos recursos extraordinários interpostos perante o Tribunal Superior do Trabalho será aplicado o procedimento previsto no Código de Processo Civil para o julgamento dos recursos extraordinário e especial repetitivos, e caberá ao Presidente do Tribunal Superior do Trabalho selecionar um ou mais recursos representativos da controvérsia e encaminhá-los ao Supremo Tribunal Federal, sobrestando os demais até o pronunciamento definitivo da Corte, na forma ali prevista. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Seção II Do Agravo em Recurso Extraordinário
Art. 328. Cabe agravo contra decisão denegatória do recurso extraordinário, no prazo de 15 (quinze) dias úteis, contados de sua publicação no órgão oficial, salvo quando fundada na aplicação de entendimento firmado em regime de repercussão geral ou em julgamento de recursos repetitivos.
Parágrafo único. A petição do agravo será dirigida ao Vice-Presidente do Tribunal e independe do pagamento de custas e despesas postais, aplicando-se a ela o regime de repercussão geral e de recursos repetitivos, inclusive quanto à possibilidade de sobrestamento e do juízo de retratação.
Art. 329. A petição de agravo será juntada aos autos, após o que, de imediato, abrir-se-á vista ao agravado, por igual prazo, para apresentação de contraminuta. Após, os autos serão conclusos ao Vice-Presidente do Tribunal, que se retratará ou manterá a decisão agravada.
Art. 330. O agravante e o agravado poderão, com documentos novos, instruir, respectivamente, as razões e as contrarrazões.
Parágrafo único. Apresentado documento novo pelo agravado, será aberta vista ao agravante, no prazo de 5 (cinco) dias úteis.
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CAPÍTULO VIII DA RESTAURAÇÃO DOS AUTOS
Art. 331. A restauração de autos far-se-á de ofício ou a requerimento de qualquer das partes ou do Ministério Público do Trabalho.
Art. 332. O pedido de restauração de autos será apresentado ao Presidente do Tribunal e distribuído ao relator do processo desaparecido ou ao seu substituto.
Parágrafo único. Aplicam-se à restauração de autos, no Tribunal, as normas do Código de Processo Civil.
Art. 333. O relator determinará as diligências necessárias, solicitando, se preciso for, informações e cópias autenticadas a outros juízos e tribunais.
Art. 334. O julgamento de restauração caberá ao colegiado no qual tramitava o processo desaparecido.
Art. 335. Julgada a restauração, será lavrado acórdão e, após publicado no órgão oficial, o processo seguirá os trâmites normais. Reencontrado o original, a ele reunir-se-ão os autos reconstituídos.
CAPÍTULO IX DA EXECUÇÃO
Seção I Das Disposições Gerais
Art. 336. A execução competirá ao Presidente: I - quanto às suas decisões e ordens;
II - quanto às decisões dos órgãos do Tribunal, quando excederem à competência dos Presidentes de Turma, ou se referirem a matéria administrativa. (Redação dada pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 337. Os atos de execução poderão ser requisitados, determinados, notificados ou delegados a quem os deva praticar.
Art. 338. A execução atenderá, no que couber, à legislação processual.
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Seção II Da Execução contra a Fazenda Pública
Art. 339. Na execução por quantia certa, fundada em decisão proferida contra a Fazenda Pública, observar-se-á o disposto no art. 100 da Constituição da República e na legislação processual, adotando-se, no que couber, o procedimento fixado em Instrução Normativa do Tribunal.
§ 1º A Fazenda Pública será intimada na pessoa de seu representante judicial, por carga ou por meio eletrônico, para, querendo, no prazo de 30 (trinta) dias úteis e nos próprios autos, impugnar o cumprimento da decisão.
§ 2º Se não houver impugnação no prazo regimental ou se forem rejeitadas as arguições da executada, observar-se-á o disposto na lei processual.
Art. 340. Nas execuções processadas nas Varas do Trabalho, o precatório será encaminhado ao Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da jurisdição, que o dirigirá, mediante ofício, à autoridade competente ou entidade requisitada ou, se for o caso de pagamento de obrigação de pequeno valor, a execução será promovida por meio de ordem do juiz dirigida à autoridade na pessoa de quem o ente público foi citado para o processo, na forma da legislação processual.
Art. 341. No âmbito do Tribunal, o procedimento alusivo ao precatório constará de Instrução Normativa.
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LIVRO III DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
TÍTULO I DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS
CAPÍTULO I DA SECRETARIA DO TRIBUNAL
Art. 342. A Secretaria do Tribunal é dirigida pelo Diretor-Geral, bacharel em Direito, nomeado em comissão pelo Presidente, incumbindo-lhe a direção dos serviços administrativos do Tribunal.
Parágrafo único. Incumbe ao Secretário-Geral Judiciário, bacharel em Direito, nomeado em comissão pelo Presidente, a direção dos serviços judiciários do Tribunal.
Art. 343. A organização da Secretaria do Tribunal, seu funcionamento e as atribuições do Diretor-Geral, do Secretário-Geral Judiciário, dos Secretários e dos Coordenadores, bem como das Unidades Administrativas, constarão do Regulamento Geral.
Art. 344. Não poderá ser nomeado para cargo em comissão ou designado para função gratificada, cônjuge, companheiro ou parente, até o terceiro grau, inclusive, de qualquer dos Ministros do Tribunal em atividade, salvo se servidor ocupante de cargo de provimento efetivo das carreiras judiciárias, caso em que a vedação é restrita à nomeação ou designação para servir junto ao Ministro determinante da incompatibilidade.
Art. 345. Ressalvada a existência de regulação legal especial, aplica- se no Tribunal, o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União.
Art. 346. O horário de expediente no Tribunal Superior do Trabalho será estabelecido por Resolução Administrativa, aprovada pelo Órgão Especial, por iniciativa do seu Presidente.
Art. 347. Os servidores do Tribunal cumprirão a duração semanal de trabalho prevista na legislação aplicável, com controle de frequência e horário, de conformidade com as escalas estabelecidas, observado o intervalo entre os turnos de trabalho.
§ 1º Os servidores ocupantes de cargo em comissão e submetidos ao regime de integral dedicação ao serviço estão excepcionados da regra deste artigo, podendo ser convocados sempre que houver interesse da Administração.
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§ 2º Os agentes de segurança dos Ministros permanecem à disposição, estando sujeitos a controle de frequência.
Art. 348. Durante as férias dos Ministros e no período de recesso, ficam suspensas as atividades judicantes do Tribunal, prosseguindo, no entanto, os serviços administrativos e judiciários nas secretarias e nos gabinetes, devendo a escala de férias dos servidores ser organizada de modo a atender ao respectivo funcionamento.
Parágrafo único. Os servidores devem gozar férias no mesmo período dos Ministros, sempre que possível.
CAPÍTULO II DO GABINETE DO PRESIDENTE
Art. 349. O gabinete do Presidente será chefiado pelo Secretário- Geral da Presidência, bacharel em Direito, nomeado em comissão, para o exercício das funções de direção e assessoramento jurídico.
Parágrafo único. As atribuições do Secretário-Geral, dos Secretários, do Chefe de Gabinete, dos Assessores e das assessorias diretamente subordinadas ao gabinete da Presidência constarão do Regulamento Geral.
CAPÍTULO III DO GABINETE DOS MINISTROS
Art. 350. Compõem os gabinetes dos Ministros: I - um Chefe de Gabinete, bacharel em Direito, nomeado em comissão, nos termos da lei e deste Regimento; II - assessores, bacharéis em Direito, nomeados em comissão, nos termos da lei e deste Regimento; III - auxiliares da confiança do Ministro, que poderão exercer função comissionada, observada a lotação numérica, fixada em Resolução Administrativa aprovada pelo Órgão Especial.
Parágrafo único. As atribuições do Chefe de Gabinete dos Ministros e dos assessores constam do Regulamento Geral.
Art. 351. O horário do pessoal do gabinete, observadas a duração legal e as peculiaridades do serviço, será determinado pelo Ministro, bem como a fruição das férias, atendida a exigência do controle de frequência e o horário, comum a todos os servidores da Corte.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
TÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
CAPÍTULO I DAS EMENDAS AO REGIMENTO
Art. 352. Os atos de competência do Tribunal Pleno, de natureza regimental, obedecem à seguinte nomenclatura: I - Emenda Regimental, que introduz modificações no texto; II - Ato Regimental, que suprime ou acrescenta dispositivo.
Art. 353. Os atos mencionados no artigo anterior serão numerados em séries próprias, seguida e ininterruptamente.
CAPÍTULO II DAS RESOLUÇÕES DO TRIBUNAL
Art. 354. Os atos de competência do Tribunal, normativos ou individuais, obedecem à seguinte nomenclatura: I - Resolução Administrativa; II - Resolução.
Art. 355. Na classe de Resolução Administrativa, enquadram-se as regulamentações sobre pessoal (Magistrados e servidores), organização e administração dos órgãos da Justiça do Trabalho, funcionamento e atribuições das unidades do Tribunal e de seus servidores, e, na classe de Resolução, as deliberações referentes à aprovação de instrução normativa, súmula, orientação jurisprudencial e precedente normativo.
Art. 356. As Resoluções Administrativas e as Resoluções serão numeradas em séries próprias, de acordo com a matéria disciplinada, seguida e ininterruptamente, independentemente do ano de sua edição.
CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 357. Quando o agravo de instrumento tramitar nos autos principais em que haja recurso de revista da outra parte, o processo será autuado como agravo de instrumento em recurso de revista e recurso de revista - AIRR e RR e receberá um único número.
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
§ 1º Diante da interposição de agravo de instrumento e recurso de revista pela mesma parte, nos termos da Instrução Normativa n.º 40/2016, apenas haverá julgamento na sessão subsequente à do agravo provido, ficando sobrestado o recurso de revista no tema conhecido para julgamento na mesma sessão.
§ 2º Processado o recurso de revista em razão de um tema, os demais temas cuja decisão agravada é mantida não farão parte da decisão do recurso de revista.
Art. 358. Na hipótese do art. 256 deste Regimento, se não for conhecido ou provido o agravo de instrumento, será de imediato julgado o recurso de revista, com lavratura de acórdãos distintos.
Art. 359. Quando o agravo de instrumento for processado nos autos principais, nos quais se encontra sobrestado julgamento de recurso de revista da outra parte, na autuação do processo, será considerado o número originário do recurso de revista sobrestado e observada a classe de agravo de instrumento em recurso de revista e recurso de revista (AIRR e RR).
Parágrafo único. O processo será distribuído ao relator do recurso de revista sobrestado. Se o relator não se encontrar em exercício no órgão prevento, haverá a redistribuição no âmbito do colegiado a um dos seus integrantes.
Art. 360. Em quaisquer situações previstas nos arts. 357 e 359 deste Regimento, se não for conhecido ou provido o agravo de instrumento, será de imediato julgado o recurso de revista, com lavratura de um único acórdão.
Art. 361. A Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais julgará desde logo a matéria objeto do recurso de revista não conhecido pela Turma, caso conclua, no julgamento do recurso de embargos interposto em data anterior à vigência da Lei n.º 11.496/2007, que aquele recurso estava corretamente fundamentado em violação de dispositivos de lei federal ou da Constituição da República ou em contrariedade a súmula.
Art. 361-A. Ficam mantidas, para os efeitos dos arts. 894, II, 896, § 1º- A, II e III, e 899, § 8º, da CLT, as Orientações Jurisprudenciais do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Seções desta Corte já editadas, até deliberação do Tribunal Pleno. (Incluído pela Emenda Regimental n. 7, de 25 de novembro de 2024)
Art. 362. Fazem parte integrante deste Regimento, no que lhes for aplicável, as normas de lei complementar alusiva à Magistratura Nacional, as estabelecidas pela Consolidação das Leis do Trabalho e legislação complementar e, supletiva e subsidiariamente, as do Direito Processual Civil, em caso de
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omissão e desde que haja compatibilidade com as normas e princípios do Direito Processual do Trabalho, na forma dos arts. 769 e 889 da CLT e do art. 15 do CPC.
Art. 363. O Regulamento Geral da Secretaria do Tribunal constitui parte deste Regimento, bem assim as Resoluções, Instruções Normativas, Resoluções Administrativas e Emendas Regimentais.
Art. 364. Este Regimento entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Ministro IVES GANDRA DA SILVA MARTINS FILHO Presidente do Tribunal Superior do Trabalho
Este texto não substitui o original publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho.
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ÍNDICE
A Ação Anulatória — julgamento (art. 77, I, “c”, II, “b”) — recurso ordinário (art. 245, parágrafo único, I)
Ação Declaratória — julgamento (art. 21, art. 41, XXVII) — recurso ordinário (art. 245, III)
Ação Rescisória — cabimento (art. 233, caput) — citação (art. 238) — contestação (art. 238) — depósito prévio (art. 233, § 1º), dispensa (art. 233, § 2º) — distribuição (art. 117, art. 234, parágrafo único) — improcedência da ação (art. 233, § 1º, art. 236) — julgamento (art. 233, caput), competência (art. 77, I, “d”, II, “b”, art. 78, III, “a”, I , art. 237, parágrafo único) — multa (art. 233, § 1º) — petição inicial: indeferimento (art. 235) — propositura (art. 234, caput) — razões finais (art. 239, caput) — recurso ordinário (art. 245, parágrafo único, V) — relator: competência (art. 237, caput, I, II, III, IV) — remessa: relator (art. 239, parágrafo único)
Acórdão — alteração (art. 294, §§ 2º, 3º) — assinatura (art. 165, caput, parágrafo único, art. 185, caput, parágrafo único) — assunção de competência (art. 168, parágrafo único, art. 298, §4º) — conteúdo (art. 168, parágrafo único, art. 291, caput) — elemento essencial (art. 168) — lavratura (art. 118, VI, art. 335, art. 358, art. 360) — publicação (art. 118, V, art. 166, caput, art. 293, caput, art. 324, § 1º, art. 335), interrupção (art. 191) — redator ou relator (art. 112, parágrafo único, art. 115, art. 151, art. 152, VIII, art. 165, caput) — republicação (art. 166, parágrafo único)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Advogado — acesso à tribuna (art. 156, caput) — apresentação de questão de fato (art. 143) — beca (art. 156, parágrafo único) — decisão: certidão (art. 152, I, IV) — indicação: vaga de Ministro: lista tríplice (art. 3º, § 1º) — pedido: adiamento do julgamento (art. 159), preferência (art. 138, II, art. 157, caput, § 1º, art. 158) — presença: registro (art. 154, VI, art. 157, § 2º) — publicação (art. 118, V, art. 166, caput) — sustentação oral ((art. 134-A, art. 160, art. 161, caput, § 6º), ausência de mandato (art. 160)
Afastamento — Ministro: concessão (art. 14), incapacidade mental (art. 23, parágrafo único, art. 24), substituição (art. 17), tratamento de saúde (art. 26) — relator (art. 107, caput, §§ 1º, 3º, art. 108, art. 109, caput, parágrafo único, art. 110, art. 147, §§ 6º, 8º)
Afetação — assunção de competência (art. 41, XXXVIII) — decisão (art. 284, art. 285, art. 291, § 1º) — embargos (art. 41, XXXIX), suspensão (art. 118, XIII) — julgamento (art. 75, VIII) — incidente de recursos repetitivos: (art.132-A, art. 261, “b”, III, art. 281, art. 283, § 2º) — recurso de revista (art. 41, XXXVIII, art. 93, IX, art. 118, XIII, art. 281, caput, §§ 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º art. 284, II, art. 285, art. 294, § 1º) — recurso representativo: seleção (art. 283, art. 284, art. 292) — Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais ( art. 298, caput), relator: competência (art. 118, XIII, art. 283, parágrafo único, art. 287, art. 288) — sustentação oral: ausência (art. 281, § 4º) — Tribunal Pleno (art. 75, VIII, art. 297, art. 281, caput, §§ 1º, 7º, art. 283, art. 287) — Tribunal Regional do Trabalho (art. 284, III), Presidente (art. 284, III, art. 285, art. 286, art. 287) — Turma: Presidente: competência (art. 93, IX)
Agravo de Instrumento — admissibilidade prévia: competência (art. 41, XL) — cabimento (art. 252) — depósito recursal: dispensa (art. 253) — distribuição (art. 106, §§ 2º, 3º, art. 252)
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Agravo de Instrumento (continuação) — embargos (art. 258, parágrafo único) — embargos de declaração (art. 254, § 1º, art. 255, I) — julgamento: competência (art. 77, II, “d”, art. 78, III, “c”, II, art. 79, III ) — prazo recursal (art. 256, parágrafo único) — procedimento (art. 256, caput, parágrafo único, art. 257) — provimento (art. 255, III, “a”, “b”, “c”, § 1º, § 2º) — recurso de revista (art. 254, art. 255, I, art. 256, art. 357, art. 358, art. 359, art. 360) — relator: competência (art. 255) — sustentação oral: ausência (art. 161, § 5º, III)
Agravo interno — cabimento (art. 261, parágrafo único, art. 265, art. 308, § 2º, art. 309, § 3º) — distribuição: (art. 106, caput, art. 109) — embargos (art. 258, parágrafo único) — julgamento: competência (art. 76, “i”, art. 266) — multa (art. 266, §§ 5º, 6º) — procedimento (art. 266) — recurso ordinário (art. 245, parágrafo único, IV) — sustentação oral: ausência (art. 161, § 5º, IV)
Ajuda de custo — concessão: (art. 41, XXIV)
Antiguidade — assento: sessão (art. 127, art. 128, art. 129) — composição: tribunal (art. 66), Órgão especial (art. 69, caput, §§ 1º, 2º) — eleição: cargo de direção: tribunal (art. 30, caput, § 3º, art. 31, art. 33, § 3º) — julgamento (art. 321, § 2º) — membros: Comissão de Regimento Interno (art. 57) — Ministro: substituição (art. 15, I, II, III, IV, V, art. 90), regulação (art. 9º) — presidente: comissão permanente (art. 53, § 2º): turma (art. 91, caput, art. 92, § 1º)
Aposentadoria — compulsória: Ministro: (art. 22) — concessão: competência (art. 41, XXXIV, art. 69, §§ 3º, 4º) — Ministro: conservação de título e honras (art. 10, parágrafo único) — por interesse público: Ministro (art. 29) — por invalidez: Ministro (art. 23) — quorum: deliberação (art. 69, § 3º)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Assento — sessão (art. 127, art. 128, art. 130)
Assinatura — exigência: acórdão, correspondência oficial e certidão (art. 185, caput, parágrafo único) — ausência: embargos de declaração (art. 273)
Ata — assinatura e arquivamento (art. 155) — audiência pública (art. 199) — conteúdo (art. 154) — lavratura (art. 153), audiência de instrução e conciliação (art. 198) — registro: presença (art. 157, § 2º) — suspeição ou impedimento (art. 131, parágrafo único, art. 319, caput)
Ato Regimental — definição (art. 352, II) — numeração (art. 353)
Ato Processual — autenticação (art. 185, caput) — comunicação (art. 188, parágrafo único) — divulgação (art. 190) — notificação (art. 186) — publicação (art. 187), retificação (art. 189)
Audiência de instrução — ata (art. 198) — procedimento (art. 196, art. 197, art. 198)
Audiência Pública — ata: registro (art. 199, § 8º) — convocação (art. 41, XXXVI, art. 199, §§ 1º, 2º, 3º) — incidente de recursos repetitivos: depoimento (art. 289) — manifestação de terceiros (art. 41, XXXVII) — procedimento (art. 199)
Ausência — ministro: processo: distribuição (art. 107), substituição (art. 15, art. 16, art. 17, art. 21) — relator: processo: distribuição (art. 107, §§ 1º, 3º, art. 112, art. 243, II), julgamento: vista regimental (art. 147, § 7º), acórdão: assinatura (art. 165, parágrafo único)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Ausência (continuação) — quorum: funcionamento: Órgão Especial (art. 131, parágrafo único), Seção Especializada em Dissídios Coletivos (art. 70, parágrafo único), Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais (art. 71, § 2º), Subseção II da Seção Especializada em Dissídios Individuais (art. 71, § 4º)
Autuação — agravo de instrumento (art. 255, III, “c”): recurso de revista: tramitação conjunta (art. 256, art. 359, caput) — incidente de recursos repetitivos: afetação: proposta (art. 281, § 3º, III)
B Bandeira — Tribunal (art. 2º)
C Cargo — direção: eleição (art. 30, art. 31, art. 32, art. 33, caput, art. 34, II, art. 35, art. 38), posse (art. 34), vacância (art. 33, §§ 4º, 5º, art. 34) — presidente: Turma: vacância (art. 92, § 3º)
Cargo em comissão — nomeação (art. 41, XIX), impedimento (art. 344) — servidor: frequência (art. 347, § 1º)
CEFAST ver Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do TST
Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do TST (CEFAST) — competência: (art. 82) — diretor: eleição (art. 75, I, parágrafo único, art. 83), posse (art. 75, II, art. 83, parágrafo único), recondução (art. 83, caput) — membro: eleição (art. 75, I, art. 83), posse (art. 75, II, art. 83, parágrafo único), recondução (art. 83, caput) — estatuto: aprovação: (art. 76, II, “c”)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Citação — ação rescisória (art. 237, I, art. 238) — habilitação incidente (art. 314, art. 315) — reclamação (art. 213, III)
Classificação das Ações — competência originária (art. 100) — Plenário eletrônico (art. 132, § 1º) — tabela processual unificada do CNJ (art. 99, art. 100, art. 101)
Comissão — de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão: (art. 55, IV), composição (art. 63-A), competência (art. 63-B) — de Documentação e Memória (art. 55, III), composição (art. 62), competência (art. 63) — de Jurisprudência e de Precedentes Normativos (art. 55, II), composição (art. 59), competência (art. 60, art. 173, I, art. 174) — de Regimento Interno (art. 55, I), composição (art. 57), competência (art. 58) — Gestora de Precedentes (art 55, V), composição (art. 63-C), competência (art. 63-D) — permanente: competência (art. 53, art. 56), composição (art. 53), eleição (art. 53, §§ 3º, 4º), membro: afastamento (art. 56-A), presidência (art. 53, § 2º), reunião (art. 56-B, parágrafo único) — temporária (art. 54), competência (art. 56)
Conflito de Competência — cabimento (art. 201), recurso (art. 208) — conceito (art. 200) — julgamento (art. 77, I, “f”, art. 78, III, b, II, art. 204, parágrafo único, I, II, art. 206) — relator: competência (art. 204, art. 205, art. 206) — suscitante (art. 202) — sustentação oral: ausência (art. 161, § 5º, II)
Conflito de Atribuição — (art. 209)
Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho ver Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho
Conselho Consultivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho ver Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) — competência (art. 84) — eleição (art. 75, I, parágrafo único)
Conselho Federal da OAB ver Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil — incidente de superação: suscitação (art. 301, caput) — precedente vinculante: revisão: suscitação (art. 301, caput) — vaga de Ministro: lista sêxtupla (art. 5º)
Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho — assento: sessão (art. 127) — competência (art. 45) — eleição (art. 44, art. 75, I) — férias: acumulação (art. 12) — posse (art. 163, I) — substituição (art. 15, I, II, III, art. 90)
D Dados estatísticos ver Estatística
Declaração de Inconstitucionalidade — competência: Tribunal Pleno (art. 68, V, art. 75, IX) — pauta (art. 120, V) — processo: suspensão (art. 145, § 2º, III)
Demandas repetitivas — afetação (art. 41, XXXVIII) — acórdão (art. 168, parágrafo único) — cabimento (art. 305, caput) — procedimento (art. 305) — processo: suspensão (art. 305, § 3º, art. 306)
Desacato — ação penal (art. 41, XV, art. 51) — comunicação: Ministério Público (art. 51, caput)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Desistência — ação (art. 41, XXVI, art. 88, II), recurso repetitivo: análise (art. 281, § 3º, II), pagamento: custas e honorários advocatícios (art. 295, § 1º) — sustentação oral: advogado (art. 161, § 1º)
Desembargador do Trabalho — assento: sessão: Turma (art. 129) — convocação (art. 17, art. 18, art. 19, art. 20, art. 107, § 1º) — vaga de Ministro: lista tríplice: indicação (art. 3ª, § 1º, art. 4º) — processo: Turma: distribuição (art. 107, § 1º, art. 109, art. 112, parágrafo único), agravo interno (art. 266, § 2º), embargo de declaração (art. 270, parágrafo único) — substituição: Ministro (art. 17, art. 18, art. 20, art. 76, II, “f”, art. 107, § 1º)
Desobediência — ação penal (art. 41, XV, art. 51) — comunicação (art. 41, XV, art. 51)
Diárias — concessão (art. 41, XXIV) — fixação e revisão (art. 76, II, “j”)
Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho — divulgação: jurisprudência (art. 183, I, art. 184, caput) — notificação: ordens ou decisões (art. 186, I) — publicação: convocação: audiência pública (art. 199, § 1º), pauta: sessão (art. 133, caput, §§ 1º, 3º), retificação: intimação (art. 189); instauração: incidente de arguição de inconstitucionalidade (art. 277, § 2º)
Diligência — habeas corpus (art. 218, II) — julgamento: conversão (art. 145, § 1º) — processo: instrução (art. 118, II) — restauração dos autos (art. 333)
Diretor-Geral da Secretaria — competência (art. 342, art. 343) — férias: concessão (art. 41, XX) — posse (art. 41, XVIII)
Dissídio Coletivo — acordo: homologação (art. 119, § 2º, III, art. 243, art. 244) — ajuizamento (art. 240, caput)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Dissídio Coletivo (continuação) — audiência de conciliação e instrução (art. 42, III) — classificação (art. 241) — distribuição (art. 107, caput) — embargos infringentes (art. 262, caput) — greve: serviços essenciais (art. 242, parágrafo único) — julgamento (art. 21, art. 41, XXVII, art. 74, art. 77, I, “a”, “b”, “g”, II, “a”, “b”, ”c”, art. 242), conflito de competência: TRT (art. 77, I, “f”) — mediação (art. 240, caput, § 3º) — Ministério Público do Trabalho: remessa (art. 95, IV) — pauta: dispensa (art. 119, § 2º, III , art. 242, parágrafo único), preferência (art. 120, V, art. 242, caput) — protesto judicial (art. 240, §§ 1º, 2º) — recurso ordinário (art. 245, VI) — sessão extraordinária (art. 21, art. 41, XXVII)
Disponibilidade — Ministro: (art. 29, art. 75, V) — quorum: deliberação (art. 69, § 3º) — servidor (art. 41, XVI)
Distribuição — ação rescisória (art. 117, art. 234, parágrafo único) — agravo interno (art. 106, caput, art. 109) — embargos (art. 116) — embargos de declaração (art. 106, caput, art. 109, art. 270, parágrafo único) — embargos de terceiros (art. 111, § 2º) — embargos infringentes (art. 115, art. 263) — incidente de arguição de inconstitucionalidade (art. 277, caput, art. 278) — incidente de recursos repetitivos: proposta de afetação (art. 281, § 3º, III) — Ministério Público do Trabalho: remessa (art. 95, § 1º, art. 102, caput, § 2º) — Ministro: férias (art. 103) — Plenário eletrônico: (art. 132, § 1º) — processo (art. 41, XXV, XXVI, art. 43, art. 81, § 2º, art. 93, parágrafo único,art. 102, §§ 1º, 2º, 3º, art. 104, parágrafo único, art. 106, §§ 1º, 2º, 3º, 4º, art. 359, parágrafo único), execução: fase (art. 111, § 1º), procedimento (art. 102, art. 104, caput, parágrafo único, art. 205) — recesso forense (art. 103, caput) — relator: afastamento (art. 107, §§ 1º, 2º, 3º, art. 108, caput, parágrafo único, art. 109, caput, parágrafo único, art. 110) — tutela provisória: (art. 114, caput, parágrafo único)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
E Edital — audiência pública: convocação (art. 199, §§ 1º, 2º, 7º) — citação: habilitação incidente (art. 315) — divulgação: ato (art. 190) — vaga de Ministro: Desembargador do Trabalho (art. 4º, § 1º)
Efeito Suspensivo — instrução (art. 268) — Presidente: competência (art. 41, XXIX) — recurso (art. 267)
Eleição — Comissão permanente: membros (art. 53, caput, §4º) — Ministro Ouvidor (art. 75, parágrafo único, art. 86) — Órgão Especial: membros (art. 69) — Presidente: comissão permanente (art. 53, §§ 2º, 3º), Tribunal Superior do Trabalho (art. 30, art. 31, art. 32, art. 33, art. 34, II, art. 35) — Vice-Presidência: Tribunal Superior do Trabalho (art. 30, art. 31, art. 32, art. 34, art. 35)
Embargos — admissibilidade (art. 93, VIII, art. 260) — cabimento (art. 258, art. 259, art. 261) — distribuição (art. 116) — incidente de recursos repetitivos (art. 281, caput, § 1º) — julgamento (art. 78, II, “a”, art. 162), incidente de assunção de competência (art. 298) — suspensão (art. 118, XIII, art. 284, II, art. 288)
Embargos de Declaração — agravo de instrumento (art. 254, §§ 1º, 2º, 3º, art. 255, I) — cabimento (art. 208, art. 269) — decisão: colegiada (art. 272), monocrática (art. 269, parágrafo único) — distribuição (art. 106, caput, art. 109, art. 270, parágrafo único) — efeito modificativo (art. 271) — irregularidade de representação (art. 273, parágrafo único) — julgamento (art. 88, I, “a”, art. 93, VIII) — prazo recursal (art. 273, caput) — procedimento (art. 270) — sustentação oral: ausência (art. 161, § 5º, I)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Embargos Infringentes — cabimento (art. 262) — distribuição (art. 115) — julgamento (art. 77, II, “c”) — procedimento (art. 263, art. 264)
Emenda Regimental — definição (art. 352, I) — aprovação (art. 68, § 1º, II)
Empate — antiguidade: Ministro (art. 9º, V) — eleição: vaga de Ministro: Desembargador do Trabalho (art. 4º, § 3º, III, “a”, “b”) — votação (art. 140)
Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) — competência (art. 80) — eleição: Conselho Consultivo (art. 75, I, art. 81), direção (art. 81) — estatuto: aprovação (art. 76, II, “c”) — posse: Conselho Consultivo e direção (art. 75, II, art. 81, § 1º) — recondução: Conselho Consultivo (art. 81) — recondução: conselheiro (art. 81)
Estatística — publicação (art. 41, IX, art. 194, art. 195)
Execução — competência (art. 336) — Fazenda Pública (art. 339, art. 340) — precatório (art. 340, art. 341) — procedimento (art. 338, art. 339, §§ 1º, 2º) — processo: distribuição (art. 111, § 1º) — suspensão: liminar e mandado de segurança (art. 308): tutela provisória (art. 309)
F Férias — acórdãos, decisões e despachos: publicação (art. 191) — Ministro (art. 11), acumulação (art. 12)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Férias (continuação) — prazo recursal (art. 192, § 1º) — processo: distribuição (art. 103) — servidor (art. 348, parágrafo único), Gabinete de Ministro (art. 351) — sessão extraordinária (art. 21, art. 41, XXVII) — TST: atividade administrativa: (art. 348), atividade judicante (art. 348)
Fonte Oficial de Publicação — (art. 259, § 1º)
Frequência — controle: servidor (art. 347, caput, § 2º), Gabinete de Ministro (art. 351)
Função comissionada — designação: (art. 41, XIX): impedimento (art. 344) — lotação: competência (art. 76, II, “h”)
Função gratificada ver Função comissionada
G Gabinete — Ministro: composição (art. 350), chefia: atribuição (art. 350, parágrafo único), servidor: horário (art. 351) — Presidente: TST (art. 349)
Greve — julgamento: (art. 21, art. 41, XXVII, art. 77, I, “h”, art. 242, parágrafo único)
H Habeas Corpus — atos: relator (art. 218) — decisão concessiva: comunicação (art. 220), cumprimento (art. 221, art. 222) — distribuição (art. 107, caput) — julgamento (art. 78, III, “a”, IV, art. 138, I), empate (art. 140, § 5º) — liminar: indeferimento (art. 223) — procedimento (art. 218, art. 219)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Habeas Corpus (continuação) — recurso ordinário (art. 245, VII)
Habeas Data — (art. 232) — recurso ordinário (art. 245, VIII)
Habilitação Incidente — citação (art. 314, art. 315) — julgamento (art. 316, art. 317) — sucessão (art. 313, art. 315)
Horário — audiência pública (art. 199, § 2º) — expediente: TST (art. 346) — sessão (art. 133, § 3º)
I Impedimento — Ministro (art. 318, art. 320, § 3º, art. 321) — Relator (art. 319, art. 320, art. 321, art. 322, art. 323)
Incidente de Arguição de Inconstitucionalidade de Lei ou de Ato Normativo do Poder Público — decisão (art. 276, art. 279) — distribuição (art. 277, caput) — julgamento (art. 278) — procedimento (art. 275, art. 277, art. 278) — processo: suspensão (art. 145, § 2º, III) — publicidade (art. 277, § 2º) — suscitação (art. 274, art. 275)
Incidente de Assunção de Competência — acórdão (art. 168, parágrafo único, art. 298, § 4º) — agravo de instrumento (art. 255, III, “b”, “c”) — cabimento (art. 298) — embargos (art. 258, parágrafo único, art. 261, I, “a”, II) — julgamento (art. 75, VIII, art 204, II) — jurisprudência: revisão ( art. 184) — pauta: preferência (art. 120, III) — processo: redistribuição: (art. 107, § 4º, art. 109 § 3º) — reclamação (art. 210, III)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Incidente de Assunção de Competência (continuação) — recurso de revista (art. 251, II, III)
Incidente de Recursos Repetitivos — prazo (art. 281, § 3º, art. 284, III, IV) — acórdão (art. 168, parágrafo único, art. 291, caput, art. 293, art 294) — afetação: (art. 41, XXXVIII, art. 132-A, caput, art. 281, caput, §§ 1º, 7º, 8º art. 282, art. 283, art. 287), audiência pública: depoimento (art. 289), decisão (art. 284, caput, V, art. 291, § 1º), decisão: revisão (art. 296), proposta (art. 132-A, art. 281, art. 283, parágrafo único), proposta: votação (art. 132-A, §§ 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º), sustentação oral: ausência (art. 281, § 4º), relator (art. 281, § 3º, III, art. 283, art. 284, art. 287) — cabimento (art. 280, art. 281) — decisão (art. 284, art. 291,§ 1º), revisão (art. 296, art. 297), recurso extraordinário (art. 297) — incidente de superação e revisão dos precedentes (art. 299, art. 302) — julgamento (art. 75, VIII, art. 258, parágrafo único, art. 280, art. 281, art. 282, art. 284, I) — jurisprudência: revisão ( art. 184) — manifestação de terceiros (art. 284, IV, art. 289, §§ 1º, 2º) — Ministério Público do Trabalho: vista (art. 284, VI) — parte: desistência da ação (art. 295), intimação (art. 288), requerimento (art. 288, §§ 1º, 2º, 3º, 5º), vista (art. 284, VI) — pauta: preferência (art. 120, II) — processo: julgamento: suspensão (art., 284, II, art. 287, art. 288), redistribuição: (art. 107, § 4º, art. 109 § 3º) — recurso afetado (art. 291, § 2º, art. 292) — relator (art. 281, § 3º, III, art. 283, art. 284, art. 287) — Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais (art. 281 § 1º) — sustentação oral: ausência (art. 281, § 4º) — Tribunal pleno: afetação da questão (art. 281, caput, § 3º, I, art. 284, caput, art. 297) — Tribunal Regional do Trabalho (art. 41, XXXIX, art. 284, III, art. 292, parágrafo único) — Turma (art. 281, § 2º, art. 292, parágrafo único)
Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas — acórdão (art. 168, parágrafo único) — agravo de instrumento (art. 255, III, “b”, “c”) — cabimento (art. 305, caput) — incidente de superação e revisão dos precedentes (art. 299, art. 302) — julgamento (art. 145, § 2º, II) — jurisprudência: revisão (art. 176, art. 184) — pauta: preferência (art. 120, III )
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (continuação) — procedimento (art. 305) — processo: julgamento: suspensão (art. 306, art. 307) — reclamação (art. 210, III) — recurso de revista (art. 251, II, III)
Incidente de Superação e Revisão dos Precedentes — cabimento (art. 299) — prazo (art. 300, art. 301, caput, § 3º) — procedimento (art. 301, art. 302, art. 303, art. 304)
Inquérito — instauração (art. 41, XIV, art. 49)
Instrução Normativa — aprovação (art. 355) — precatório (art. 339, art. 341) — regimento interno: parte integrante (art. 363)
J Juiz do Trabalho — convocação (art. 19)
Junta Médica — (art. 26) — indicação (art. 27)
Jurisdição — Ministro (art. 8º) — Tribunal Superior do Trabalho (art. 1º)
Jurisprudência — criação (art. 125, § 2º, art. 177) — orientação jurisprudencial (art. 184) — precedente normativo (art. 178, art. 184) — publicação (art. 183, art. 184) — repositório autorizado (art. 63, X, art. 183, parágrafo único, art. 250, parágrafo único) — revisão (art. 171) — súmula (art. 172, art. 173, art. 174), alteração (art. 75, VII), art. 125, § 2º, — uniformização (art. 169, art. 170, art. 171, art. 171-A)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
L Licença — Ministro: requerimento (art. 13), concessão (art. 76, II, “i”), tratamento de saúde (art. 13, § 3º, art. 26)
Lista — ordem do mérito: aprovação (art. 76, II, “g”) — sêxtupla: advogado (art. 5º, art. 6º, § 1º), Membro do Ministério Público (art. 5º, art. 6º, § 1º) — tríplice: advogado (art. 3, § 1º, art. 6º, § 3º, “b”, art. 5º, art. 6º), Desembargador do Trabalho (art. 3º, § 1º, art. 4º), Membro do Ministério Público (art. 3, § 1º, art. 6º, § 3º, “a”, art. 5º, art. 6º) — única: quinto constitucional (art. 6º, § 2º)
M Mandado de injunção — procedimento (art. 232)
Mandado de Segurança — cabimento (art. 224) — coletivo (art. 225, art. 226) — distribuição (art. 107, caput) — julgamento (art. 21, art. 41, XXVII, art. 76, I, “b”, “c”, “f”, art. 230, parágrafo único) — liminar (art. 41, XXX) — Ministério Público do Trabalho (art. 95, § 1º, art. 230) — procedimento (art. 227, art. 228, art. 229, art 231) — recurso ordinário (art. 245, IX) — suspensão de segurança (art. 308, caput)
Ministério Público do Trabalho — assento: sessão (art. 130) — ata (art. 154, IV) — atuação (art. 94, art. 95, art. 96, art. 97) — audiência pública (art. 199, § 5º) — autos: restauração (art. 331) — certidão (art. 152, III) — conflito de competência (art. 202, II)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Ministério Público do Trabalho (continuação) — estatística (art. 195) — habeas corpus (art. 219, caput) — incidente de resolução de demandas repetitivas: suspensão dos processos (art. 306, caput, § 2º) — intimação (art. 97) — mandado de segurança (art. 95, IV, § 1º, art. 230) — parecer (art. 95, art. 96, art. 230, parágrafo único) — parte (art. 95, I, § 1º, art. 167) — processo: remessa (art. 95, art. 167, art. 206, art. 230, caput, art. 237, IV, art. 239, parágrafo único, art 242, parágrafo único, art. 284, VI) — reclamação (art. 210, §§ 1º, 3º, art. 213, parágrafo único) — representação por desacato (art. 51, art. 222) — representação por desobediência (art. 51, art. 222) — suspensão de liminar e de tutela provisória (art. 309, caput, § 2º) — suspensão de segurança (art. 308, caput, § 1º) — sustentação oral: representante (art. 161, § 4º) — uso da palavra: julgamento (art. 146) — vaga de Ministro (art. 3º, § 1º, art. 5º)
Ministro — afastamento (art. 14, art. 17, art. 24) — antiguidade (art. 9º) — aposentadoria: compulsória (art. 22), por interesse público (art. 29), por invalidez (art. 23): incapacidade mental (art. 23, parágrafo único, art. 24) — cargo de direção: eleição (art. 30, art. 31, art. 32, art. 33), posse (art. 33, caput, art. 34), reeleição (art. 30) — disponibilidade (art. 29) — férias (art. 11), acumulação (art. 12) — impedimento: suspeição (art. 318, art. 320, caput, §§ 2º, 3º, art. 321, § 1º, art. 323) — licença (art. 13, art. 26), tratamento de saúde (art. 26) — nomeação (art. 3º) — posse (art. 7º, art 163, II) — prazo (art. 134, §1º, art. 193) — sessão: assento (art. 127), presença (art. 125, § 3º) — substituição (art. 15, art. 17, art. 18) — TST: composição (art. 3º) — vaga: provimento (art. 3º, art. 4º)
Multa — ação rescisória: inadmissível ou improcedente (art. 233, § 1º) — agravo interno: inadmissível ou improcedente (art. 266, §§ 5º, 6º) — habeas corpus (art. 221)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
N Notificação — procedimento (art. 186) — Incidente de arguição de inconstitucionalidade (art. 277, § 1º)
Núcleo de Gerenciamento de Precedentes (NUGEP) — competência (art. 40, parágrafo único) — funcionamento (art. 40)
O Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho — Conselho (art. 52, art. 76, II, “b’’) — lista (art. 76, II, “g”) — regulamento (art. 52, art. 76, II, “c”)
Órgão Especial — competência (art. 12, parágrafo único, art. 14, art. 17, caput, art. 27, art. 28, art. 52, art. 53, caput, art. 54, art. 57, art. 59, art. 62, art. 63-A, art. 76, art. 88, art. 193, parágrafo único, art. 346) — composição (art. 69) — decisão (art. 72) — eleição: membros (art. 69, §§ 2º, 4º, art. 75, I) — matéria administrativa (art. 123) — Presidente: substituição (art. 90) — processo: distribuição (art. 107, § 3º) — sessão: assento (art. 127), extraordinária: (art. 125, § 1º), funcionamento (art. 125, caput, art. 126), quorum (art. 69, §§ 3º, 4º, art. 131) — suspensão: resultado da votação (art. 89, I) — TST: órgãos (art. 65, II)
Orientação Jurisprudencial — aprovação (art. 355) — cancelamento: proposição: competência (art. 60, III, art. 170, art 171) — deliberação ( art. 68, §1º, IV, § 2º, art. 361-A) — edição: proposição: competência (art. 60, III, , art 171) — revisão (art. 303, parágrafo único)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Ouvidoria — competência (art. 85) — Ministro Ouvidor: competência (art. 87), eleição (art. 75, I, parágrafo único, art. 86), substituição (art. 15, VII)
P Pauta — julgamento: inclusão (art. 119, § 2º, art. 122, § 2º, art. 219, art. 230, parágrafo único, art. 242, parágrafo único, art. 243, III, art. 266, art. 272, art. 317), matéria administrativa (art. 123, caput), procedimento (art. 119, art. 120, art. 121, art. 122, art. 123, art. 124, art. 133, art. 138, VI), publicação (art. 122, art. 133, § 1º, art. 147, § 2º, art. 153, parágrafo único), remoção (art. 124, art. 145, § 1º)
Pedido de adiamento — (art. 134, § 4º-A)
Pedido de destaque — (art. 134, § 4º-A) — julgamento (art. 135) — voto: ministro (art. 135, §§ 2º, 3º)
Pedido de vista — (art. 134, § 4º-A) — processo: devolução (art. 135-A) — vista regimental: prazo (art. 147, caput, § 4º, art. 193, VI) — julgamento: procedimento (art. 145, art. 147)
Polícia do Tribunal — competência (art. 48, art. 49, art. 50) — infração: lei penal (art. 49)
Posse — cargo de direção (art. 33, art. 34) — CEFAST (art. 75, II, art. 83, parágrafo único) — ENAMAT (art. 75, II, art. 81, § 1º) — Ministro (art. 7º), requisito (art. 7, § 3º), prorrogação (art. 75, IV)
Plenário eletrônico — julgamento: quorum (art. 134, § 2º), votação (art. 134, art. 136, parágrafo único)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Plenário eletrônico (continuação) — Ministério Público do Trabalho: (art. 134, § 8º) — processo: distribuição (art. 132, § 1º), pauta (art. 133, §§ 1º, 3º), redistribuição (art. 134, caput, § 2º) — sustentação oral (art. 134-A)
Prazo — ação penal (art. 51, parágrafo único) — agravo interno (art. 265, caput, art. 266, art. 306, § 5º, art. 308, §§ 1º, 2º, art. 309, § 3º) — agravo: recurso extraordinário (art. 328, caput, art. 330, parágrafo único) — conflito de competência: oitiva (art. 205) — dissídio coletivo: ajuizamento (art. 240, § 2º ) — embargos (art. 258, caput) — embargos de declaração (art. 269, caput, art. 271, art. 273, parágrafo único) — embargos infringentes (art. 262, caput) — Fazenda pública (art. 339, § 1º) — incidente de recursos repetitivos: afetação (art. 281, § 3º, art. 306, § 2º) — incidente de superação e revisão (art. 300, art. 301) — julgamento: pauta: publicação (art. 133, caput) — jurisprudência uniformizada: alteração (art. 60, VII, art. 174) — mandado de segurança coletivo (art. 226, §§ 1º, 2º) — Ministério Público do Trabalho: parecer (art. 96, art. 97, art. 230) — Ministro (art. 134, §1º, art. 193), afastamento (art. 14, I), licença (art. 13), posse (art. 7º), prorrogação (art. 75, IV), processo: incapacidade mental (art. 24), recusado (art. 322, caput) — reclamação (art. 213, parágrafo único) — recurso extraordinário (art. 324, §§ 1º, 2º) — Regimento Interno: alteração: proposta (art. 58, parágrafo único) — renúncia: cargo de direção (art. 30, § 1º) — suspeição: relator (art. 320) — suspensão (art. 192, § 1º, art. 193, parágrafo único) — vaga de Ministro: Desembargador do Trabalho: inscrição (art. 4º, § 1º) — vista regimental (art. 147, art. 193, VI)
Precatório — execução (art. 339, art. 340) — procedimento (art. 341)
Precedente Normativo — edição: proposta: (art. 60, III, VII, art. 170,art. 171-A, art. 178) — cancelamento: proposta: (art. 60, III, VII, art. 170, art. 178) — deliberação ( art. 68, § 1º, IV, § 2º, art. 170)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Precedente Normativo (continuação) — revisão: proposta: (art. 60, III, VII, art. 171, art. 178)
Presidente — Comissão: substituição (art. 15, V) — Órgão colegiado: competência (art. 119, caput, art. 122, § 1º, art. 132, § 1º, art. 142, § 1º, art. 144, art. 146, art. 147, § 3º, art. 151, caput, art. 153, art. 155, art. 161, §§ 1º, 6º, art. 165, parágrafo único, art. 166, parágrafo único, art. 216, art. 319, parágrafo único, art. 321, § 2º ) — República Federativa do Brasil (art. 3) — Tribunal Regional do Trabalho (art. 254, § 3º, art. 255, I, art. 286, art. 293, I, art. 294, §§ 1º, 3º, art. 340) — Tribunal Superior do Trabalho: assento: sessão (art. 127), competência (art. 4º, caput, § 1º, art. 5º, art. 7º, § 2º, art. 18, art. 21, art. 23, II, parágrafo único, art. 28, art. 41, art. 48, art. 49, art. 50, art. 51, art. 87, art. 90, art. 98, parágrafo único, art. 106, §§ 2º, 4º, art. 107, caput, art. 125, caput, art. 164, art. 166, parágrafo único,, art. 186, art. 189, art. 196, art. 199, art. 222, art. 242, parágrafo único, art. 285, art. 306, §§ 2º, 3º, art. 308, art. 309, art. 327, art. 336, art. 342, art. 346), eleição (art. 32, art. 33, art. 34, II, art. 75, I), férias (art. 12), gabinete (art 349), posse (art. 34, art. 163, I), substituição (art. 15, I), vacância (art. 33, § 4º) — Turma (art. 36, art. 91), assento: sessão (art. 128), competência (art. 93, art. 98, parágrafo único, art. 125, caput, art. 186, art. 189, art. 260, art. 281, § 2º, art. 302), permuta (art. 66), substituição (art. 15, IV, art. 92, § 1º), vacância (art. 92)
Procuradoria-Geral do Trabalho ver Ministério Público do Trabalho
Q Quorum — Órgão colegiado: julgamento: votação (art. 147, §§ 3º, 11º) — Órgão Especial (art. 69, §§ 3º, 4º, art. 131), julgamento: empate (art. 140, § 3º, II) — Plenário eletrônico (art. 134, § 2º) — Seção de Dissídios Individuais (art. 71, § 1º) — Seção Especializada em Dissídios Coletivos (art. 70, parágrafo único) — Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais (art. 71, § 2º, art. 131), julgamento: empate (art. 140, § 3º, II) — Subseção II da Seção Especializada em Dissídios Individuais (art. 71, § 4º, art. 131), julgamento: empate (art. 140, § 3º, II) — Tribunal Pleno: julgamento: empate (art. 140, § 3º, I) — Turma (art. 93, VII, art. 131)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
R Recesso Forense — atividade judicante (art. 348, caput) — autos: restituição (art. 147, § 12) — prazo recursal (art. 192, § 1º) — processo: distribuição (art. 103, caput)
Reclamação — admissibilidade (art. 212) — cabimento (art. 210) — distribuição (art. 211) — procedimento (art. 210, §§ 1º, 2º, 3º , art. 211, art. 213, art. 214, art. 215, art. 216, art. 217) — recurso ordinário (art. 217, art. 245, X)
Recondução — CEFAST: diretor (art. 83, caput), membro (art. 83, caput) — Comissão Permanente: Presidente (art. 53, § 3º) — ENAMAT: direção e Conselho Consultivo (art. 81, caput) — Turma: Presidente (art. 91, caput)
Recurso Extraordinário — agravo (art. 328, art. 329, art. 330) — cabimento (art. 324, caput) — procedimento (art. 324, art. 325, art. 362, art. 327) — repetitivo ( art. 280, art. 297, art. 327, art. 328)
Recurso Ordinário — cabimento (art. 217, art. 245) — julgamento (art. 76, I, “e”, “f”, “g”, II, “s”, art. 77, II, “a”, “b”, art. 78, III, “c”, I, art. 79, V)
Recursos repetitivos ver Incidente de Recursos Repetitivos
Recurso de Revista — admissibilidade prévia: competência (art. 41, XL), requisito (art. 281, § 10, I, II, III) — agravo de instrumento (art. 253, art. 254, art. 255, art. 256, art. 357, art. 358, art. 359, art. 360) — julgamento (art. 79, II , art. 162, art. 358, art. 360, art. 361) — procedimento (art. 250, art. 251)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Recurso de Revista (continuação) — processo: distribuição (art. 106, §§ 2º, 3º) — provimento (art. 251, II, III) — repetitivo: afetação (art. 41, XXXVIII, art. 118, XIII, art. 281, caput, §§ 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º art. 284, II, art. 285, art. 294, § 1º) — sobrestamento (art. 293, I, art. 357, § 1º, art. 359) — transcendência (art. 246, art. 247)
Redator — acórdão (art. 151, caput, art. 152, VIII, art. 165, art. 270) — acordo: homologação (art. 243, I) — designação: Ministro (, art. 255, § 1º art. 256, parágrafo único, art. 266, § 4º) — processo apreciado: distribuição (art. 112)
Redistribuição — impedimento ou suspeição (art. 319, parágrafo único, art. 321, caput, art. 323) — Plenário eletrônico (art. 134, § 2º) — procedimento (art. 105, caput, art. 107, § 2º, 171, § 6º, art. 243, II, art. 266, §§ 2º, 4º) — recurso de revista (art. 359, parágrafo único)
Reeleição ver Recondução
Relator — ação rescisória: distribuição (art. 117, art. 234, parágrafo único) — acórdão (art. 165) — afastamento definitivo (art. 107, §§ 1º, 3º, art. 108, art. 109, art. 110, art. 112, parágrafo único, art. 120, I, art. 147, § 8º) — afastamento temporário (art. 107, caput, §§ 1º, 3º, art. 120, I) — agravo de instrumento (art. 255, §§ 1º, 2º, art. 359, parágrafo único) — agravo interno (art. 265, art. 266, §§ 2º, 3º, 4º) — competência (art. 95, II, art. 118, art. 119, § 1º, art. 132, caput, art. 134, caput, art. 159, art. 165, art. 186, art. 196, caput, art. 199, caput, § 6º, art. 204, art 205, art. 206, art. 213, art. 214, § 2º, art. 216, parágrafo único, art. 218, art. 219, caput, art. 220, parágrafo único, art. 223, art. 229, art. 230, art. 235, art. 236, art. 237, art. 243, I, III, art. 247, § 2º, art. 251, art. 255, art. 261, art. 264, art. 273, parágrafo único, art. 274, art. 277, §§ 1º, 4º, art. 283, art. 284, art. 287, art. 288, caput, § 4º, I, II, art. 289, art. 305, § 3º, art. 311, § 2º, art. 316, art. 321, caput, art. 322, art. 333) — decisão (art. 13, § 1º), prazo (art. 193, II) — embargos de terceiro: distribuição (art. 111, § 2º) — embargos: distribuição (art. 115)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Relator (continuação) — incidente de arguição de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do Poder Público: distribuição (art. 277) — incidente de recursos repetitivos afetação: distribuição (art. 281, § 3º, III) — incidente de resolução de demandas repetitivas: distribuição (art. 305, § 2º) — julgamento: vista regimental (art. 147, §§ 7º, 8º), votação (art. 142, caput, § 1º, art. 143, art. 161, § 1º), voto vencido (art. 149, III, art. 151) — Plenário eletrônico: julgamento: votação (art. 134, caput, § 7º, art. 136) — processo apreciado: distribuição (art. 112) — processo: redistribuição (art. 107, caput, art. 112, parágrafo único) — substituição (art. 16) — suspeição ou impedimento (art. 319, art. 320, § 1º, art. 323) — tutela provisória: distribuição (art. 114, caput, art. 311, caput)
Relatório — acórdão (art. 168, II) — Geral da Justiça do Trabalho (art. 41, VIII) — processo: procedimento (art. 142, § 2º, art. 146, art. 147, §§ 9º, 11)
Repositório Autorizado de Jurisprudência — fonte de publicação (art. 183, parágrafo único, art. 259, § 1º) — prova processual (art. 259, caput) — registro e controle (art. 63, X)
Resolução — ato normativo (art. 354, II, art. 355, art. 356, art. 363)
Resolução administrativa — ato normativo (art. 354, I, art. 355, art. 356, art. 363)
Restauração de Autos — julgamento (art. 88, I, “d”, art. 334, art. 335) — pedido (art. 331, art. 332) — procedimento (art. 331, art. 332, parágrafo único, art. 333, art. 334, art. 335)
S Seção Especializada em Dissídios Coletivos — competência (art. 77, art. 88) — composição (art. 70)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Seção Especializada em Dissídios Coletivos (continuação) — quorum (art. 70, parágrafo único) — votação: resultado: suspensão (art. 89)
Seção Especializada em Dissídios Individuais — competência (art. 78, art. 88) — composição (art. 71) — quorum (art. 71, § 1º) — sessão: assento (art. 127) — votação: resultado: suspensão (art. 89)
Subseção I da Seção Especializada em Dissídios Individuais — competência (art. 78, II) — composição (art. 71, §§ 2º, 3º) — quorum (art. 71, § 2º) — Secretário: competência (art. 196, caput)
Subseção II da Seção Especializada em Dissídios Individuais — competência (art. 78, III) — composição (art. 71, § 4º) — quorum (art. 71, § 4º) — Secretário: competência (art. 196, caput)
Secretaria do Tribunal — Diretor-Geral: competência (art. 41, XXXII, art. 342, caput, art. 343), férias e licença: concessão (art. 41, XX), posse (art. 41, XVIII), requisito (art. 342, caput) — organização (art. 343) — Regulamento Geral (art. 76, II, “c”, art. 363)
Secretário-Geral da Presidência — competência (art. 41, XXXII, art. 349) — férias e licença: concessão (art. 41, XX) — posse (art. 41, XVIII)
Secretário-Geral Judiciário — competência (art. 7º, § 2º, art. 41, XXXII, art. 196, caput, art. 342, parágrafo único, art. 343) — férias e licença: concessão (art. 41, XX) — posse (art. 41, XVIII) — requisito (art. 342, parágrafo único)
Servidor do Tribunal — aposentadoria: concessão (art. 41, XXXIV) — cargo em comissão (art. 41, XIX, art. 344)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Servidor do Tribunal (continuação) — cessão (art. 41, XXXV) — férias (art. 348, parágrafo único) — jornada de trabalho (art. 347, caput, § 1º) — pena disciplinar (art. 41, XVI)
Sessão Solene — Ministro: posse (art. 7º, art. 163) — cerimonial (art. 164)
Sessão virtual — extraordinária: convocação (art. 136-A) — ata: publicação (art. 136-B)
Súmula — alteração: competência (art. 75, VII) — cancelamento (art. 171, art. 172, art. 173, art. 174, § 3º, art. 177) — criação: competência (art. 75, VII) — deliberação (art. 68, § 1º, IV, § 2º, art. 177) — edição (art. 171-A, art. 172, art. 173, art. 175, art. 176) — incidente de assunção de competência (art. 176, art. 184) — incidente de recursos repetitivos (art. 176, art. 184) — incidente de resolução de demandas repetitivas (art. 176, art. 184) — julgamento: sessão pública (art. 125, § 2º) — proposta (art. 60, III, VII, art. 174) — publicação (art. 174, § 6º) — revisão (art. 171, art. 172, art. 173, art. 174, § 3º, art. 177, art. 303, parágrafo único) — revogação: competência (art. 75, VII) — proposta (art. 60, III, VII, art. 174)
Suspeição — Ministro (art. 318, art. 320, § 3º, art. 321) — Relator (art. 319, art. 321, art. 322, art. 323), arguição (art. 320)
Suspensão de Segurança — cabimento (art. 308) — procedimento (art. 308)
Suspensão de Liminar e de Tutela Provisória — cabimento (art. 309) — procedimento (art. 309)
Sustentação Oral — ausência (art. 161, § 5º)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Sustentação Oral (continuação) — advogado (art. 134-A, art. 160, art. 161, caput, § 6º) — incidente de recursos repetitivos: proposta de afetação (art. 281, § 4º) — julgamento (art. 147, § 11), pauta (art. 121) — Ministério Público do Trabalho: representante (art. 161, § 4º) — Plenário eletrônico (art. 134-A) — procedimento (art. 161) — transcendência (art. 247, § 3º)
T Transcendência — cabimento (art. 246) — indicador (art. 247, § 1º) — procedimento (art. 247) — recurso de revista (art. 246, art. 247) — sustentação oral (art. 247, § 3º)
Tribunal Pleno — competência (art. 6º, caput, art. 7º, caput, art. 29, caput, art. 33, § 4º, art. 72, art. 75, art. 81, caput, § 1º, art. 83, art. 86, art. 88, art. 281, caput, § 3º art. 298, § 3º, art. 307, art. 352, art. 305, § 1º-A) — composição (art. 68) — Presidente (art. 90) — quorum (art. 68, §§ 1º, 2º) — sessão (art. 125, art. 126), assento (art. 127), extraordinária (art. 33, art. 41, XXVII, art. 125, § 1º), solene (art. 163)
Turma — competência (art. 79, art. 88, art. 292, parágrafo único) — composição (art. 73) — decisão: embargos (art. 116, art. 258), agravo interno (art. 265, art. 266, § 2º) — Desembargador do Trabalho: convocação (art. 17, parágrafo único, art. 19), assento (art. 129) — Presidente (art. 37, art. 91, parágrafo único), competência (art. 93, art. 98, parágrafo único, art. 186, art. 189, art. 260, art. 281, § 2º, art. 302, caput), eleição (art. 92, § 2º), permuta (art. 66), recondução (art. 91), substituição (art. 15, IV, art. 92, § 1º), vacância (art. 92, caput) — processo: distribuição (art. 106, § 1º, art. 107, § 1º, art. 108, art. 109) — quorum (art. 73, parágrafo único, art. 131) — Relator: afastamento (art. 108, art. 109, caput) — Secretário: indicação (art. 93, I)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Turma (continuação) — sessão: (art. 125, caput, art. 126), assento (art. 128, art. 129, art. 130)
Tutela da evidência ver Tutela provisória de evidência
Tutela provisória — distribuição (art. 114, art. 311, caput) — decisão monocrática: referendo (art. 136-C) — julgamento (art. 42, VI, art. 79, V, art. 88, I, “b”) — recurso ordinário (art. 245, parágrafo único, II) — Relator (art. 114, caput, art. 311, caput, § 2º) — requerimento (art. 311, § 1º) — suspensão (art. 309, § 4º)
Tutela provisória de evidência — requerimento (art. 310) — suspensão (art. 309, caput)
Tutela provisória de urgência — requerimento (art. 310) — suspensão (art. 309, caput)
Tutela de urgência ver Tutela provisória de urgência
U Uniformização — jurisprudência: procedimento (art. 169, art. 170, art. 171)
V Vice-Presidente — competência (art. 15, I, art. 33, § 4º, art. 39, art. 42, art. 43, art. 90, art. 196, caput, art. 325, art. 328, parágrafo único, art. 329) — decisão: agravo interno (art. 265, art. 266, § 1º) — eleição (art. 30, art. 32, art. 33, art. 75, I) — férias: acumulação (art. 12) — posse (art. 33, caput, art. 34, art. 163, I) — sessão: assento (art. 127) — substituição (art. 15, II)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.
Vista — Agravado (art. 329) — Agravante (art. 330, parágrafo único) — estatística (art. 195) — recurso extraordinário (art. 324, § 2º)
Vista em Mesa — (art. 147)
Vista Regimental — julgamento: procedimento (art. 145, art. 147), prazo (art. 147, caput, § 4º, art. 193, VI)
Última alteração: Emenda Regimental n. 11, de 20 de maio de 2026. Este texto não substitui o publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, Brasília, DF, n. 2364, 30 nov. 2017. Caderno Judiciário do Tribunal Superior do Trabalho, p. 1-48. Republicação 1.